Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

...

No dia 14 de Maio o nosso grupo concretizou uma actividade já há muito adiada.

concluimos o cartaz que dava parte do nosso projecto aos colegas que passasem pela sala (B7)....

 

aQUI ESTÁ.....

 


publicado por simply_misses às 13:01
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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

Entrevista com a nutricionista Parte II

 

1.       O que se entende por diabetes?
 
Corresponde a uma alteração, diabetes não é uma doença só, há vários tipos de diabetes, agora o que têm em comum é uma alteração dos valores da glicemia, há uma hiperglicemia, há um aumento dos valores do açúcar no sangue, é isso que se define como glicemia. Em termos da diabetes nós podemos ter uma diabetes tipo I, uma diabetes do tipo II, uma diabetes estacional, e depois uma série de diabetes, que acho que é só para fazer confusão e não vale a pena falar agora. A diabetes tipo I é uma diabetes que normalmente aparece durante a infância, não quer dizer que não possa aparecer na idade adulta, mas é normal durante a infância e a adolescência. Não é uma doença “ambiental”, ou seja, não é uma doença que tenha a ver com a alimentação nem com a falta de exercício, quando é uma diabetes tipo I, ela aparece normalmente por uma virose, um vírus, é muito semelhante aquilo que podia acontecer com a gripe, portanto a probabilidade de alguém ter uma diabetes tipo I é exactamente a probabilidade de ter uma gripe, ou outra coisa qualquer. Não, não podem olhar e dizer: “ Aí, aquele era muito guloso, por isso, é que lhe aconteceu”, até porque não tem rigorosamente nada a ver. A diabetes tipo II sim, já tem a ver com estilos de vida, os obesos são muito mais propensos a ter diabetes tipo II do que qualquer outra pessoa. O excesso alimentar, por isso, é que a obesidade predispõe para a diabetes, o excesso alimentar, a falta de exercício e a ingestão aumentada dos açúcares. A diabetes estacional e fisiológica, acontece durante a gravidez, tem a ver com o factor idade, tem a ver com uma história familiar, tem a ver com a ingestão alimentar, tem a ver com a falta de exercício físico.
Em termos de sintomas, numa tipo I, muito rapidamente, e normalmente ninguém aguenta os sintomas numa tipo I mais que uma semana e meia. Dá uma perda de peso marcadíssima, dá uma sede muito aumentada, uma fome muito aumentada por isso, as pessoas vão muito rapidamente à urgência, ela não passa despercebida. Uma tipo II pode andar ali latente durante anos e anos, sem uma pessoa se dar conta, até que os sintomas realmente aumentados, ficam exacerbados à medida que as glicemias sobem, e então os sintomas são o aumento de fome, aumento da sede, uma perda de peso muito acentuada e uma perda de forças. E isto acontece porquê? Acontece por que há uma hormona que se chama insulina e esta hormona insulina o que faz? Faz com que o açúcar na forma da glicose, entre nas nossas células. Na diabetes o que é que acontece? Acontece que ou há pouca quantidade desta hormona, pouca quantidade de insulina, ou a hormona que existe não funciona nas melhores conduções, e então faz com que o açúcar que está em circulação não consiga entrar todo dentro das células, este açúcar que continua em circulação no sangue, ele vai ter que ser eliminado via renal, através da urina, por isso é necessário uma grande quantidade de água para mandar este açúcar cá para fora, daí a pessoa ter muita sede. Se o açúcar não entra dentro das células, as células entram numa situação de “fome”, tem necessidade de comer mais, só que quando mais a pessoa come mais açúcar tem no sangue para eliminar cá para fora, por isso mais sede tem, passa a vida a urinar à casa-de-banho, tem necessidade de urinar muitas vezes, por isso é outra sintoma da diabetes: é urinar várias vezes. E depois tem uma perda de peso por que é assim, a pessoa come, até come muito, mas essa comida não é aproveitada, por isso, tem que haver uma combustão, tem que haver um gasto das nossas reservas gordas, e a pessoa vai perder peso. Em termos técnicas isto chama-se uma polifagia – que é o aumento da fome, uma polidipsia – que é o aumento da sede, e uma poli ureia - que é o aumento do volume urinário. O tratamento da diabetes. Pode necessitar de uma medicação, e quando é uma diabetes tipo I em que deixou de haver produção da insulina tem que ser administrada insulina, não há outra forma do diabético sobreviver, claro que depois também precisa de medidas em termos de exercício físico e em termos alimentares, e elas são exactamente iguais àquilo que iremos falar para uma diabetes tipo II. Na diabetes tipo II vai depender se há uma diminuição de produção de insulina ou se essa insulina está a funcionar mal, e a medicação não será por uma administração de insulina numa primeira fase, numa fase posterior poderá ser ou não, mas numa fase inicial não será, será com uma medicação ou para estimular o pâncreas a produzir insulina, se a diabetes foi provocada por uma diminuição da produção da insulina, ou por uma medicação no sentido de melhorar a acção daquela insulina que está a ser produzida. Além disso, o exercício físico, porque ajuda, porque melhora a acção da insulina e diminui a resistência que as próprias células possam fazer à acção da insulina, e também por uma correcção em termos de factores alimentares, e está correcção passará exactamente por que? Passará por uma divisão equilibrada da quantidade de hidratos de carbono, a quantidade de açúcar, açúcar de forma vulgar não é açúcar de açucareiro, o açúcar que vem do arroz, do pão, da massa, das batatas, da fruta, do leite ou dos equivalentes e dos vegetais, ao longo do dia. Terá que evitar os alimentos que são muito ricos em açúcar; começar a refeição por um bom prato de sopa, como factor de saciedade, e porque as fibras têm a vantagem de no intestino formarem uma espécie “cobertor” ao longo da bossa mucosa intestinal e de fazerem com que a glicose que está disponível para a absorção passe mais lentamente para o sangue; será por controlar rigorosamente a quantidade de hidratos de carbono que é ingerido ao longo do dia, fazer com que ela seja mais ou menos constante em todas as refeições para que não haja grandes picos em termos da glicemia; por diminuir a quantidade de gorduras porque normalmente a diabetes, quando é diabetes tipo II, é típica de quem tem excesso de peso, está associado normalmente ao perfil empírico alterado da hipertensão, por isso será também corrigido os valores do sal, por isso usar pouco sal em termos de confecção e evitar os alimentos que são muito ricos em sal, por exemplo, os enchidos, os fumados, as conservas, as bolachinhas de água e sal, as águas gaseificadas e por aí adiante. E será, por exemplo, diminuir na quantidade de gorduras que a pessoa ingere, ingerir alimentos que pode retirar as gorduras e a pele da carne e do peixe; diminuir a quantidade de carne ou peixe que ingere à refeição; evitar os fritos e cozinhados com muita gordura; preferir, por exemplo, as caldeiradas, os grelhados, os estufados, aprender a dosear a quantidade de arroz, de massa ou batatas ou leguminosas no prato e, tentar não sobrepor com o pão ou então equilibrar as quantidades de forma a poder comer o pão e o restante do arroz ou massa, dependendo das quantidades que terão que fazer por refeição; será o dosear as quantidades de fruta e não comer 4 ou 5 peças de fruta duma vez, porque isso vai levar a um aumento muito significativo de açúcar no sangue; será olhar para os doces como alimento para dia de festa e não uma coisas para comer todos os dias; substituir os sumos por água; passar a dosear, sobretudo nos adultos, que bebem bebidas alcoólicas à refeição, passar a beber em quantidades moderadas, e a quantidades moderada será um copo de vinho de 150ml nas mulheres uma vez por dia e nos homens um ao almoço e um ao jantar, isto não é descriminação, é que o fígado do homem e tem uma maior capacidade para metabolizar o álcool em ralação ao fígado da mulher, é basicamente é só isso.
 
  1. E a diabetes tem cura?
 
A diabetes é uma doença crónica, e como todas as doenças crónicas é para toda a vida. Agora pode, o diabético pode ter uma vida perfeitamente normal se cumprir com a medicação, a dieta e o exercício físico. Se não cumprir está “tramado” porque a diabetes ao longo do tempo é uma doença que vai ter muitas consequências. Vai ter consequências à níveis globais, pode levar à cegueira, por uma coisa que se chama retinopatia diabética e uma doença que pode conduzir a uma falência renal, é uma doença que se chama metropatia diabética, vocês de certeza que já ouviram falar numa coisa que se chama os insuficientes renais, que fazem, por exemplo, o tratamento da hemodiálise, uma grande parte, não são todos, há lá muito doente que não chegou à insuficiência renal pelos diabetes, mas seguramente 50% da população dos nossos insuficientes renais, foram por uma diabetes mal controlada. Vai atingir também o sistema circulatório, vai haver uma diminuição da sensibilidade nervosa, com uma coisa muito grave que se chama o “pé diabético”, e a maior parte dos diabéticos termina a sua vida com os pés, com os dedos e com as pernas amputadas, porque perdem a sensibilidade, deixam de sentir. Enquanto que, por exemplo, se um de nós for a caminhar na rua e entrar uma areia no sapato nós paramos e tiramos a areia do sapato que nos vai a magoar, um diabético que já tenha uma perda da sensibilidade, isto não acontece ao fim de um ano de diabetes, acontece ao fim de muitos anos de diabetes e normalmente com diabetes mal controlada, eles são capazes de ter um calhau, não é uma areia é um calhau, dentro do sapato, e caminham quilómetros com o pé em cima do calhau por que não deram conta, e se for preciso chegam ao final em que o calhau escavou um buraco fundo no pé e eles continuam sem dar conta. Eram capazes de pisar em cima de pregos ou em cima de brasas sem se darem conta. Por isso, é que a diabetes é uma doença realmente muito chata, é que realmente não dói, e a pessoa tende a descuidar-se porque não dói, e quando doer já é porque atingiram coisas e coisas às vezes irreversíveis. E coisas muito complicadas de tratar.
  1. Se for bem controlada?
                Se for bem controlada a pessoa tem uma vida normal sem problema nenhum, exactamente como se não tivesse diabetes, desde que realmente cumpra com a alimentação, a medicação e com o exercício físico e mal de nós se assim não fosse porque há diabéticos em que a diabetes é diagnosticada, e quando falamos dos tipo I, por exemplo, um ano de vida ou muitas vezes com alguns meses de vida, com dois, com três, com quatro, com cinco, com dez anos!             Se essa pessoa achasse que ia ter uma vida negra pela frente, coitada, não vai ter uma vida perfeitamente normal se cumprir. Se não cumprir espera realmente uma caminhada muito difícil.
  1. A diabetes também pode levar ao coma?
                É assim, há duas situações, os valores de açúcar no sangue normais estão entre os 70mg/dl e 110mg/dl, claro que nos diabéticos há umas toleranciazinhas para à margem superior que é normal., mas quando andam mais ou menos dentro destes valores não há problema nenhum, quando o açúcar desce muito abaixo dos 70mg/dl a pessoa pode entrar numa coisa que se chama coma, o coma hipoglicémico, que é por baixa de açúcar, mas também se os valores vão muito acima, e há diabéticos a chegarem aos 200mg de açúcar por dl podem entrar num coma que é hiperglicémico, que são as duas situações extremas, as duas são más e as duas podem matar, mas são reversíveis.
                Claro que quem chegue aos 700mg/dl vai ter que fazer insulina, não lhe adianta cortar na comida, por que ele já não está consciente. E só devia mesmo fazer insulina para baixar aquele açúcar e depois por juízo da cabeça daquela pessoa ensiná-la a tratar a doenças. Isto não acontece só pela ingestão alimentar, a diabetes é afectada por situações de stress, por patologias, por exemplo, às vezes basta a pessoa ter uma simples infecção e os valores de açúcar já vão subir por acção dessa infecção. Por isso, há factores que vão ajudar que os factores subam, não é sempre olhar para o diabético e os valores subiram e achar que o “desgraçado” comeu demais ou que não tomou a medicação. Há que ouvir e ver porque é que as coisas aconteceram e analisar todos os factores em simultâneo. Não vou olhar para um isoladamente e as coisas vão correr mal. Quando é a baixa do açúcar também tem que ser dada uma medicação que vai funcionar exactamente ao contrário da insulina, que se chama glucagão, que é uma hormona é uma outra hormona que vai funcionar ao contrário da insulina, que vai fazer com que o açúcar suba no sangue, porque o açúcar baixou muito e vai ser necessário subir esse açúcar. Nas duas situações, no coma hipoglicémico, vai ser administrada uma hormona que actua ao contrário da insulina para fazer subir os valores do açúcar; quanto ao coma por excesso de açúcar tem que ser administrada insulina para fazer baixar aqueles valores do açúcar. Mas isto é as duas situações extremas. Agora o diabético tem sintomas aí no meio, quer duma coisa quer doutra, e aprende a reconhece-las e aprende a tratá-las e aprende sobretudo, o mais normal é ser a baixa do açúcar, e isso acontece normalmente por coisas, ou pessoa faz uma dose de medicação superior à que devia fazer ou fez muito exercício físico, ou comeu muito menos aquilo que devia comer, e então o açúcar vai descer, mas ao descer vai começar a dar dor de cabeça, a dar muita fome, a pessoa vai ficara tremer e isso são sintomas de que tem que ir comer e se a pessoa for comer, e a primeira coisa a fazer é comer um alimento doce tipo um pacote ou dois de açúcar num copio de água de imediato, isso vai corrigir a glicemia, vai fazer com que o açúcar no sangue suba, e se a seguir comer um pão ou umas bolachinhas que vão estabilizar os valores do açúcar, não vai acontecer nada, nunca vai chegar a coma, porque corrigiu antes. Quando os valores estão a subir, a pessoa tem que avaliar porque subiram, e ver o factor que explica aquela subida e tentar compensar isso antes, e poderá fazer uma administração de insulina, se for um diabético insulina dependente, poderá tentar fazer uma caminhada para baixar aqueles valores do açúcar, agora a caminhada não é para fazer só quando tem 500 ou 600, aí o doente não aguenta, é para fazer quando está nos valores dos 200 ou 300.
  1. Qual o valor máximo que o diabético consegue atingir?
 Não sei responder. Isso é variável. Mas há registos na ordem dos 600/700.
  1. E aí já começa a ser grave?
                É muito grave. Aí é gravíssimo. Aliás há valores tão altos que as máquinas de glicemias não lêem, dizem apenas alto. Nós não sabemos quanto é.
  1. E eles têm que tomar insulina toda a vida?
                Os insulino dependentes têm que tomar todos os dias várias vezes ao dia. Aqueles que são insulina dependentes, e quando estamos a falar sobretudo das crianças e dos adolescentes como têm uma vida muito activa, eles chegam a fazer seis administrações por dia.
 
  1. E às vezes tem que ser antes de comer alguma coisa.
                Quando eles têm um esquema intensivo é antes de comer, e essa seria a forma mais correcta de fazer porque permitiria uma liberdade em termos de ingestão alimentar muitos grandes, mas isso pressupõe também que seja um diabético muito bem comportado. Que saiba exactamente quanto vai comer, quanto é que aquele alimento tem em termos de hidratos de carbono, em termos de açúcar, para fazer a dose de insulina suficiente para metabolizar aquela quantidade de açúcar que irá comer. Agora isto será um diabético em 300 ou 400, já estou a ser demasiado optimista. Eu trabalhei 7 anos numa unidade de diabéticos num hospital central e tinha meia dúzia de diabéticos a fazerem este tipo de administração de insulina, a calcularem a quantidade – meia dúzia?! Menos… tínhamos para aí 2 ou 3 – a fazerem exactamente, elas calculavam a quantidade de hidratos de carbono que iam comer e faziam a administração de insulina anterior á ingestão dessa quantidade de hidratos de carbono, mas tem que ser pessoas muito capazes, isto não pode ser feito por qualquer diabético, nem numa fase inicial, porque não têm capacidade para conseguir fazer este tipo de auto-controlo, saber exactamente o que vai comer a seguir. Normalmente eles têm que fazer basicamente, e nenhum deles escapa a isso, a fazer uma administração de manhã e outra á noite, isto será o básico. E depois há vários tipos de insulina, há a insulina de acção lenta, de acção mais lenta, de acção rápida, há misturas entre a rápida e a lenta, depende muito do tipo de insulina que está a fazer. Claro que este tipo de correcções de que estou a falar são sempre feitas com uma de rápida. E qual é a diferença? É que a lenta pode ter um ciclo de actuação até 24h, a rápida em 2 ou 4 horas – é o tempo de duração delas, por isso é para aquilo que a pessoa vai comer, por isso é sempre com essa rápida que se fazem as correcções.
            Agora terá que ser realmente um diabético muito controladinho. Agora quando eles fazem uma administração antes do almoço, antes do lanche, antes do jantar, outra antes da ceia, é sempre com a rápida, o que não quer dizer que não tenha que fazer uma de acção lenta na mesma, por exemplo de manhã para lhe dar cobertura e depois ás vezes á noite. Por isso se fizerem aí e fizerem as outras, refeição a refeição, já estão a contar 7 administrações por dia. Isto é muito variável, há quem faça apenas uma, mas nunca num tipo I, por exemplo num tipo II, pode fazer uma administração de comprimidos e outra de insulina, poderá fazer 2,3,4,5 e depois depende do esquema que o especialista determinar para esse diabético. E normalmente são diabéticos que são seguidos numa consulta de uma especialista, e a especialidade chama-se endocrinologia, e só um endocrinologista poderá definir exactamente o tipo de tratamento para esse diabético, que tipo de insulina deve fazer, o número de administrações e depois caberá é nutrição ajustar as quantidades de hidratos de carbono mediante as doses de insulina que estão determinadas para aquela determinada dose de hidratos de carbono.
 
33. Conheço uma pessoa diabética que toma sempre uma dose antes de cada refeição…
            Mas isso são doses fixas, porque a maior parte dos diabéticos fazem, doses fixas. O especialista que os segue, o médico que os segue determinada por exemplo de manhã faziam 10 unidades, ao almoço faziam, sei lá, 5 unidades, mas normalmente a maior parte dos diabéticos já adultos, e que não têm uma diabetes tipo II, e que ainda tenham alguma produção de insulina própria, fazem uma administração de manhã e uma á noite e que normalmente é antes da refeição, porque eles vão precisar dessa insulina para o açúcar que vão ingerir àquela refeição. São unidades fixas, são por exemplo, imaginemos, 16 de manhã e uma 10 á noite, ou umas 12 de manhã e uma 6 á noite. Por isso não tem problema nenhum, é uma questão de reajustar as coisas quando são doses a fixar. Depois há ainda aqueles diabéticos que fazem um DX, que é uma picadinha no dedo, para verem o valor do açúcar que têm e a dose de insulina que vão tomar. Que está calculado e lhes é dado pelo médico, os valores de referência e eles vêem quanto têm e dentro daqueles valores de referência onde é que está o valor que obtivera e depois vão fazer a administração da insulina consoante o valor de açúcar que têm no sangue naquele momento, mas isso também pressupõe que o diabético tenha uma certa capacidade de entendimento de decidir exactamente como lidar com as coisas. Isso chama-se um esquema de correcção, ás vezes têm na mesma as unidades fixas, eles têm por exemplo 10 unidades fixas, e depois consoante o valor, esteja acima de 120, acima de 180, acima de 240, acima dos 300, estou a dar valores fictícios, ele irá dar mais 1 unidade, ou 2, ou 3, ou 4, ou 5, consoante aquilo que o médico definiu. Por isso ele irá dar as 10 mais 2, ou as 10 mais 3 ou as 10 mais 4, consoante os valores que tinha. 
 
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publicado por simply_misses às 11:50
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Terça-feira, 27 de Maio de 2008

Hipocolesterolémia

 

            Os níveis anormalmente baixos de colesterol são chamados de hipocolesterolémia. As pesquisas sobre os danos que pode causar esta condição, ainda não são suficientemente precisos, embora surgiram relãoção com a depressão, cancro e hemorragia cerebral.
 

 


publicado por simply_misses às 10:58
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Hipercolesterolémia

 

Refere-se a níveis aumentados de colesterol na corrente sanguínea. Condição com elevadas concentrações de LDL-colesterol, que se encontra associado á formação das palcas de ateroma, principal causa das doenças cardiovasculares. Em contraste com o HDL-colesterol que tem sido identificados como um mecanismo pelo qual o colesterol pode ser removido do ateroma.
            A Associação Americana do Coração relaciona os seguintes níveis de colesterol sanguíneos totais em jejum e o risco de doenças cardíacas.
 

Nível em mg/dL
Nível em mmol/L
Risco de doença cardíaca
<200
<5,2
Nível desejável: menor risco de doença cardíaca
200-239
5,2-6,2
Limiar de alto risco
>240
>6,2
Nível não-desejável: alto risco

 
 
 
 
 
 
 
 
 
O nível desejável de LDL é menos do eu 100 ml/dl embora em novo alvo de >70 mg/dl pode ser considerado para indivíduos em alto risco.
O nível ideal de colesterol HDL é de > 60 mg/dl.
 
 

 


publicado por simply_misses às 10:54
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Controle do Colesterol

 

Alteração da dieta alimentar e no estilo de vida poderá ser o suficiente para atingir o nível de colesterol desejado. Noutros casos, poderá ser aconselhado pelo médico o auxílio de medicação.
            No entanto mesmo após conseguir atingir o objectivo de reduzir o colesterol deve continuar a seguir as recomendações do seu médico a fim de manter um nível de colesterol saudável. Pois é provável que o nível de colesterol tenha tendência para subir se não for mantido sob controlo.
 
 
Alimentação
 
            A mudança de hábitos alimentares poderá ser o ponto de partida para o tratamento do excesso de colesterol. Reduza as quantidades de gordura, especialmente gorduras saturadas (a manteiga, o leite gordo, os gelados e algumas carnes). Escolha produtos vegetais, tais como legumes de folhas verdes e frutas, assim como os cereais, são os alimentos ricos em fibras e que não contêm colesterol. Opte por produtos lácteos com baixo teor de gordura ou magros.
Deve sempre, no entanto, consultar um nutricionista que poderá delinear um plano de dieta mais correcto, tendo em conta o seu perfil. O excesso de peso pode afectar os níveis de colesterol, por isso peça ao seu médico que lhe informe do seu peso ideal.
O consumo de álcool pode afectar os níveis de colesterol e triglicerídeos. Converse com o seu médico para saber quais as quantidades que lhe são permitidas.
 
 
 
Exercício Físico
 
            A prática de exercício físico é benéfica em muitos sentidos. Especificamente no caso do colesterol, pratique natação, caminhe, ande de bicicleta, pratique ténis. Tudo contribui para o aumento do nível do HDL- colesterol, diminui o nível de triglicerídeos e poderá baixar o nível de LDL-colesterol. Um esquema de treino regular poderá ajudar também a perde peso e a eliminar gorduras do nosso organismo. Deverá consultar o seu médico antes de iniciar algum programa de treino.
 

Medicação
 
            Se alterou os seus hábitos alimentares, os seus hábitos de vida, deixou de fumar e, mesmo assim, não obteve resultados favoráveis no que respeita aos níveis de colesterol e triglicerídeos, então o seu médico poderá sugerir-lhe uma medicação destinada a regular os valores. Mas antes terá que realizar um diagnóstico tendo em conta os diversos factores de risco, susceptíveis de serem controláveis (alimentação, exercício, hábitos tabagisticos), a sua idade, o seu estado de saúde actual e efeitos secundários do medicamento.
 
 
 

publicado por simply_misses às 10:53
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Controle dos Colesterol

 

Alteração da dieta alimentar e no estilo de vida poderá ser o suficiente para atingir o nível de colesterol desejado. Noutros casos, poderá ser aconselhado pelo médico o auxílio de medicação.
            No entanto mesmo após conseguir atingir o objectivo de reduzir o colesterol deve continuar a seguir as recomendações do seu médico a fim de manter um nível de colesterol saudável. Pois é provável que o nível de colesterol tenha tendência para subir se não for mantido sob controlo.
 
 
Alimentação
 
            A mudança de hábitos alimentares poderá ser o ponto de partida para o tratamento do excesso de colesterol. Reduza as quantidades de gordura, especialmente gorduras saturadas (a manteiga, o leite gordo, os gelados e algumas carnes). Escolha produtos vegetais, tais como legumes de folhas verdes e frutas, assim como os cereais, são os alimentos ricos em fibras e que não contêm colesterol. Opte por produtos lácteos com baixo teor de gordura ou magros.
Deve sempre, no entanto, consultar um nutricionista que poderá delinear um plano de dieta mais correcto, tendo em conta o seu perfil. O excesso de peso pode afectar os níveis de colesterol, por isso peça ao seu médico que lhe informe do seu peso ideal.
O consumo de álcool pode afectar os níveis de colesterol e triglicerídeos. Converse com o seu médico para saber quais as quantidades que lhe são permitidas.
 
 
 
Exercício Físico
 
            A prática de exercício físico é benéfica em muitos sentidos. Especificamente no caso do colesterol, pratique natação, caminhe, ande de bicicleta, pratique ténis. Tudo contribui para o aumento do nível do HDL- colesterol, diminui o nível de triglicerídeos e poderá baixar o nível de LDL-colesterol. Um esquema de treino regular poderá ajudar também a perde peso e a eliminar gorduras do nosso organismo. Deverá consultar o seu médico antes de iniciar algum programa de treino.
 

Medicação
 
            Se alterou os seus hábitos alimentares, os seus hábitos de vida, deixou de fumar e, mesmo assim, não obteve resultados favoráveis no que respeita aos níveis de colesterol e triglicerídeos, então o seu médico poderá sugerir-lhe uma medicação destinada a regular os valores. Mas antes terá que realizar um diagnóstico tendo em conta os diversos factores de risco, susceptíveis de serem controláveis (alimentação, exercício, hábitos tabagisticos), a sua idade, o seu estado de saúde actual e efeitos secundários do medicamento.
 
 
 

publicado por simply_misses às 10:30
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A que se deve o aumento dos níveis do colesterol?

 

           Associa-se normalmente o excesso de peso ao excesso de sangue na corrente sanguínea, erradamente. Por outro existe ainda aqueles que têm uma dieta saudável mas no entanto têm o colesterol elevado, e não percebem porquê.
            O que surge é que o colesterol elevado pode atingir qualquer pessoa, mesmo que seja uma pessoa activa ou magra, jovem ou idosa.
            Existe sempre o factor da má alimentação, mas na verdade o factor hereditário é muito mais comum na maioria das pessoas.
            O programa de educação sobre o colesterol nos EUA em 1987, sugere que os níveis totais de colesterol no sangue sejam:
 
            < 200 mg/dl colesterol sanguíneo total normal
 
200-239 mg/dl limite de colesterol total
 
>240 mg/dl de colesterol total alto
 
            <180 mg/dl de triglicerídeos normais
 
 
 
 
A idade também é um factor de risco, nos EUA os mais velhos são os que registam maior incidência de doenças cardíacas, pelo que vão beneficiar de uma diminuição dos níveis de colesterol. No caso das mulheres na menopausa, estas apresentam níveis de colesterol inferiores ao dos homens na mesma idade. O colesterol aumenta com a idade, até aos 60 anos, mas nas mulheres, geralmente após os 50 anos passam a ter, geralmente, níveis totais de colesterol superiores aos dos homens.

publicado por simply_misses às 10:27
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Função do colesterol

 

              O colesterol faz parte das membranas celulares, sobretudo a nível cerebral. Existe em grande quantidade no fígado, pois grande parte do colesterol é de origem hepática. 
            Faz parte de todas as membranas das nossas células, por isso é extraordinariamente importante e seria mais grave uma situação de carência do que propriamente numa situação de excesso. Faz parte do esqueleto das nossas hormonas, da vitamina D e dos sais biliares.
 
 

 


publicado por simply_misses às 10:20
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Colesterol

 

          Qualquer um pode ter os níveis de colesterol demasiado alto. De facto, uma em cada cinco pessoas tem colesterol elevado, o que significa que existem maiores risco de desenvolver uma doença cardíaca. E uma vez que afecta tanto os mais jovens como os mais velhos, é importante que sejam feitos exames de diagnóstico.
            Segundo a Sociedade Portuguesa de Aterosclerose, todas as pessoas com mais de 20 anos devem fazer análises ao colesterol, pelo menos, cada 3 a 5 anos. Dependendo do risco de doença cardíaca, o médico poderá recomendar-lhe um controlo mais regular.
O colesterol é uma gordura sanguínea, do ponto de vista químico um álcool integrante na fórmula de alguns lípidos, encontrado nas membranas celulares de todos os tecidos do copo humano, é necessária em termos de circulação, é necessária para o esqueleto das hormonas, para os sais biliares, etc.
A palavra “colesterol” deriva do grego chole – (bile) e stereos (sólido), e o sufixo químico –ol para um álcool, pois os investigadores identificaram o colesterol pela primeira vez na sua forma sólida em pedras de vesícula biliar.
A maior parte do colesterol presente no nosso corpo é sintetizada pelo organismo, sendo apenas uma parte adquirida pela dieta. Alguns alimentos fornecem quantidades suplementares de colesterol que poderão ser superiores às quantidades que o organismo necessita. Alimentos como carnes, queijo gordo, leite, manteiga, ovos, etc.
O colesterol é mais abundante no fígado, medula espinal, cérebro e placas de ateroma (nas artérias).
O colesterol tem um papel fundamental em muitos processos bioquímicos, no entanto é mais associado ás doenças cardiovasculares, como sendo a gordura que provoca a aterosclerose, ou então pela hipercolesterolémia, os níveis altos de colesterol no sangue.
Embora a presença de determinadas quantidades de colesterol no sangue seja essencial á saúde, quando em excesso, poderá tornar-se bastante prejudicial. Se os seus níveis de colesterol forem elevados, tem mais propensão para sofrer de uma doença cardíaca. Há muitas razões que explicam o seu aumento, entre as quais a má alimentação e o factor genético. A obesidade e a diabetes também poderão ser factores a considerar.
A quantidade média de colesterol no sangue varia com a idade, tipicamente aumentando gradualmente até a pessoa chegar aos 60 anos de idade. Parece haver períodos em que os valores variam, aumentando, em média, no Inverno.
O colesterol é insolúvel em água, como tal também o é em sangue, deste modo para se movimentar na corrente sanguínea necessita de se ligar a lipoproteínas, classificadas segundo a sua densidade. As duas principais lipoproteínas utilizadas para o diagnóstico do colesterol são:
ü Lipoproteínas de baixa densidade (Low Density Lipoproteins ou LDL): supõe-se que são responsáveis por transportar o colesterol do fígado até as células de vários outros tecidos. Ultimamente tem sido apelidado, incorrectamente, de “mau colesterol” para se referir ao LDL que, de acordo com alguns estudos é o principal constituinte das placas de ateroma nos vasos sanguíneos (aterosclerose); por isso é importante apostar numa redução deste colesterol, para diminuir o risco de doença cardíaca;
ü Lipoproteínas de alta densidade (High Density Lipoproteins ou HDL): acredita-se que são capazes de absorver os cristais de colesterol, que se vão depositando nas paredes das artérias (retardando o processo de aterosclerose). São também responsáveis pela eliminação do colesterol presente no sangue. Os níveis altos deste componente reduzem o risco de doença cardíaca. O termo geral utilizado é o “bom colesterol” pois acredita-se que tem acções benéficas no organismo.
 
Por fim temos outro tipo de colesterol que são os triglicerídeos. Os triglicerídeos são outro tipo de gordura que se encontra na corrente sanguínea, são umas gorduras de ingestão alimentar. Normalmente, as pessoas com alto nível de triglicerídeos também têm um nível elevado de LDL-colesterol. Estudos recentes indicam que os triglicerídeos elevados podem aumentar o risco de doença cardíaca.
Pode também provocar pancreatite, que é uma lesão no pâncreas, provocada pelo excesso de gordura em circulação.
 


publicado por simply_misses às 10:16
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Palestra com o Ortopedista

 

No dia 14 de Maio, pelas 15h15, estava marcada mais uma apresentação do produto final do nosso projecto “Doenças do Séc. XXI”, uma palestra com a presença de um convidado especial o Dr. Carlos Mendes, médico ortopedista no hospital de Fafe.
A palestra tinha como tema principal “Doenças Reumáticas e Doenças Profissionais”, que tinha como objectivo abordar as doenças reumáticas e profissionais que incidem mais na nossa faixa etária.
O tema era de extrema relevância para a nossa comunidade escolar na medida em que muitas destas comorbilidades podem ser evitadas, e em caso de se manifestarem podem ser extremamente incapacitantes a longo prazo.
No entanto não podemos contar com a presença da turma __, que não puderam comparecer ao local, avisando previamente, devido á necessidade de cumprir com o programa da disciplina leccionada nessa hora. Convidamos então por esse motivo, uma outra turma que estaria numa aula de e.fisica, pois seria mais fácil dispensar a aula, visto ser uma convocação de última hora. A turma nesse dia não ia ter aula, pois o professor não poderia comparecer, mas assegurou-nos que iria comunicar á professora substituta a actividade para que estavam convocados. No entanto nenhum dos alunos apareceu no local marcado, o anfiteatro do bloco A.
No entanto a falta não foi grave visto que o médico convidado para a palestra não compareceu no recinto escolar.
Como tal esta actividade ficou sem efeito, e mais uma vez tivemos a nossa apresentação arruinada.

publicado por simply_misses às 10:07
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Apresentação do Filme "Away From Her"

 

No dia 2 de Maio estava previsto, como parte da apresentação do produto final do nosso projecto “Doenças do Séc. XXI”, a visualização do filme “Longe Dela” de Sarah Polley.
Uma longa-metragem que retrata as mudanças na vida de um casal, cujo um dos cônjuges sobre de Alzheimer. O filme mostra-nos como a doença progride e afecta, não só o paciente, mas também as pessoas que o rodeiam e amam e que sofrem as consequências de uma doença que não tem cura. É um drama intenso, tocante, realista e acima de tudo funciona como um “despertador de consciências”; na medida em que alerta para esta realidade a que todos estamos sujeitos.
Por tudo isto, mas não só, achamos de relevância apresentar este filme como parte do nosso produto final.
Como tal convidamos a turma 57 para se juntar á nossa turma no anfiteatro do bloco A pelas 11h e 45m, para desfrutar de um serão não só instrutivo do ponto de vista prático, mas também agradável, para descomprimir das preocupações diárias.
A turma convidada apresentou-se no local um pouco depois da hora marcada, no entanto não foi por aí que pecamos. A apresentação não correu como pretendido, enfrentamos problemas técnicos, mais especificamente não conseguimos aplicar a legendagem no filme. Como a maior parte dos presentes não entende, em pleno, a língua estrangeira, original do filme, a apresentação deste produto final foi no mínimo desastrosa. O barulho foi intenso, assim como o uso de telemóveis, a atenção era portanto quase nula. Pensamos que nesse ponto os nossos colegas podiam ter sido um pouco mais respeitosos relativamente ao nosso trabalho, pois é um projecto de todos, para todos, e todos entendemos que por vezes nem tudo corre como esperado, o que não é razão para desistir.
Penso que a mensagem não passou de maneira nenhuma, o que lamentamos imenso pois a intenção era, a nosso ver, necessária e acima de tudo nobre.
Fica a aqui o nosso pedido de desculpas a todos aqueles que pretendiam de facto absorver algo com esta experiencia e que não puderam assistir a esta apresentação.

 


publicado por simply_misses às 10:04
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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Stress

 

         O stress é o resultado de uma reacção que o nosso organismo tem quando estimulado por factores externos desfavoráveis. A primeira coisa que acontece com o nosso organismo nestas circunstâncias é uma descarga de adrenalina, e os órgãos que mais sentem são o aparelho circulatório e o respiratório.
         No aparelho circulatório a adrenalina promove a aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia) e uma diminuição do tamanho dos vasos sanguíneos periféricos. Assim, o sangue circula, mais rapidamente para uma melhor oxigenação, principalmente, dos músculos e do cérebro já que ficou pouco sangue na periferia, o que também diminui sangramentos em caso de ferimentos superficiais.
         No aparelho respiratório, a adrenalina promove a dilatação dos brônquios (broncodilatação) e induz o aumento dos movimentos respiratórios para que haja maior capitação de oxigénio, que vai ser mais rapidamente transportada pelo sistema circulatório, também devidamente preparado pela adrenalina. Quando o perigo passa, o nosso organismo para com a super produção de adrenalina e tudo volta ao normal.
         Existe dois tipos de stress: o stress positivo e o stress negativo. O stress positivo, que é gerado quando estamos ansiosos, trabalhando por algo que nos trará alguma saciedade ou felicidade futuras. Mas o stress bom, que é gerado com um abatimento ou sensação de pânico., um quadro de exaustão ou fadiga.
 
 
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publicado por simply_misses às 20:45
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Causas

 

         As causas são:
·         Ameaças súbitas: incêndios, explosões, acidentes;
·         Violência;
·         Perda de estabilidade económica;
·         Dificuldades sexuais;
·         Doenças prolongadas;
·         Morte de pessoas próximas;
·         Mudanças imprevistas;
·         Aquisição de dívidas e de compromissos difíceis de honrar;
·         Conflitos permanentes no trabalho ou em casa.
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publicado por simply_misses às 20:42
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Os sintomas físicos

 

         Os sintomas físicos são:
·         Perda de apetite;
·         Cefaleias e enxaquecas;
·         Taquicardia;
·         Tensão muscular;
·         Hipertensão arterial;
·         Dores urinárias;
·         Perda do apetite sexual.
 
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publicado por simply_misses às 20:41
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Principais sintomas psicológicos

 

         Os principais sintomas psicológicos são:
·         Aparição de medos e fobias;
·         Ruminação de medos e ideias (remoer pensamentos);
·         Apatia;
·         Aumento do consume de bebidas alcoólicas;
·         Aparecimento de rituais compulsivos.
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publicado por simply_misses às 20:40
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Medidas para combater o stress

 

         O combate ao stress não é fácil, mas existem algumas medidas que aliviam e podem ajudar muito, quaisquer que sejam as medidas indicadas, o reconhecimento do problema é o primeiro passo para a cura.
·         Fazer exercício físico ou praticar desporto regularmente. Baixa a tensão arterial e alivia as tensões causadas peço stress;
·         Arranjar um hobby ou passatempo, isto ajuda a desviar a atenção e alivia o stress;
·         Controlar a dieta, melhorando os hábitos alimentares, diminuindo o consume de álcool e deixar de fumar,
·         Conversar mais com outras pessoas, melhorar o relacionamento, isto não cura mas alivia tensões;
·         Fazer férias, se for possível, e deixar de se preocupar em demasia.
 
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publicado por simply_misses às 20:24
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.Este blog foi idealizado no âmbito do projecto "Doenças do séc. XXI", que estamos a desenvolver na área curricular Área de Projecto do 12º ano, da Escola Secundária de Fafe. Agradecemos desde já a colaboração de todos que tornaram este trabalho realidade.

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