Terça-feira, 27 de Maio de 2008

Colesterol

 

          Qualquer um pode ter os níveis de colesterol demasiado alto. De facto, uma em cada cinco pessoas tem colesterol elevado, o que significa que existem maiores risco de desenvolver uma doença cardíaca. E uma vez que afecta tanto os mais jovens como os mais velhos, é importante que sejam feitos exames de diagnóstico.
            Segundo a Sociedade Portuguesa de Aterosclerose, todas as pessoas com mais de 20 anos devem fazer análises ao colesterol, pelo menos, cada 3 a 5 anos. Dependendo do risco de doença cardíaca, o médico poderá recomendar-lhe um controlo mais regular.
O colesterol é uma gordura sanguínea, do ponto de vista químico um álcool integrante na fórmula de alguns lípidos, encontrado nas membranas celulares de todos os tecidos do copo humano, é necessária em termos de circulação, é necessária para o esqueleto das hormonas, para os sais biliares, etc.
A palavra “colesterol” deriva do grego chole – (bile) e stereos (sólido), e o sufixo químico –ol para um álcool, pois os investigadores identificaram o colesterol pela primeira vez na sua forma sólida em pedras de vesícula biliar.
A maior parte do colesterol presente no nosso corpo é sintetizada pelo organismo, sendo apenas uma parte adquirida pela dieta. Alguns alimentos fornecem quantidades suplementares de colesterol que poderão ser superiores às quantidades que o organismo necessita. Alimentos como carnes, queijo gordo, leite, manteiga, ovos, etc.
O colesterol é mais abundante no fígado, medula espinal, cérebro e placas de ateroma (nas artérias).
O colesterol tem um papel fundamental em muitos processos bioquímicos, no entanto é mais associado ás doenças cardiovasculares, como sendo a gordura que provoca a aterosclerose, ou então pela hipercolesterolémia, os níveis altos de colesterol no sangue.
Embora a presença de determinadas quantidades de colesterol no sangue seja essencial á saúde, quando em excesso, poderá tornar-se bastante prejudicial. Se os seus níveis de colesterol forem elevados, tem mais propensão para sofrer de uma doença cardíaca. Há muitas razões que explicam o seu aumento, entre as quais a má alimentação e o factor genético. A obesidade e a diabetes também poderão ser factores a considerar.
A quantidade média de colesterol no sangue varia com a idade, tipicamente aumentando gradualmente até a pessoa chegar aos 60 anos de idade. Parece haver períodos em que os valores variam, aumentando, em média, no Inverno.
O colesterol é insolúvel em água, como tal também o é em sangue, deste modo para se movimentar na corrente sanguínea necessita de se ligar a lipoproteínas, classificadas segundo a sua densidade. As duas principais lipoproteínas utilizadas para o diagnóstico do colesterol são:
ü Lipoproteínas de baixa densidade (Low Density Lipoproteins ou LDL): supõe-se que são responsáveis por transportar o colesterol do fígado até as células de vários outros tecidos. Ultimamente tem sido apelidado, incorrectamente, de “mau colesterol” para se referir ao LDL que, de acordo com alguns estudos é o principal constituinte das placas de ateroma nos vasos sanguíneos (aterosclerose); por isso é importante apostar numa redução deste colesterol, para diminuir o risco de doença cardíaca;
ü Lipoproteínas de alta densidade (High Density Lipoproteins ou HDL): acredita-se que são capazes de absorver os cristais de colesterol, que se vão depositando nas paredes das artérias (retardando o processo de aterosclerose). São também responsáveis pela eliminação do colesterol presente no sangue. Os níveis altos deste componente reduzem o risco de doença cardíaca. O termo geral utilizado é o “bom colesterol” pois acredita-se que tem acções benéficas no organismo.
 
Por fim temos outro tipo de colesterol que são os triglicerídeos. Os triglicerídeos são outro tipo de gordura que se encontra na corrente sanguínea, são umas gorduras de ingestão alimentar. Normalmente, as pessoas com alto nível de triglicerídeos também têm um nível elevado de LDL-colesterol. Estudos recentes indicam que os triglicerídeos elevados podem aumentar o risco de doença cardíaca.
Pode também provocar pancreatite, que é uma lesão no pâncreas, provocada pelo excesso de gordura em circulação.
 


publicado por simply_misses às 10:16
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