Sexta-feira, 28 de Março de 2008

Dê sangue, Salve uma Vida

Ontem, dia 27 de Março de 2008, é o Dia Nacional dos Dadores de Sangue.
            Nada mais apropriado que relembrar que as doações de sangue são mais que bem-vindas, são necessárias.
            Se reúne todas as condições para ser dador de sangue e ainda não o fez por favor preste atenção. Existem vidas que dependem da boa vontade daqueles que se encontram de boa saúde.
Se tem alguma dúvida ou pretende saber onde e como se tornar dador de sangue visite o site http://www.ipsangue.org onde encontrará a resposta para estas e outras dúvidas.

 


publicado por simply_misses às 13:47
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 Artrites idiopáticas juvenis


publicado por simply_misses às 13:45
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O que são artrites idiopáticas juvenis (AIJ)?

         As artrites idiopáticas juvenis são de origem desconhecida e constituem um grupo heterogéneo de doenças que se iniciam antes dos 16 anos de idade e que se caracterizam pela presença de artrite de uma ou mais articulações persistente durante, pelo menos, seis semanas.
         O conhecimento destas doenças ainda é limitado.
         São consideradas doenças autoimunes, cuja origem envolve factores genéticos, imunológicos e ambientais.

publicado por simply_misses às 13:43
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Classificação das artrites idiopáticas juvenis

         Há diferentes classificações, em função das características clínicas e laboratoriais detectadas nos seis primeiros meses de evolução da doença.
 
ØArtrite sistémica: artrite acompanhada ou precedida de febre diária com picos quotidianos de 39ºC, no mínimo durante três dias, acompanhada por um ou mais dos seguintes sinais:
-Exantema eritematoso, fugaz, não fixo;
-Adenomegalias generalizadas;
-Hepato ou esplenomegalia (aumento de volume do baço);
-Serosite (inflamação da membrana serosa).
 
ØOligoartrite: artrite que afecta uma a quatro articulações nos primeiros seis meses da doença. A oligoartrite persistente afecta não mais de quatro articulações em todo o curso da doença. A oligoartrite alargada afecta um total cumulativo de cinco ou mais articulações após os primeiros seis meses da doença.
 
ØPoliartrite com factores reumatóides negativos: artrite que afecta cinco ou mais articulações durante os primeiros seis meses de doença, com factores reumatóides IgM (é um anticorpo que indica uma infecção a decorrer) persistentes negativos.
ØPoliartrite com factores reumatóides positivos: artrite que afecta cinco ou mais articulações durante os primeiros seis meses de doença, com factores reumatóides IgM persistentemente positivos.
 
ØArtrite psoriática: artrite associada à psoríase (doença cutânea caracterizada por descamação epidérmica provocada pela inflamação crónica da derme) ou artrite associada a pelo menos dois dos seguintes sinais:
-Dactilite, com tumefacção de um ou mais dedos, geralmente de distribuição assimétrica, que se estende para além da margem articular;
-Ponteado ungueal ou onicólise (desprendimento das unhas);
- História familiar de psoríase em familiar de primeiro grau.
 
·        Artrite relacionada com entesite: artrite e entesite com dor à palpação na inserção de tendão, ligamento, cápsula articular ou fáscia no osso; ou artrite e entesite com, pelo menos, dois dos seguintes factores:
-Dor à palpação da(s) sacroilíaca(s) e/ou espondilalgia inflamatória;
-Presença de HLA-B27;
-História de doença associada ao HLA-B27, como espondilartrite anquilosante, sacroileíte associada com doença inflamatória do intestino ou uveíte anterior aguda, em familiar de primeiro ou segundo grau;
-Uveíte anterior aguda;
-Sexo masculino;
-Idade superior a 8 anos quando do início as sintomatologia do
alarme.
 
·             Outras artrites: artrites com causa desconhecida, com duração igual ou superior a seis semanas e que não são classificáveis em nenhuma das anteriores ou que podem ser classificáveis em mais de uma das categorias anteriores.
 

publicado por simply_misses às 13:40
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Quais são os factores de risco?

         Não são conhecidos factores de risco determinantes. É muito raro acontecer antes dos seis meses de idade. Sendo as AIJ de etiologia desconhecida, não é possível a prevenção primária.

publicado por simply_misses às 13:39
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Como se tratam?

         Normalmente é necessária a intervenção de uma equipa multidisciplinar e coordenada, onde a colaboração da família é fundamental.
                O tratamento das AIJ engloba múltiplos factores, desde a educação da criança e da família, a terapêutica farmacológica, a medicina física e reabilitação, vigilância oftalmológica e estomatológica e, até, por vezes, cirúrgica.
       O apoio psicológico e social ao doente e à família também é muito importante.
       Entre as medidas terapêuticas gerais incluem-se:
·        Medidas para combater a dor e a rigidez matinal;
·        Promoção de posturas e posicionamentos articulares correctos;
·        Uso de talas para prevenir as deformidades;
·        Realização de programa diário de exercícios;
·         Dieta equilibrada;
·        Adequação das actividades físicas;
·        Práticas desportivas;
·        Cuidados com a boca e dentes.
         É também importante a prevenção e tratamento de eventuais complicações extra-articulares, nomeadamente da uveíte, aguda ou crónica, das alterações do crescimento, da osteoporose e da amiloidose secundária.
         O acompanhamento da evolução das AIJ deve ser periódico, por pediatra e reumatologista, oftalmologista e estomatologista. São também necessários exames laboratoriais periódicos e, sempre que adequado, radiografias das articulações afectadas.
         Periodicamente deve também ser feita a avaliação da capacidade funcional e da qualidade de vida do doente.

publicado por simply_misses às 13:34
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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

 Artropatias Microcristalinas


publicado por simply_misses às 13:44
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O que são artropatias microcristalinas?

         São um grupo de doenças cujas manifestações clínicas e alterações patológicas se devem à deposição de cristais minerais nos tecidos músculo-esqueléticos.
         São causa frequente de disfunção renal.
         Há vários tipos de artropatias, entre as quais se destaca a gota úrica.

publicado por simply_misses às 13:39
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O que é a gota úrica?

         É uma doença que resulta da deposição de cristais de monourato de sódio nos tecidos, devida à supersaturação dos fluidos extracelulares em ácido úrico.
         A situação pode ser assintomática ou causar artrite aguda ou crónica, tofos gotosos, nefropatia com insuficiência renal e urolitíase.

publicado por simply_misses às 13:26
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Quais são os factores de risco?

         A gota úrica é uma consequência da hiperuricémia. Esta pode dever-se a uma produção excessiva de ácido úrico ou uma deficiência na sua excreção. Estão identificadas diversas causas:
·         Insuficiência renal;
·         Hipertensão arterial;
·         Hiperparatiroidismo;
·         Uso de fármacos, como diuréticos, ciclosporina A, pirazinamida, etambutol e salicilatos em doses baixas.
 
         As pessoas com maior risco de desenvolver gota úrica são as que:
·         Consomem grandes quantidades de purinas de dieta, associada ao consumo de proteínas animais;
·         Ingerem álcool em excesso;
·         Usam fármacos como as tiazidas e alguns tuberculostáticos;
·         Têm compromisso da função renal;
·         Apresentam desidratação ou acidose;
·         Têm risco de exposição a nefrotóxicos como o chumbo;
·         Sofrem de doenças hematológicas com produção celular excessiva.

publicado por simply_misses às 13:12
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Quem são os indivíduos mais afectados pela gota úrica?

         A gota úrica primária é muito frequente nos homens. Nas mulheres, praticamente só surge após a menopausa.

publicado por simply_misses às 13:11
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Como se diagnostica?

         O diagnóstico definitivo das artropatias microcristalinas baseia-se na identificação dos cristais típicos.
         Na gota úrica o diagnóstico precoce é importante, pois o tratamento adequado, incluindo o controlo de hiperuricémia, é eficaz na prevenção de complicações da doença.

publicado por simply_misses às 13:09
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Qual é o tratamento da gota úrica?

         O tratamento tem por base medidas gerais e terapêutica hipouricemiante. Entre as medidas gerais estão:
·         Tratamento da obesidade – emagrecimento;
·         Tratamento das alterações metabólicas associadas – exemplo diabetes, dislipidémias;
·         Redução da ingestão de alimentos ricos em purinas e de bebidas alcoólicas.
 
         O tratamento hipouricemiante é necessário quando:
·         A hiperuricémia é superior a 11 miligramas por decilitro;
·         Há acessos de gota;
·         Há tofos gotosos;
·         Há nefropatia;
·         Há urolitíase.
 

publicado por simply_misses às 12:55
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Domingo, 16 de Março de 2008

Qual é o tratamento?

         Os tratamentos para a osteoporose são:
·      Reposição hormonal – Importante tanto durante a prevenção quanto durante o tratamento. O estrogénio reduz o risco de fracturas em mulheres com osteoporose;
·      Administração de cálcio – Para quem já tem a doença, o cálcio pode ser dado em dosagens de 1 mal a 1,5 mil miligramas por dia, com recomendação médica;
·      Calcitonina – è uma hormona que tem em função de evitar que o cálcio saia dos ossos. Evita-se assim o processo de corrosão;
·      Actividade física, correctamente orientada (por um educador física), também é usada como em parte importante no tratamento e controle de osteoporose, podendo reduzir ou até, estabilizar a perda de massa óssea do indivíduo.

publicado por simply_misses às 21:25
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Como se previne?

         As formas de prevenir esta doença são:
·      Fazer exercício físico regularmente. Actividades desportivas aeróbicas são as mais recomendadas;
·      Dieta com alimentos ricos em cálcio (como leite e derivados), verduras (como repolho e brócolos), camarão, salmão e ostras;
·      A reposição hormonal do estrogénio em mulheres na menopausa consegue evitar a osteoporose.

publicado por simply_misses às 21:23
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Quais são os factores de risco?

         Quem se encontra em maior risco de desenvolver a doença são:
·      Mulheres;
·      Fumadores;
·      Consumidores de álcool ou café em excesso;
·      Diabéticos;
·      Os que se exercitam em excesso e os que não se exercitam.

publicado por simply_misses às 21:19
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Epidemiologia

         Estima-se que mundialmente 1 em cada 3 mulheres e 1 em cada 5 homens acima da idade dos 50 tem osteoporose. Ela é responsável por milhões de fracturas anualmente, a maioria envolvendo vértebras lombares, quadril e pulso.

publicado por simply_misses às 21:12
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Quais são os sintomas?

         A doença progride lentamente e raramente apresenta sintomas. Se não forem feitos exames sanguíneos e de massa óssea, é percebida apenas quando surgem as primeiras fracturas, acompanhadas de dores agudas. A osteoporose pode, também, provocar deformidades e reduzir a estatura do doente.

publicado por simply_misses às 21:09
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Fisiopatologia

         O aparecimento da osteoporose está ligado aos níveis hormonais do organismo. O estrogénio – hormona feminina, também presente nos homens, mas em menor quantidade – ajuda a manter o equilíbrio entre a perda e o ganho de massa óssea.
         As mulheres são as mais atingidas pela doença, uma vez que, na menopausa, os níveis de estrogénio caem bruscamente. Com isso, os ossos passam a incorporar menos cálcio (fundamental na formação do osso), tornando-se mais frágeis. Para cada quatro mulheres, somente um homem desenvolve esta patologia.
         Embora pareçam estruturas inactivas, os ossos modificam-se ao longo da vida. O organismo está constantemente fazendo e desfazendo ossos. Esse processo depende de vários factores como genética, boa nutrição, manutenção de bons níveis de hormonas e prática regular de exercícios. As células ósseas (osteócitos) são as responsáveis pela formação do colagénio, que dá sustentação ao osso. Os canais que interligam os osteócitos permitem que o cálcio, essencial para a formação óssea, saia do sangue e ajude a formar o osso.
          A densidade mineral de cálcio é reduzida de 65% para 35% quando a osteoporose se instala. O canal medular central do osso torna-se mais largo. Com a progressão da osteoporose, os ossos podem ficar esburacados e quebradiços. O colagénio e os depósitos minerais são desfeitos muito rapidamente e a formação do osso torna-se mais lenta. Com menos colagénio, surgem espaços vazios que enfraquecem o osso.

publicado por simply_misses às 21:07
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O que é a osteoporose?

         A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Ocorre quando a quantidade de massa óssea diminui substancialmente e desenvolve ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fracturas. Faz parte do processo normal de envelhecimento e é mais comum em mulheres que em homens.
         A osteoporose somente passa a preocupar quando começam os riscos de fracturas. As mais comuns são:
  1. Coluna vertebral – Pessoas idosas podem fracturar as vértebras da coluna com frequência. A chamada “corcunda de viúva” é uma de formação comum e pode até levar à diminuição de tamanho do doente;
  2. Pulso – Por ser um ponto de apoio, é uma área no qual as fracturas acontecem normalmente. Os ossos sensíveis têm pouca estrutura para sustentar o peso do corpo quando cai;
  3. Quadril – As fracturas de bacia são difíceis de cicatrizar e podem levar à invalidez. Estudos mostram que em torno de 50% dos que fracturam o quadril não conseguem mais andar sozinhos;
  4. Fémur – Também muito comum entre os que desenvolvem a doença. É frequente tanto em homens quanto em mulheres, principalmente depois dos 65 anos. A recuperação costuma ser lenta

publicado por simply_misses às 20:57
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 Osteoporose


publicado por simply_misses às 20:43
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Que tipos de tratamento existem?

         O tratamento da osteoartrose é muito variada e visa, sobretudo, educar o doente, aliviar os sintomas, minimizar a incapacidade e evitar a progressão da doença.
·         Reabilitação – hidroterapia, tratamento termal, cinesioterapia, etc;
·         Terapêuticas farmacológicas – dirigidas aos sintomas e que podem ser de aplicação local, sistémica, intra-articular e periarticular;
·         Artroclise – lavagem articular;
·         Cirurgia ortopédica – numa fase mais ou menos precoce pod4e corrigir desvios anatómicos ou anomalias articulares que impliquem sobrecarga e, numa fase tardia, a substituição, no todo ou em parte, por uma prótese.
         A osteoartrite pode ser diagnosticada, tratada e monitorizada nos centros de saúde. São estes que referenciam os doentes para as consultas de reumatologia, ortopedia e fisiatria, em função dos sintomas.

publicado por simply_misses às 20:42
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Pode ser detectado precocemente?

 
         A detecção precoce é limitada, isto é, nem sempre há associação entre a intensidade das manifestações clínicas e a gravidade detectada nos exames radiológicos.
         A doença pode ser detectada precocemente através de artroscopia (método de diagnóstico invasivo) e de ressonância magnética.

publicado por simply_misses às 20:39
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Como é que se diagnostica?

         Através da história clínica e da radiografia. Isto é, o diagnóstico tem por base alterações radiográficas típicas em doentes com queixas de dor articular, geralmente mecânica, rigidez e, quase sempre, um grau maior ou menor de limitação da mobilidade e da função da articulação.

publicado por simply_misses às 20:37
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Quais são as articulações mais atingidas pela osteoartrite?

         As articulações mais atingidas são:
·         Os segmentos cervical e lombar da coluna vertebral;
·         A articulação carpometacarpiana do primeiro dedo da mão;
·         As articulações interfalângicas proximais e distais dos dedos da mão;
·         As articulações coxofemorais;
·         As articulações dos joelhos;
·         A articulação metatarsofalângica do primeiro dedo do pé.
 

publicado por simply_misses às 20:35
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Há formas de prevenir?

         Pode corrigir-se os factores de risco identificáveis. Por exemplo:
·         Tratar a obesidade;
·         Corrigir anomalias articulares, congénitas ou do desenvolvimento, os desvios axiais e as dismetrias dos membros;
·         Evitar sobrecarga articular e os traumatismos repetitivos, mesmo que de pequena amplitude, com particular cuidado para as ocupações que impliquem a flexão do tronco e a elevação de pesos;
·         Fortalecer os quadricípetes (grande músculo da coxa);
·         Tentar a correcção de defeitos proprioceptivos (relativos ao funcionamento dos receptores sensoriais) que causam anomalias biomecânicas repetidas ao longo da vida.

publicado por simply_misses às 20:31
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Quais são os factores de risco?

         Os principais factores são:
 
·         Idade - Clara associação ao envelhecimento;
 
·        Hereditariedade - A herança genética é um factor importante componente na causa da osteoartrose, particularmente na sua forma poliarticular, e, que são afectadas várias articulações. Ou seja, as pessoas que têm parentes com osteoartrite generalizada apresentam maior risco de desenvolver a doença;
 
·        Obesidade - O excesso de peso corporal pode estar associado com o desenvolvimento de osteoartrite nos joelhos em ambos os sexos. De qualquer maneira, a sobrecarga de peso acentua a dor nas articulações dos membros inferiores e da coluna lombar;
 
·        Disfunções hormonais – A predominância de osteoartrite poliarticular no sexo feminino sugere que este tipo de problema articular na mulher pode ser favorecido por alterações hormonais. Aliás, essa doença parece ocorrer com maior frequência após a menopausa;
 
·         Hipermobilidade – Indivíduos com excesso de amplitude de movimentos, devido a muita flexibilidade nas articulações, apresentam maior risco de desenvolver osteoartrite;
 
·        Doenças das juntas (artropatias) e outras doenças – as enfermidades que causam inflamação das articulações (artropatias) podem ocasionar osteoartrite secundária. Têm sido documentadas algumas associações entre osteoartrite e diabetes mellitus. Além disso, as doenças que alteram a estrutura da articulação estão fortemente relacionadas ao aparecimento e à progressão de osteoartrite.
 
·        Trauma – O trauma de forte intensidade é uma causa comum de osteoartrite de joelho, principalmente quando afecta os ligamentos ou os meniscos. Quando um menisco é retirado (meniscectomia), há risco de desenvolvimento de osteoartrite. Os riscos aumentam com o avanço da idade, com predisposição e com a época da meniscectomia. Em alguns casos, a doença pode se instalar em indivíduos mais jovens.
 
·        Uso repetitivo – Determinadas tarefas no trabalho podem agravar a dor nas articulações comprometidas. As actividades que precisam ser executadas em posição ajoelhada, por exemplo, costumam acentuar a osteoartrite de joelhos.

publicado por simply_misses às 20:28
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Qual é a sua causa?

         A osteoartrose acontece quando o organismo deixa de conseguir reparar as múltiplas agressões e lesões sofridas pelas articulações.

publicado por simply_misses às 20:27
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O que é a osteoartrose?

         A osteoartrose (também conhecida por artrose) afecta as articulações importantes para a funcionalidade, como as das mãos, joelho, anca, coluna vertebral e pé.
         É a principal causa de incapacidade da pessoa idosa e está associada, neste grupo etário, outras doenças também incapacitantes.

publicado por simply_misses às 20:26
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 Osteoartrose


publicado por simply_misses às 20:20
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Como se trata?

         A maioria das doenças reumáticas periarticulares é autolimitada, melhorando em semanas, e curável. Apenas alguns doentes mantêm queixas por mais de seis meses.
         Não há um tratamento universal e não há evidência científica sobre qual é a abordagem mais eficaz.
         Os objectivos da terapêutica são, essencialmente, aliviar a dor e reduzir a incapacidade.

publicado por simply_misses às 20:20
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Quais são os sintomas?

         Dor localizada em áreasjusta-articulares, exacerbada por determinados movimentos, o que a distingue das patologias articulares.

publicado por simply_misses às 20:19
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Como prevenir?

          A prevenção das doenças reumáticas periarticulares relacionadas com actividades de desporto e lazer passa pelo respeito de medidas como:
·         Escolha do desporto adequado;
·         Selecção do equipamento apropriado;
·         Planeamento do programa de exercício em função das características antropomórficas do indivíduo.
         O diagnóstico precoce da doenças reumáticas periarticulares depende da caracterização da dor e da incapacidade que lhe está associada, as doenças reumáticas periarticulares podem surgir isoladamente ou associadas a doenças sistémicas, como a especificidade terapêutica.

publicado por simply_misses às 20:18
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Quais são os factores de risco?

         As doenças reumáticas periarticulares relacionam-se com o desempenho de actividades laborais ou de desporto e lazer. Contudo, e independentemente das circunstâncias em que surgem, as pessoas mais afectadas são as que sofrem cronicamente traumatismos de baixo impacto e repetitivos.

publicado por simply_misses às 20:17
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O que são doenças reumáticas periarticulares?

         As doenças reumáticas periarticulares (DRP), também chamadas dos tecidos moles ou abarticulares, são um grupo alargado de síndromes clínicas músculo-esqueléticas dolorosas que resultam de patologia que pode envolver bolsas serosas, tendões e bainhas tendinosas, músculos e fáscias.
         São frequentemente provocadas por lesões repetitivas, habitualmente provocadas por traumatismos relacionados com o trabalho.

publicado por simply_misses às 20:16
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 Doenças Reumáticas Periarticulares


publicado por simply_misses às 20:07
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Entrevista com a nutricionista Parte I

           No âmbito das temáticas relacionadas com a alimentação para uma vida saudável, concretizamos uma entrevista com a Dr. Dulce Lemos, que exerce as suas funções como nutricionista no Centro de Saúde de Fafe, e que gentilmente nos respondeu a um diversificado e extenso inquérito.
Que se tornou extremamente útil e esclarecedor, não só a nível do que pretendíamos mas também a nível de cultura geral. Apresentamos a primeira parte.
 
 
1.      O que se entende por obesidade?
Por obesidade entende-se por um excesso de massa gorda.
 
2.      Quais são as principais causas?
Pode ser um factor genético, que não é o mais normal, que é aquele factor que toda a gente procura para realmente achar uma justificação para o excesso de massa gorda que tem, mas aquilo que é mais normal é haver um desiquilíbrio entre aquilo que é a ingestão alimentar e, aquilo que o seu gasto calórico em termos de resposta às suas necessidades individuas. A quantidade de energia que a pessoa ingere é muito superior à quantidade de energia que a pessoa tem capacidade de gastar. Como o nosso organismo não sabe lidar doutra forma com o excesso, acumula em massa gorda.
 
3.      E as consequências?
As consequências... A primeira consequência é psicológica. Porque eu não acredito que ninguém gosta de se olhar ao espelho e ver três ou quatro vezes o volume que deveria ter. E isso começa a ter consequências psicológicas porque a pessoa começa a ter muitas dificuldades em lidar com a sua imagem corporal. Depois tem consequências directas em termos de saúde. Há um aumento da propensão para a diabetes, para a dislipidemia, para a hipertensão. Há uma sobrecarga ossea, porque é assim... os nossos ossinhos (coitadinhos!!!) não estão... imaginando numa pessoa que o peso devia ser 60kg e de repente tem 100kg, o esqueleto não está preparado para aguentar com 100kg em cima... em termos das articulações e da massa ossea começa a ter dificuldades em termos de movimento e depois isto começa a ter consequências sociais, também, porque é assim que nós somos uma sociedade “mazinha”, e não aceitamos os gordos tão bem como isso. Apregoamos uma sociedade de igualdade mas descriminamos os gordinhos e, eu tenho obesos cá na consulta que tiveram que deixar de trabalhar porque eram gordos.
 
4.      O que é o metabolismo?
O que é o metabolismo?... É assim, o metabolisno é a capacidade que o nosso organismo tem de gastar energia. Normalmente não se define assim exactamente como só metabolismo, define-se como metabolismo basal ou dispendio energético em repouso. E corresponde à quantidade de energia que o nosso organismo gasta em repouso. Isto é, quando nós não estamos a fazer nada. Imaginando, por exemplo, quando estamos deitadinhos a dormir e é a quantidade de energia que o nosso organismo gasta nessa situação e corresponde a manter todas as funções vitais: manter o sangue a circular, o coração a bater, os pulmões a fazer a nossa respiração, as nossas celulazinhas a crescerem, as trocas gasosas todas a nível das nossas células, isso é exactamente aquilo que definimos por metabolismo basal.
 
5.      De que forma está relacionado com a obesidade?
É assim... O metabolismo basal define uma quantidade de energia gasta, gasta para manter as nossas funções vitais. Quando esse metabolismo é baixo significa que o gasto energético total, a esse metabolismo basal nós vamos sempre acrescentar uma série de factores que vão aumentar esse gasto energético, tem a ver com a falta de actividade e com uma série de outros factores, mas se o metabolismo basal já é baixinho a pessoa nunca vai poder ter um consumo energético muito elevado porque senão, vai acumular aquilo que está em excesso, por isso, quem tem um metabolismo basal mais baixo está mais predisposto a ser obeso se ingerir energia a mais. Mas não quer dizer que vá ser, depende sempre da ingestão alimentar. Por isso, o metabolismo basal não define coisa alguma em relação à obesidade, a única coisa que pode definir é uma predisposição para. Mas a pessoa terá sempre um direito de intervenção, podendo controlar com a ingestão alimentar, mas não é fácil. E já vamos ver porquê.
 
6.      Sabemos que um metabolismo baixo é responsável pelo aumento de peso. Existem alguns indicadores que alertem para esse facto?
Para um metabolismo baixo? É assim, este metabolismo baixo pode ser de duas origens: pode ser patológico, pode estar ligado a alguma doença e quando assim é, pode ser corrigido e tem sintomas como, por exemplo, no caso do hipertiroidismo, que ele dá sintomas. Se é genético, ou seja, se já é normal da pessoa, se tem a ver com a sua informação genética, não tem sintoma nenhum.
 
7.      Quais as causas dessa “baixa” no metabolismo?
Pode ser por uma causa genética e aí não há uma baixa, o metabolismo mesmo sendo baixo é o metabolismo normal daquela pessoa. Quando é patológico, que é mais normal estar ligado a uma diminuição do metabolismo, é mesmo o hipertiroidismo, que é uma doença da tiróide em que há uma diminuiçao do funcionamento desta glândula, com uma baixa produção de hormonas, hormonas que estão ligadas ao funcionamento do nosso organismo e ao seu metabolismo o que o vão modificar, vai fazer com que haja um menor gasto, e para que não haja obesidade teria que estar ligado a uma menor ingestão alimentar, o que não acontecendo pode levar à obesidade.
 
8.      Quais as medidas a tomar para reverter esta situação?
Corrigir a patologia que está na origem dessa baixa no metabolismo e a partir daí fica tudo normal. E quando é por aí é muito fácil.
 
9.      Existem diferenças a nível do metabolismo entre homens e mulheres. Quais são e qual a razão?
Os homens têm um metabolismo basal superior às mulheres porque têm mais massa muscular, e a massa muscular é aquela massa que é metabolicamente activa, ou seja, é a massa que tem gasto energético, por isso, é que eles têm direito a ingerir mais calorias mesmo considerando o factor do metabolismo basal sobre as mulheres, pela sua constituição em termos de massa muscular que têm aumentada. Mas que é normal na constituição fisiológica do homem.
 
10. O funcionamento da tiróide também influência a massa corporal. Como?
Pode influênciar de duas formas. Quando a tiróide funciona mal, quer por excesso e se funciona mal por excesso, há um aumento do metabolismo basal e se a pessoa não tem uma ingestão alimentar de forma a compensar este aumento de metabolismo basal, vai haver um gasto das reservas, por isso vai haver uma diminuição de massa gorda. Se nós temos um mau funcionamento da tiróide mas por hipotiroidismo em que neste a tiróide está a funcionar por defeito, há uma diminuição no metabolismo, se a pessoa continua a ingerir a mesma quantidade de alimentos que ingeria, quando tinha o metabolismo normal, vai haver uma acumulação de gordura, por isso vai haver um aumento de massa gorda.
 
11. A obesidade é mais preocupante nas crianças ou na idade adulta?
            Nas duas. Nas duas, só que é assim quando olhamos para as crianças, olhamos para alguém que ainda tem um percurso muito grande pela frente. E normalmente aquilo que se sabe, pelos estudos feitos até agora, é que normalmente miúdos obesos vão dar adultos obesos. Por isso irão levar a um aumento da prevalência da obesidade na idade adulta. Por isso provavelmente olhando assim de vista grossa seria mais grave na infância, mas se nós olharmos à prevalência da obesidade, neste momento temos uma população adulta extraordinariamente obesa. Por isso dizer que é mais grave numa idade ou noutra não sei se me atrevo, mas a gravidade é igual. Agora tem que ser olhada de forma diferente, porque terá consequências diferentes consoante é na idade adulta ou na infância.
 
12. Em que idades esta doença é mais frequente?
            Em todas as idades. Nós temos idosos obesos, temos adultos obesos, temos adolscentes obesos e crianças obesas. Agora se nós formos procurar prevalências e estudos de prevalência, vamos encontrar mais na idade adulta e na infância, porque são aquelas onde é mais fácil de fazer os estudos. Durante a adolescência não temos tantos estudos como isso, porque há muitos factores que podem deturpar as prevalências. Mas é só por aí.
 
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publicado por simply_misses às 17:32
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Qual é o tratamento adequado?

         Não existe uma estratégia terapêutica eficaz para todas as formas de lombalgia. O tratamento depende de ser aguda ou crónica, da presença ou da ausência de radiculalgia (dor com origem nas raízes dos nervos), da origem da dor (discal, interapofisária posterior ou músculo-tendinosa) e do contexto socioprofissional e psicológico do doente.
         Nas lombalgias agudas, e excluídas os casos de cirurgia, o tratamento tem por objectivo aliviar a dor e pode incluir:
·         Repouso de curta duração;
·         Analgésicos,
·         Anti-inflamatórios não esteróides (AINE);
·         Miorrelaxantes em caso de contractura (contracção permanente e involuntária de um músculo).
 

publicado por simply_misses às 17:30
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Quais são os principais factores de risco?

         A lombalgia é um sintoma frequente na população em geral, estimando-se que entre 60 a 80 por cento da população seja afectada por uma crise no decorrer da vida.
         Os principais factores de risco são:
·         Idade superior a 45 anos;
·         Sexo feminino;
·         Tabagismo;
·         Alcoolismo;
·         Profissões que exigem esforços físicos importantes ou posturas prolongadas com a coluna em flexão e/ou rotação;
·         Factores psicológicos.

publicado por simply_misses às 17:26
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Quais as causas da lombalgia?

         As causas da lombalgia são múltiplas e apenas parcialmente conhecidas. Isto é, o mesmo sintoma – a dor – pode resultar de diferentes situações fisiopatológicas.
         A lombalgia pode ser aguda ou crónica, consoante persista por menos ou mais de três meses.

publicado por simply_misses às 17:12
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O que são raquialgias?

         As raquialgias consistem em dores na coluna vertebral. São as queixas reumáticas mais frequentes e um dos principais motivos de incapacidade antes dos 45 anos de idade. Podem ser de causa degenerativa, infecciosa, inflamatória, metabólica ou neoplásica.
         Os segmentos cervical e lombar são normalmente os mais afectados.
·         A cervicalgia deve-se, na maioria dos casos, à deterioração degenerativa ou à alteração funcional das estruturas musculoligamentares.
·         A lombalgia, que é um grave problema de saúde pública por afectar uma parte da população activa, é um sintoma e não uma doença.

publicado por simply_misses às 17:11
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 Raquialgias


publicado por simply_misses às 17:03
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Qual é o tratamento?

         O tratamento da maior parte das espondilartropatias seronegativas visa o alívio da dor, da rigidez e da fadiga, a manutenção de posturas adequadas e bons estados funcionais a nível físico e psicossocial.
         Além da informação e da educação do doente, faz também parte do programa de intervenção terapêutica a prática de exercícios (como a natação e exercícios indutores de extensão) ou de actividade desportiva regular.
         O exercício também é um factor determinante do prognóstico, com eficácia demonstrada na mobilidade da coluna dorsal e lombar e do bem-estar dos doentes, bem como a utilização de agentes físicos e o ensino de práticas de correcção postural.
         A terapêutica completa-se com o recurso a medicamentos e, nalguns casos, também à cirurgia, normalmente para substituição de algumas articulações.
         Os doentes com espondilartropatias seronegativas devem ser tratados por reumatologistas.

 

publicado por simply_misses às 17:01
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Como se diagnosticam?

         O diagnóstico é essencialmente clínico, embora a sua confirmação requeira, normalmente, o recurso a meios complementares de diagnóstico, como as radiografias.
         O diagnóstico precoce não é fácil, pois o tempo que decorre entre os primeiros sinais e sintomas da doença e o reconhecimento das alterações radiológicas típicas pode chegar a cinco anos.
         Alguns doentes podem apresentar apenas dor torácica e rigidez, sem evidência radiográfica de sacroileíte ou mesmo sem lombalgias inflamatória, o que dificulta ainda mais o diagnóstico.

publicado por simply_misses às 17:00
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Quais são os sintomas?

Os sintomas são:
·      Dor na coluna;
·      Dor nas articulações;
·      Dor lombar;
·      Rigidez.
 
 

publicado por simply_misses às 16:59
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Quais são os factores de risco?

         As espondilartropatias seronegativas aparecem normalmente em idades jovens, e, tendencialmente, e indivíduos do sexo masculino, embora seja cada vez mais comum em ambos os sexos.
         É também reconhecida alguma susceptibilidade genética em algumas destas doenças, havendo alguma tendência para a agregação familiar.

publicado por simply_misses às 16:58
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O que são as espondilartropatias seronegativas (EASN)?

São um grupo de doenças reumáticas crónicas que atingem preferencialmente a coluna vertebral e as articulações sacroilíacas, causando incapacidade em idades jovens.
         Neste grupo de doenças multi-sistémicas incluem-se:
·      Espondilite anquilosante;
·      Síndroma de Reiter;
·      Artrites reactivas
·      Artrite psoriática;
·      Espondilite associada às doenças inflamatórias do intestino.
 

publicado por simply_misses às 16:57
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 Espondilartropatias Seronegativas (EASN)


publicado por simply_misses às 16:53
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Como é que trata a fibromialgia?

         Deve ser tratada na rede de cuidados primários de saúde (centros de saúde).
         O prognóstico da doença é habitualmente bom.
         Os medicamentos usados com mais eficácia são os analgésicos, os antidepressivos tricíclicos e inibidores selectivos de recaptação da serotonina, os relaxantes musculares e os indutores do sono.
         A prática regular de exercício físico também é indicado.
         Por vezes são necessários outras formas terapêuticas, bem como a intervenção da reumatologia, psiquiatria e outras especialidades médicas ou diferentes profissionais de saúde.
         É uma doença que requer acompanhamento médico e avaliações periódicas relativamente à evolução das queixas e aos eventuais efeitos adversos da terapêutica. O acompanhamento depende da gravidade da fibromialgia e de outras doenças associadas.

publicado por simply_misses às 16:52
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Como se diagnostica?

         O diagnóstico é essencialmente clínico, servindo os meios complementares de diagnóstico para excluir outras doenças. Assenta, sobretudo, na presença de:
·      Dor músculo-esquelético generalizada, ou seja, abaixo e acima da cintura e nas metades esquerda e direita do corpo;
·      Dor com mais de três meses de duração;
·      Existência de pontos dolorosos à pressão digital em áreas simétricas do corpo e com localização bem estabelecida.
         Deve ser feito o diagnóstico diferencial com doenças reumáticas inflamatórias, disfunção tiroideia e patologia muscular.

publicado por simply_misses às 16:51
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Quais são os sintomas?

Os sintomas são:
Dores generalizadas;
Fadiga;
Alterações do sono;
Perturbações cognitivas

publicado por simply_misses às 16:50
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Quais são os factores de risco?

         As mulheres são cinco a nove vezes mais afectadas do que os homens. E a idade é outro factor, pois a fibromialgia inicia-se entre os 20 e os 50 anos, sobretudo, embora também possa afectar crianças e jovens em idade escolar.

publicado por simply_misses às 16:49
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O que é a fibromialgia?

         É uma síndrome músculo-esquelético crónica, não inflamatória e de causa desconhecida. Está na origem de uma incapacidade física e emocional, por vezes grave, que atinge cerca de 2% da população.
         Origina dor generalizada nos tecidos moles (músculos, ligamentos e tendões), mas não afecta as articulações e os ossos.
 

publicado por simply_misses às 16:48
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 Fibromialgia


publicado por simply_misses às 16:47
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Como se tratam?

         O tratamento varia de doença para doença, orientando-se pelo grau de gravidade. Estas doenças são potencialmente graves.
         Em todas o prognóstico é mais favorável se o diagnóstico for precoce e a terapêutica adequada.

publicado por simply_misses às 16:46
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Quais são os sintomas?

         As doenças reumáticas sistémicas formam um grupo heterogéneo, com poucas características comuns no que concerne à forma de apresentação, evolução clínica e tratamento. Os sintomas são, em geral, vagos e só raramente permitem o diagnóstico imediato.
         A maioria dos doentes refere:
·      Queixas músculo-esqueléticas discretas, como poliartralgias, com pouca fraqueza muscular;
·      Sintomas gerais, como febre, anorexia, mal-estar, fadiga e adinamia (prostração).

publicado por simply_misses às 16:46
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Quais são os factores de risco?

        Estas doenças são, no geral, mais frequentes nas mulheres. No entanto, algumas caracterizaram-se por surgir mais na população masculina, como é o caso de Behcet, a poliarterite nodosa e a granulomatose de Wegener.
         Apareceram habitualmente nos adultos jovens, entre os 30 e os 40 anos.
         Algumas vasculites ocorrem na idade infanto-juvenil.

publicado por simply_misses às 16:45
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Qual é causa destas doenças?

        A causa íntima destas doenças não é conhecida, mas presume-se que resulta da interacção entre factores genéticos e agentes ambientais não identificados.
         Nestas doenças há um defeito do sistema imunitário que se associa à presença de anticorpos nucleares e outros auto-anticorpos no soro e a lesões inflamatórias em diversos órgãos e sistemas.

publicado por simply_misses às 16:44
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O que são doenças reumáticas sistémicas?

       São um conjunto heterogéneo de doenças e síndromes. Como lúpus eritematoso sistémico, a síndrome de Sjorgren, a esclerose sistémica, a polimiosite/dermatomiosite e o extenso grupo das vasculites.

publicado por simply_misses às 16:43
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 Doenças Reumáticas Sistémicas


publicado por simply_misses às 16:41
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Como se tratam as doenças reumáticas?

       Os tratamentos apresentam terapêuticas diversificadas e, frequentemente, visam reduzir a dor e a incapacidade e melhorar o bem-estar e a qualidade de vida do doente.

publicado por simply_misses às 16:41
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Quais são os factores de risco das doenças reumáticas?

       Cada doença tem factores de risco específico. Há algumas patologias relacionadas com a prática de actividade laboral, de desporto e mesmo de lazer.
         Alguns de factores de risco comuns:
·      Idade;
·      Obesidade;
·      Tabagismo;
·      Ingestão de bebidas alcoólicas em excesso;
·      Ingestão

publicado por simply_misses às 16:40
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Quais são as principais doenças reumáticas?

Ø Doença reumática sistémica;
Ø Fibromialgia;
Ø Espondilartropatias seronegativas (EASN);
Ø Raquialgias;
Ø Doenças reumáticas periarticulares;
Ø Osteoartrose;
Ø Osteoporose;
Ø Artropatias microcristalinas;
Ø Artrites idiopáticas juvenis.

publicado por simply_misses às 16:39
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Como se manifestam?

         As formas mais comuns de manifestação das doenças reumáticas são a dor, a tumefacção e a limitação da mobilidade.

publicado por simply_misses às 16:39
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O que são doenças reumáticas?

        São doenças e alterações funcionais do sistema músculo-esquelético de causa não traumática.
         Há mais de uma centena de doenças reumáticas, cada qual com vários subtipos, onde se incluem as doenças inflamatórias do sistema músculo-esquelético, do tecido conjuntivo e dos vasos, as doenças degenerativas das articulações periféricas e da coluna vertebral, as doenças, metabólicas ósseas e articulares dos tecidos moles periarticulares e as doenças de outros órgãos e/ou sistemas relacionadas com as anteriores.
         As doenças reumáticas podem ser agudas, recorrentes ou crónicas e atingem pessoas de todas as idades. As mulheres, sobretudo a partir dos 65 anos, são quem mais sofre com as doenças reumáticas.
 

publicado por simply_misses às 16:36
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Doenças Reumáticas

 

publicado por simply_misses às 16:20
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Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Visita ao IPOdo Porto (9/01/2008)

 
No dia 9 de Janeiro de 2008 pelas 13h e 30 minutos o nosso grupo de alunas chegou ao instituto português de oncologia (IPO), na cidade do Porto, 30 minutos antes da hora marcada. O que acabou por ser o tempo necessário para encontrarmos o sitio certo, é verdade que andamos perdidas, o edifício é muito extenso e com alguns edifícios anexos ao principal. Como não tínhamos recebido qualquer notificação até a data do local e pessoa a quem nos deveríamos dirigir, a tarefa adivinhava-se muito complicada.
No entanto graças á amabilidade de todos os funcionários e profissionais de saúde conseguimos, após já termos quase visto todo o hospital, chegar ao local onde era suposto marcarmos presença. Ás horas certas lá estávamos, prontas para começar a visita.
 
Qual foi o nosso espanto ao verificar que não éramos as únicas a visitar as instalações nesse dia, e muito menos as únicas a pretender “constatar a realidade vivida nos hospitais que tratam doenças cancerígenas”. Mas sempre foi agradável a companhia e assim prosseguimos a jornada.
 
Inicialmente recebemos alguma informação, que acabou por se tornar muito útil, relativa aos hábitos de vida saudável. Uma pequena apresentação foi-nos explicada ao pormenor e foi de facto um momento muito instrutivo. Como pequenas alterações dos nossos hábitos e/ou rotinas podem fazer a diferença no futuro da nossa saúde.
 
Começamos, então de seguida, por visitar o hospital de dia, “um sector do Departamento de Oncologia Médica, que se destina à administração, em regime ambulatório e segundo o estado da arte, de terapêutica médica para a doença oncológica”; onde fomos imediatamente reconhecidas, devido a nossa falta de sentido de orientação, uma troca simpática de sorrisos. Guiaram-nos pelas alas do departamento, mostrando-nos as condições em que os doentes esperam pela sua sessão de tratamento, e posteriormente as salas de tratamento, especificamente o tratamento por quimioterapia.
 
 
De seguida fomos guiados até á zona da radioterapia, onde nos explicaram pormenorizadamente o procedimento usado neste tratamento para o cancêr. Que é bastante mais complexo do que imaginávamos, mostraram-nos como um pequeno erro de cálculo pode acabar com a vida do doente, ou incapacitá-lo para toda a vida. Estes profissionais têm muita responsabilidade depositada neles, e tenha a vida de muitas pessoas nas mãos, provavelmente todos os dias. É uma profissão de louvar, e que nem sempre é valorizada.
 
Por fim visitamos a secção onde realizam as ressonâncias magnéticas, onde de novo, e muito atenciosamente, dispensaram um pouco do seu tempo de trabalho para nos explicarem o procedimento, as técnicas, e tudo relacionada com a actividade que estávamos a observar. Vimos ainda uma menina a entrar para realizar o exame, muito nova, demasiado nova….
 
Em suma, gostamos muito da experiencia, fomos muito bem recebidas, o ambiente no hospital é fantástico, acolhedor, simpático e até alegre, tendo em conta todo o respeito que se deve as pessoas que preferem encarar a sua doenças da maneira mais difícil, todos temos direito á nossa individualidade.
 

publicado por simply_misses às 11:56
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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Prognóstico

            Sob observação e tratamento médicos apropiados, que evitam complicações como as infecções de algumas orgãos, a esperança de vida dos pacientes é só moderadamente diminuída.
             A idade em que se iniciaram os sintomas é o principal factor de prognóstico: quanto mais jovem, mais provável será deteriorização mais precoce. Outro factor será o subtipo de Esclerose Múltipla. Uma minoria poderá não ter um curso progressivo, outra minoria terá um desenvolvimento severo e rápido dos sintomas. Aqueles cujo primeiro sintoma foi a dificuldade visual também têm melhor prognóstico que outros que sofreram inicialmente de problemas de coordenação motora dos membros.
            O principal problema para o doente com Esclerose Múltipla é a progressiva disabilidade em que se encontra. Só um terço dos doentes será capaz de trabalhar normalmente após 20 anos. A maioria necessitará de utilizar cadeira de rodas para se movimentar antes de 20 anos do surgimento depois dos primeiros sintomas, e alguns antes de 6 anos.

publicado por simply_misses às 12:29
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Tratamento

            A Esclerose Múltipla não tem cura e a terapêutica está direccionada para atrasar a progressão e diminuir a disrupção na vida do paciente pelo alívio dos sintomas.          
            O tratamento adequada para aa Esclerose Múltipla começa por manter um bom estado de saúde geral, prosseguir uma vida activa, uma alimentação equilibrada, repouso suficiente, de modo a sentir-se bem, mantendo a forma física e psiquíca
            É também fundamental um programa de exercícios e ginástica muscular, na medida em que , ajuda os doentes a recuperarem dos surtos e a diminuir a tensão muscular. Exercícios de treino do equilíbrio, podem ajudar os doentes a tornarem-se mais auto-confiantes.
            Em virtude da evolução dada Esclerose Múltipla ser imprivisível as necessidades e as capacidadesvariam, assi m uma reavaliação médica periódica é fundamental. Os medicamentos são também imprescendíveis, nomeadamente os relaxantes musculares, pois permitem reduzir a tensão dos músculose e melhorar os movimetnos. Nos últimos anos utilizam-se diversos fármacos que actuamno sistema imunitário, chamados imunumoduladores, como Interferões-beta e o acetato de glatiramero, entre outros, que ajudam a modificar a alteração da doença.
            Para além das consequências e limitações a nível físico, inerentes à doença, são também muitas as psicológicas, para o doente e consequentemente, para o cuidador, deprssão e ansiedade são as masi frequentes. O grau de dependência que a Esclerose Múltipla desencadeia, assimas mudanças comportamentais da doenças, são factores que esgostam bastante os familiares e cuidadores do doenta de Esclerose Múltipla, levando muitas vezes a situações de solidão absoluta. De registar que a taxa de divórcios em famílias em um dos cônjuges é doente é bastante elevada. Neste sentido a psicoterapia individual e de grupo, assim como o aconselhamento, ajudam bastante para enfrentar todas as limitações causadas pela doença.

 

 


publicado por simply_misses às 12:12
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Quarta-feira, 5 de Março de 2008

Patologia

              As regiões desmielizadas são localizadas e assumem o aspecto de placas que mais tarde esclerosam.
            As lesões iniciais caracterizam-se por infiltração de leucócitos mononucleares, em volta das vénulas, incluindo linfócitos, plasmócitos, e desmielização individual dos axónios adjacentes.
            Lesões tardias são geralmente de todo um feixe de axónios.
            As lesões variam de localização com o tempo, havendo regeneração da mielina e formação de novos focos de agressão.


publicado por simply_misses às 11:38
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Epidemiologia

            A maioria dos casos é diagnosticada em adultos jovens entre os 20 e os 40 anos, sendo raros os diagnósticos em pessoas com menos e 15 anose com mais de 50 anos, sendo mais frequente nas mulheres do que nos homens. Na Europa, os países escandinavos são os mais afectados. A presença da doença num familiar significa possível predisposição genética, havendo 15 vezes maior probabilidade de contracção da condição.
            Estima-se mais de um milhão de casos mundiais diagnosticados, dos quais 450000 na Europa. Em Portugal haverá mais de 5000 casos diagnosticados.
 

publicado por simply_misses às 11:36
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Manisfestações clinicas

            Se existirem lesões no Sistema Nervoso Central, seja por doença ou traumaismo, a localização da lesão determina a natureza dos sintomas resultantes. Os sintomas aparecem devido à interrupção da condução dos impulsos nervosos entre Sistema Nervoso Central e o resto do corpo.
 
            Lesões no cérebro podem provocar:
·        Visão dupla;
·        Falta de força e de sensibilidade nos membros;
·        Falta do controlo dos movimentos finos das mãos: mão “inútil”;
·        Desequilíbrio;
·        Alterações de memória;
·        Fadiga.
 
            Lesões na espinal medula pedem provocar:
·        Entorpecimento e fraqueza dos membros;
·        Perturbações da bexiga;
·        Espasticidade;
·        Rigidez e sensação de membros pesados, dormência, dores, comichão;
·        Dificuldades de locomoção

publicado por simply_misses às 11:30
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Tipos de Esclerose Múltipla

Podemos considerar a existência de três grandes tipos de Esclerose Múltipla:
 
·        Esclerose Múltipla Surto/Remissão (Recorrente remissiva )
         A forma mais comum de Esclerose Múltipla em doentes com idade inferior a 40 anos é a Esclerose Múltipla por surtos e remissões, que ocorre em 60% dos casos. Os doentes sofrem “ataques” – também denominados surtos ou exacerbações – seguidos por períodos de remissão com recuperação completa ou quase completa. Chama-se surtos a ocorrência aguda de sintomas indicando atingimento do Sistema Nervoso Central, com duração de pelo menos 24 horas. O tipo de sintomas é muito vasto, porque depende da parte do Sistema Nervoso afectado. Podem ser leves e desaparecem sem tratamento, mas geralmente é necessário tratr com corticoesteriodes injectáveis. Os suros podem ocorrer separados por semanas, mese, ou mesmo anos, sem acumulação de incapacidade, mas com o mpassar do tempo podem tornar-se mais numerosos e intensoso. Esta forma não é muito debilitante, apesar de os doentes poderem entrar mais tarde numa fase progressiva.
 
·        Esclerose Múltipla Secundariamente Progressiva
Este tipo de Esclerose Múltipla resulta da evolução da forma anterior Surto/Remissão, por isso se chama secundariamente progressiva (cerca de 25% dos casos). Nesta fase, os doentes continuam a ter surtos mas a recuperação torna-se incompleta, originando uma deterioração progressiva da condição física ao longo do tempo. A continuação da progressão ocorre independentemente dos surtos e a incapacidade global aumenta gradualmente com o tempo, apesar de a velocidade de progressão da doença ser imprevisível.
 
·        Esclerose Múltipla Primariamente Progressiva
Os doentes cuja incapacidade de agrava continuamente sem surtos, remissão ou recuperação, sofrem de Esclerose Múltipla primariamente progressiva. Esta forma é comum em doentes que sofreram os seus primeiros sintomas após os 40 anos (cerca de 15% dos doentes com Esclerose Múltipla). É a forma mais incapacitante da doença e mais problemática quanto ao tratamento.

publicado por simply_misses às 11:21
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Esclerose Múltipla

Esclerose Múltipla é uma doença inflamatória crónica, desmielinizante e degenerativa, do sistema nervoso central que interfere com a capacidade do mesmo em controlar funções como a visão, a locomoção, e o equilíbrio, entre outros.
            Denomina-se Esclerose pelo facto de, em resultado da doença, se formar um tecido parecido com uma cicatriz, que endurece, formando uma placa em algumas áreas do cérebro e medula espinal.
            Denomina-se Múltipla, porque várias áreas dispersas do cérebro e medula espinal são afectadas.
            Esta doença causa uma piora geral do paciente, levando-o à fraqueza muscular, rigidez articular, dores articulares e descoordenação motora causando dificuldades para realizar vários movimentos com os braços e pernas, perda de equilíbrio em pé, dificuldade para andar, tremores e formigamente em partes do corpo.
            Em alguns casos pode causar insuficiência respiratória, incontinência ou retenção urínaria, alterações visuais graves, perda de audição, depressão e impot~encia sexual.
            Em estágios mais graves da doença, podemos observar um comprometimento respiratório, levando inclusive a episódios de infecção ou insuficiência respiratória, que devem ser tratados com atenção e rapidez, minimizando o desconforto do paciente e uma provável piora do seu estado geral.
            Exercícios para desobstruir os brônquios, exercícios para reexpansão pulmonar, reeducação diafragmática e da musculatura acessória, com uso de incentivadores respiratórios, são métodos utilizados para minimizar os desconfortos causados por esta patologia.

 
Etiologia
 
            As células nervosas possuem vários prolongamentos dos quais um deles, chamado axónio, é uma fibra longa, fina e flexível que transmite impulsos nervosos. Estes impulsos são sinais eléctricos conduzidos ao longo do comprimento do nervo. As fibras nervosas são longas, de forma a permitir que os impulsos sejam conduzidos entre partes distantes do corpo, como a medula espinal e os músculos.
            A maioria das fibras nervosas está envolvida por uma bainha isolante constituída por gorduras, denominados mielina, a qual actua de forma a acelerar a condução dos impulsos. A bainha de mielina contém interrupções chamadas “nós” chamados “Ranvier”. Ao saltar de “nó” em “nó”, a condução do impulso torna-se muito rápida do que se tivesse de ser efectuada ao longo de todo o comprimento da fibra nervosa. Os nervos mielinizados podem transmitir um sinal a velocidade tão elevadas como 100 metros por segundo – tão rápido quanto um carro de Fórmula 1.
            A perda de bainha de mielina que envolve o nevo origina vários sintomas, porque a transmissão dos impulsos nervosos é atrasada ou bloqueada, uma vez que tem agora de ser efectuada continuamente ao longo de toda a fibra nervosa. Uma área onde a mielina foi destruída é denominada lesão ou placa.
            Este atraso de condução nervosa e o “curto-circuito” dos impulsos nervosos provocados pelas lesões, originam vários sintomas relacionados com actividade do sistema nervoso.


publicado por simply_misses às 10:41
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Segunda-feira, 3 de Março de 2008

A Direcção

Queria agradecer ás pessoas amistosas que já colaboraram deixando aqui as suas opiniões relativamente a este blog... Mas agradeciamos que fizessem mais comentários.... Para atingirmos a percepção externa sobre o impacto que o tema, o projecto ou o blog têem nas pessoas que os procuram... Participem connosco....

 

Com os melhores cumprimentos

A direcção

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publicado por simply_misses às 22:35
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Sábado, 1 de Março de 2008

A obesidade em números

Mais de 50% da população mundial será obesa em 2025 caso não sejam tomadas medidas sérias para prevenir e tratar a doença.
Existem cerca de 300 milhões de pessoas obesas no mundo e cerca de 1 bilhão já estará acima do peso aconselhado para a sua altura e idade. Quanto á obesidade infantil, os números revelam que 22 milhões de crianças com menos de 5 anos em todo o mundo são obesas.
 

 

 

Na maioria dos países da Europa, a obesidade, afectando 10 a 40 % da população adulta, é considerada a epidemia em maior crescimento.
 
Em Portugal, um em cada três adultos tem excesso de peso e um em cada 8 é obeso.
 

 

Relativamente á infância, Portugal é o 2º país, a seguir á Grécia, com a maior taxa de excesso de peso e obesidade infantil da Europa. Cerca de 31,5% das crianças portuguesas (dos 7 aos 9 anos) têm excesso de peso ou são obesas. São dados preocupantes que exigem a implementação de medidas eficazes no sentido de prevenir e tratar esta doença.
 

 
Tabela 6. Prevalência do excesso de peso e obesidade em crianças portuguesas dos 7 aos 9 anos
 
Sexo
Excesso de Peso
Obesidade
Total
Feminino
21,40%
12,30%
33,70%
Masculino
19,10%
10,30%
29,40%
Total
20,30%
11,30%
31,50%
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publicado por simply_misses às 18:24
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Tratamento

            O tratamento inicia-se com a identificação e quantificação do problema e proposta terapêutica.
            Mudar os hábitos alimentares e de estilo de vida é um começo aconselhável. Praticar uma dieta saudável, seguida de perto por um nutricionista e manter uma actividade física regular e moderada. É também aconselhado o tratamento psicológico e o tratamento através de fármacos, indicados por um especialista.
            De qualquer maneira ficam aqui alguns conselhos de como manter uma dieta equilibrada, sem excessos, que deve ser praticada não só por pessoas com problemas com o seu peso, mas para toda a gente. Pois não nos devemos esquecer que tudo o que fazemos hoje se reflectirá no futuro, podemos comer de tudo, desde que saibamos como fazê-lo.
 
           . Faça um mínimo de três refeições por dia, sendo uma delas o pequeno-almoço
 
           . Inclua frutas e /ou vegetais em todas a refeições
 
           . Inclua cereais, especialmente cereais integrais (pão de mistura) e produtos lácteos na sua alimentação diária (leite meio gordo, queijo fresco, iogurtes).
 
            . Prefira as carnes magras e o peixe
 
            . Utilize pouco sal na comida
 
            . Use gorduras insaturadas (azeite, óleos de milho, girassol ou soja, margarinas líquidas).
 
           . Evite os doces, os refrescos (quase sempre contém muito açúcar), as comidas muito calóricas e a comida rápida.
 
            . Evite fritar ou utilizar molhos. Utilize a cozedura, os grelhados e os assados
 
            . Evite as bebidas alcoólicas. Não beba mais do que dois copos de vinho ou de cerveja, se é homem, metade, se é mulher
 
            . Beba seis a oito copos de água por dia


 

 

            As cirurgias de redução do estômago são uma resposta eficaz para a perda de peso nos casos de obesidade mórbida.

            A cirurgia bariátrica é o tratamento cirúrgico para a obesidade mórbida, e é aconselhado quando o índice de massa corporal (IMC) se encontra acima de 40, ou de 35, no caso de haver doenças passíveis de melhorar com a perda de peso. A endoscopia bariátrica, com a colocação do balão intra gátrico, para pessoas entre 35 e 40 de IMC.

            Nos casos mais graves, na cirurgia de redução de estômago, existem várias opções, entre as quais: a colocação da banda gástrica, sleeve ou tubo gástrico, e bypass gástrico.

 

O que é um balão intra gástrico

 

           Não se trata de uma cirurgia. Consiste em deixar uma "bola de andebol", feita de silicone, dentro do estômago. É um processo endoscópico, em que o doente faz a colocação no dia e não precisa de ficar internado. O balão é introduzido por endoscopia, através de um tubo que vai da boca do estômago. Já no seu interior, é cheio com soro. Tem uma duração de seis meses, findos os quais é retirado, também por endoscopia. A perda de peso resulta de dois mecanismos: a ocupação de espaço dentro do estômago (cabe menos comida) e a pressão que faz sobre a mucosa e a parede do estômago que desencadeia estímulos de saciedade, pelo que a apetência para comer é baixa.

 

O que é a banda gástrica?

 

           É como se fosse um anel no dedo, só que á volta do estômago neste caso. A técnica da banda gástrica ajustável consiste na colocação de um pequeno anel em redor da porção superior do estômago, a cerca de dois centímetros do esófago. Este anel divide o estômago em dois compartimentos: um pequeno que fica acima da banda e irá armazenar pouca quantidade de alimento que, quando cheio, causa sensação de saciedade; e um segundo compartimento maior, que é o resto do estômago normal abaizo da banda, e que continuará a participar do processo digestivo normal, recebendo e enviando o alimento para o duodeno.

          A banda é uma "ferramenta" que o doente precisa para toda a vida. Se a retirarmos, o estômago vai voltar ao que era no início. É uma operação simples, do ponto de vista cirurgico que demora cerca de 40 minutos.

          A operação é efectuada por laparoscopia que é uma técnica que permite fazer a cirurgia sem ser de "barriga aberta".

 

O que é o bypass gástrico?

 

            No bypass gástrico recorta um pouco do estômago do restante. Consegue-se assim um estômago pequeno. Existe menos ingestão calórica porque se come menos. Consiste num corte numa pequena porção do estômago, a mais alta, onde se cria uma pequena bolsa que é ligada directamente ao intestino delgado. Ou seja, é feita uma passagem directa dos alimentos para o meio do intestino. Desta forma, passa-se a comer menos quantidade como acontece com a banda, mas também absorve menos 30%, logo há um melhor resultado e uma maior perda de peso.

            Trata-se de uma operação que demora de hora e meia a duas horas, com três dias de internamento, efectuada também por laparoscopia, com um período de convalescença de cerca de duas semanas.

 

O que é o sleeve ou tubo gástrico?

 

           O sleeve ou tubo gástrico é uma operação que "fica a meio caminho" entre a banda gástrica e o bypass gástrico. Efectuada também por laparoscopia, demora cerca de uma hora, precisa de 48 horas de internamento e de uma a duas semanas de convalescença. Consiste numa gastrectomia, ou seja, num corte de estômago, mas neste caso vertical, de maneira que o estômago fica transformado num tubo gástrico. É assim retirado uma parte do estômago. O doente terá um estômago substancialmente menor e uma consequente redução de peso, porque ingere menos comida. reduzem-se os níveis de grelina, que é a hormona responsável pelo apetite.

 

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publicado por simply_misses às 16:16
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Consequências da obesidade

             A obesidade infantil está associada a complicações futuras de doença cardiovascular, hiperlipidemia, hiperinsulinemia, hipertensão e artereosclerose precoce.
            A obesidade aumenta o risco de determinadas complicações na saúde, afectando múltiplos sistemas do corpo humano, desde o sistema circulatório ao hormonal, passando pelo digestivo, e até respiratório. Os ossos e os músculos, principalmente os das costas, também são afectados pelo esforço adicional exigido para suportar o excesso de peso. Outra complicação são as infecções cutâneas produzidas pelo suor e o atrito das dobras da pele. 
             Será também de extrema relevância referir o factor psicológico, pois penso que não existe ninguém que goste de se olhar ao espelho e ver-se com 10, 20 ou 30 quilos a mais do que o normal para a sua altura. E depois vivemos numa sociedade que discrimina as pessoas com excesso de peso por não satisfazerem o ideal de beleza estabelecido. Um padrão, um ideal inatingível para a maioria dos seres humanos. São constantemente pressionados a atingirem as medidas certas, e como os efeitos dos tratamentos não são imediatos, facilmente desistem ou têm uma “recaída” quando estes terminam. E podem entrar por fim em depressão.
 
Tabela 8. Riscos Relativos (RR) de doenças associadas á Obesidade
 
Grande
Moderado
Ligeiro
(RR > 3×)
(RR 2-3×)
(RR 1-2×)
Diabetes Mellitus Tipo 2
Doença coronária
Cancro
Doença Vesicular
Hipertensão Arterial
Síndrome do ovário poliquístico
Dislipidemia*
Osteoartrose (joelho)
Dor Lombar
Insulinoresistência
Hiperuricemia e gota
Risco anestésico
Dispneia*
 
Malformações fetais (associados á obesidade materna)
Apneia do sono
 
 
 

Por exemplo, um indivíduo obeso tem um risco de desenvolver a Diabetes Mellitus Tipo 2 cerca de 3 vezes maior do que um indivíduo com um peso normal para a altura.

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publicado por simply_misses às 15:54
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.Este blog foi idealizado no âmbito do projecto "Doenças do séc. XXI", que estamos a desenvolver na área curricular Área de Projecto do 12º ano, da Escola Secundária de Fafe. Agradecemos desde já a colaboração de todos que tornaram este trabalho realidade.

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