Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Causas da obesidade.....

A nossa sociedade culpabiliza a pessoa obesa pela sua doença, o que nem sempre corresponde á verdade. O indivíduo é sujeito diariamente a uma série de factores orgânicos, ambientais e psicossociais que influenciam no controle da efermidade.
O mais importante é tratar o doente, concentrando-se para isso nos vários factores que coadjuvam ao desenvolvimento da doença, e não apenas na culpa ou não do sujeito, podendo despontar o efeito contrário.

 
A causa primária do excesso de peso e obesidade é a má alimentação. Quando se ingere mais do que o organismo necessita e não se pratica actividade física suficiente á um aumento gradual do peso, pois existe um balanço positivo das calorias ingeridas. Isto deve-se essencialmente a um factor social, incluindo a pobreza e a escolaridade baixa. Que se reflecte posteriormente numa alimentação rica em calorias em comparação com os alimentos mais saudáveis (frutas e hortícolas), e que são mais baratas e fáceis de preparar, e a falta de exercício físico pois os ginásios não são economicamente acessíveis a todas as famílias e á falta espaços recreativos seguros.
 

As crianças obesas têm maior risco de serem obesas na idade adulta do que as criança magras ou com peso normal para a altura. Contudo, a maioria os adultos obesos não o foram em criança. Isto significa que o maior contributo para a obesidade nos adultos provirá de um balanço energético positivo, ou seja, de sucessivos episódios de ingestão alimentar que excedem os gastos energéticos.
 

 
Dormir pouco também pode contribuir, a longo tempo, para o aparecimento da obesidade. Assim como também se verifica o contrário, ou seja, a obesidade pode contribuir para os problemas de sono, como por exemplo, a apneia do sono, em a pessoa pára de respirar durante breves momentos, várias vezes durante a noite.
  
Determinados medicamentos, tais como esteróides, alguns anti depressivos e alguns fármacos indicados para problemas do foro psiquiátrico e desordens de estatura podem contribuir para um aumento do peso. Estes medicamentos podem actuar de 3 formas: diminuir o ritmo ao qual o corpo queima as calorias, estimular o apetite ou causar retenção de líquidos.
 
Outras situações poderão também contribuir para o desenvolvimento da obesidade, nomeadamente:
 
. Hipotiroidismo: a tiróide não produz a hormona tiroidea suficiente, resultando numa taxa metabólica mais baixa, isto é, os gastos energéticos são menores.
 
. Síndrome de Cushing: consiste numa desordem hormonal causada por uma exposição prolongada do organismo a níveis elevados de cortisol. Os sintomas variam mas, em geral, os indivíduos apresentam uma obesidade mais marcada no nível superior do corpo, caracterizada pela face arredondada, excesso de gordura na zona do pescoço e braços e pernas finos.  
 
. Síndrome do ovário poliquístico: caracterizado por níveis elevados de androgénios, ciclos menstruais ausentes ou irregulares e, em alguns casos, múltiplos quistos pequenos nos ovários.
 
Há estudos que demonstram vários aspectos:
 
Quanto maior o nível de escolaridade, menor a prevalência de excesso de peso e obesidade da população portuguesa adulta
 
Maior o grau de instrução dos pais, menor a prevalência da obesidade
 
Mais horas de televisão, jogos electrónicos ou de computador, maior prevalência da obesidade
 
Quanto mais urbana a zona de residência, maior a prevalência da obesidade
            Tabela 7. Prevalência da obesidade em países pobres, ricos e com nível intermédio de riqueza
 
País
PNB per capita (dólares)
Ano de estudo
Prevalência
 
 
 
Homens
Mulheres
Países Pobres
Tanzânia
100
1989
0,6
3,6
China
330
1990
-
0,5
Índia
370
1992
1,2
1,6
Países com nível intermédio de riqueza
Brasil
2940
1989
5,6
13,3
Rússia
3220
1996
10,8
27,9
Arábia Saudita
7820
1996
17,8
26,6
Países Ricos
Inglaterra
16550
1995
15
16,5
Holanda
18780
1995
8,4
8,3
Estados Unidos
22240
1991
19,7
24,7
Alemanha
23650
1990
17,2
19,3
Suécia
25110
1989
5,3
6
Japão
26930
1993
1,7
2,7
           
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publicado por simply_misses às 14:47
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Sábado, 23 de Fevereiro de 2008

Métodos de detecção da obesidade... II

Medição das pregas cutâneas
 
           É uma medida que visa avaliar, indirectamente, a quantidade de gordura que existe no tecido subcutâneo e, a partir daí, poder-se estimar a proporção de gordura em relação ao peso corporal do indivíduo.
            Basicamente o processo para medir a espessura da dobra cutânea é segurar firmemente, com o polegar e o indicador da mão esquerda, a dobra de pele e gorsura subcutânea, destacando-a do tecido muscular seguindo o contorno natural da dobra cutânea de gordura. As extremidades do adipómetro (intrumento de medição) devem exercer uma pressão constante e devem estar em contacto com a pele. A espessura é lida directamente no mostrador do adipómetro.
          A medição é feita em diversas partes do corpo, como por exemplo, na região abdominal, nos bícepes, na coxa, na perna, nas costas, no peito, etc.....
 
 

Imagem da avaliação da
Prega Cutânea Abdominal
 

 

 

Visite para mais informações:
http://www.spnutric.com/calculos/avaliacao/pregas/pregas.html
 
 
 Impedância bioelétrica de frequência única
 
             Este método vem em sustituição da medição das pregas cutâneas, utilizado para determinar o percentual de gordura corporal, e que possui variebilidade inter e intra-examinador inaceitáveis.
               O aparelho utilizado neste método inovador, altamente fácil e preciso, tem a vantagem de avaliar com precisão a massa adiposa (gordura) e a massa de tecidos magros (musculatura e ossos). Oferecenum diagnóstico periódico percentual de gordura, captando desde as menores melhorias proporcionadas por dietas equilibradas e actividade física, ou indicando dietas exageradas, que propocionadam muitas vezes a perda de massa muscular.
 
 
Maça ou pêra?
                           
Embora o total de gordura no nosso corpo seja importante, é mais relevante ainda, saber onde ela está localizada.A gordura depositada na região abdominal acarreta mais riscos à saúde do que se ela estiver concentrada em outra parte do corpo. A medição do perímetro da cintura é um bom indicador da gordura abdominal predizendo mesmo factores de risco de complicações associadas á obesidade.
 
 
       Circunferência da Cintura
Risco de Complicações Metabólicas
Homem
Mulher
Risco Aumentado
94 cm
80 cm
Risco Muito Aumentado
102 cm
88 cm
 
Tabela 5. Circunferência da cintura limite para o risco de complicações associadas á obesidade, segundo o sexo.
 
           
            A relação perímetro da cintura/perímetro da anca (cintura/quadril) é, por sua vez, utilizada para classificar 2 tipos de obesidade.
 
            Ginóide – se a relação for < 1. Neste caso, a gordura acumula-se principalmente na zona das coxas, pernas e nádegas. Atinge na sua maioria mulheres e é responsável pela forma de pêra do corpo. Apesar de ser menos prejudicial, é a mais difícil de perder.
 
            Andróide – se a relação for >1 . É um tipo de obesidade típica dos homens e caracteriza-se pela forma de maça do corpo, uma vez que a gordura de acumula á volta dos órgãos, nas camadas mais profundas do abdómen. É mais fácil perder mas é mais prejudicial para a saúde. Associa-se a complicações metabólicas, como a diabetes tipo II, a dislipidemia*, a hipertensão arterial e as doenças cardiovasculares, como a doença coronária e a doença vascular cerebral.

 

 

 

 

 

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Classificação da obesidade no adulto em função do IMC e o risco de comorbilidades

 
Classificação
IMC (kg/m2)
Risco de Comorbilidades
Baixo Peso
<18,5
Baixo (mas risco aumentado de outros problemas clínicos
Variação Normal
18,5 - 24,9
Médio
Pré-obesidade
25,0 - 29,9
Aumentado
Obesidade Classe I
30,0 - 34,9
Moderado
Obesidade Classe II
35,0 - 39,9
Grave
Obesidade Classe III
> 40,0
Muito Grave

publicado por simply_misses às 18:27
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Classificação da obesidade dos 2 aos 18 anos - obesidade

 
         IMC = 30kg/m2
Idade (anos)
Masculino
Feminino
2
20,09
19,81
2,5
19,8
19,55
3
19,57
19,36
3,5
19,39
19,23
4
19,29
19,15
4,5
19,26
19,12
5
19,3
19,17
5,5
19,47
19,34
6
19,78
19,65
6,5
20,23
20,08
7
20,63
20,51
7,5
21,09
21,01
8
21,6
21,57
8,5
22,17
22,18
9
22,77
22,81
9,5
23,39
23,46
10
24
24,11
10,5
24,57
24,77
11
25,1
25,42
11,5
25,58
26,05
12
26,02
26,67
12,5
26,43
27,24
13
26,84
27,76
13,5
27,25
28,2
14
27,63
28,57
14,5
27,98
28,87
15
28,3
29,11
15,5
28,6
29,29
16
28,88
29,43
16,5
29,14
29,56
17
29,41
29,69
17,5
29,7
29,84
18
30
30

publicado por simply_misses às 18:20
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Classificação da obesidade dos 2 aos 18 anos em função do IMC - limite de peso

 
            IMC = 25kg/m2
Idade (anos)
Masculino
Feminino
2
18,41
18,02
2,5
18,13
17,76
3
17,89
17,56
3,5
17,69
17,4
4
17,55
17,28
4,5
17,47
17,19
5
17,42
17,15
5,5
17,45
17,2
6
17,55
17,34
6,5
17,71
17,53
7
17,92
17,75
7,5
18,16
18,03
8
18,44
18,35
8,5
18,76
18,69
9
19,1
19,07
9,5
19,46
19,45
10
19,84
19,86
10,5
20,2
20,29
11
20,55
20,74
11,5
20,89
21,2
12
21,22
21,68
12,5
21,56
22,14
13
21,91
22,58
13,5
22,27
22,98
14
22,62
23,34
14,5
22,96
23,66
15
23,29
23,94
15,5
23,6
24,17
16
23,9
24,37
16,5
24,19
24,54
17
24,46
24,7
17,5
24,73
24,85
18
25
25

publicado por simply_misses às 17:47
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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

Métodos de detecção da obesidade...

 
Existem inúmeros métodos/técnicas de detecção da obesidade. Os quais poderemos dividir em dois grandes grupos: diagnósticos quantitativos e diagnósticos qualitativos de obesidade.
As seguintes tabelas nomearam essas técnicas.
 
Tabela 1. Diagnóstico quantitativo da obesidade
 
 
Métodos mais utilizados para diagnosticar a obesidade (quantitativo)
Cálculo de IMC
Tabelas do IMC
Medição das pregas cutâneas
Impedância bio eléctrica de frequência única
Espectroscopia bio eléctrica de frequência múltipla*
Condutibilidade eléctrica corpórea total (Tobec)*
Absorpciometria dual de raios x (DXA)*
Tomografia computorizada* e ressonância nuclear magnética*
Potássio corpóreo total (40K)*
Água duplamente marcada (D2O)*
 
* Métodos de uso experimental e de uso limitado na prática clínica. 
 
Tabela 2. Diagnóstico qualitativo da obesidade
 
Métodos mais utilizados para diagnosticar obesidade (qualitativo)
Medida do maior perímetro abdominal
Relação cintura - quadril
Absorpciometria dual de raios x (DXA)*
Ultra-sonografia*
Tomografia computorizada e ressonância nuclear magnética*
 
* Métodos de uso experimental e de uso limitado na prática clínica. 
Cálculo do IMC
 
A obesidade pode ser determinada indirectamente através do Índice de Massa Corporal (IMC), ou Índice de Quetelet, que relaciona o peso com a altura. A fórmula utilizada é a seguinte:
 
 
 
 
 
O cálculo do IMC é uma medida muito útil, rápida e barata mas não é válida no caso do atletas, nos indivíduos com edemas* ou com ascite*, pois há factores confundidores que influenciam os resultados, tais como a elevada percentagem de massa magra (ou muscular), ou a acumulação de líquidos no organismo.
 
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publicado por simply_misses às 22:46
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Obesidade - A doença do século!

 

            A obesidade é considerada, por muitos especialistas na matéria, como a pandemia do séc. XXI. Sendo que o número pessoas com excesso de peso já ultrapassa o bilhão em todo o mundo, mais até que o número de sub-nutridos, que ronda os 800 milhões. 

            O número de obesos em todo o Mundo rondará os 300 milhões, mais do que a desnutrição. A situação é dramática e a Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta para este flagelo silencioso que mata anualmente mais gente do que as guerras e catástrofes dos últimos tempos.

            Nauru, ilha do Pacífico apresenta os maiores problemas de obesidade (80% de sua população sofre de obesidade, sendo que o país onde há mais subnutrição é a Somália, onde 75,02% da população passa fome). Países como Barbados, EUA, Brasil também sofrem de sérios problemas com uma população acima do peso.

Em Portugal a situação é bastante preocupante visto que mais de metade dos portugueses sofre de excesso de peso ou obesidade (cerca de 52,4%), sendo a taxa mais elevada na Europa.

Num estudo efectuado recentemente á população portuguesa, concluiu-se que por cada 8 adultos um sofre de obesidade, e, nas crianças, em cada duas uma tem excesso de peso numa obesidade precoce que começa cada vez mais cedo.

            A má alimentação aliada á falta de prática de exercício físico, contribuem para agravar o flagelo da Obesidade em Portugal e em todo o Mundo. Apesar dos alertas para a situação descontrolada, pouco ou nada resulta para diminuir a incidência da doença que entre outras acarreta problemas graves de saúde como: doenças cardiovasculares, diabetes, cancro, etc. , bem como a diminuição da qualidade de vida.

            Ainda assim não chega para reverter a situação, sendo cada vez mais difícil vencer o “gigante” da fast-food que reina no Mundo de hoje, tão sedento de tempo para tudo menos para o que é realmente importante.

 

         O que é a obesidade?

 

A obesidade é uma doença em que o excesso de gordura corporal acumulada pode atingir níveis capazes de afectar a saúde. Consequência maioritariamente do excesso de ingestão de gordura proveniente dos alimentos.

Resulta essencialmente do desequilíbrio energético entre a ingestão energética e o gasto energético.

É uma doença crónica multifactorial, epidémica e que requer tratamento médico, muito dispendioso.

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publicado por simply_misses às 11:21
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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Alimentação para prevenir doenças?

               Encontrei este artigo super interessante e que servira de introdução para o nosso trabalho. Como uma forma de mostrar que a boa alimentação é a base de tudo, para o bom funcionamento do nosso corpo....

 

 

Fruta e hortícolas: estratégias da OMS
80% das doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2 podem ser prevenidas, assim como 40% dos cancros…
 
De acordo com dados apresentados, em 2005, pela Dr.ª Vanessa Candeias, nutricionista na OMS – Genebra, cerca de 35 milhões de pessoas em todo o mundo morreram devido a doenças crónicas, 80% das quais ocorreram em países com médio e baixo rendimento.
Porém, 80% das doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2 podem ser prevenidas, assim como 40% dos cancros.
A hipertensão, os elevados níveis de colesterol, o excesso de peso, o sedentarismo, o elevado consumo de sal, o elevado consumo de gordura saturada e de ácidos gordos e o baixo consumo de fruta e vegetais são apontados, no Relatório Mundial da Saúde de 2002, como os principais factores de risco para as doenças crónicas.
 
«O consumo reduzido de fruta e vegetais causa, a nível global, cerca de 31% das doenças isquémicas cardíacas e 11% dos enfartes.»
 
«Mas, aproximadamente 2,7 milhões de vidas poderiam ser salvas globalmente todos os anos se se aumentasse o consumo destes alimentos», referiu Vanessa Candeias, frisando que, «apesar da OMS recomendar, como objectivo para a população em geral, a ingestão diária de 400 gramas de fruta e hortícolas, verifica-se um consumo global significativamente inferior ao recomendado».
 
Razão que motivou aquela Organização a trabalhar em conjunto com a FAO (United Nations Food and Agriculture Organization) para desenvolver a Iniciativa OMS/FAO de Promoção de Fruta e Hortícolas.
Esta acção insere-se no âmbito da Estratégia Global de Alimentação, Actividade Física e Saúde da OMS (EGAAF), que foi aprovada durante a Assembleia Mundial da Saúde, em Maio de 2004. A EGAAF pretende contribuir para a prevenção das doenças crónicas através da promoção de hábitos alimentares saudáveis e de actividade física regular.
 
«A iniciativa OMS/FAO para a promoção de fruta e legumes tem dois grandes objectivos», mencionou aquela nutricionista, continuando:
«Por um lado, visa promover a produção e consumo destes alimentos para prevenir as doenças crónicas e carências nutricionais. Por outro, pretende avançar e reforçar a evidência científica na área da produção, distribuição e promoção sustentada do consumo de fruta e hortícolas e dos seus benefícios para a saúde.»
 
«Colaborando com a FAO, para a promoção da fruta e hortícolas, a OMS fortalece a ligação entre a saúde e o sector agrícola – estimulando parcerias semelhantes ao nível nacional, que são fundamentais para que as iniciativas nacionais de promoção de fruta e hortícolas sejam eficazmente implementadas», acrescentou a mesma especialista.
Outras acções levadas a cabo pela OMS integradas no âmbito desta iniciativa, incluem o desenvolvimento e publicação do «Guia de Orientação OMS/FAO para a Promoção de Fruta e Hortícolas ao Nível Nacional», a organização de workshops para a discussão da implementação deste guia em vários países (em Portugal decorreu em Setembro de 2005), a realização de estudos, e entre outras, a colaboração com a Aliança Internacional para os Frutos e Vegetais (IFAVA), incluindo a participação nos congressos internacionais «5 a day» (2003-2006).
 
«Portugal é dos poucos países europeus onde ainda não foi lançada uma campanha nacional para a promoção do consumo de fruta e hortícolas» informou Vanessa Candeias, sublinhando que «talvez seja implementada brevemente, como resultado do trabalho realizado durante o workshop de Lisboa para a promoção de hortofrutícolas nos países de expressão portuguesa».
 
 
http://saude.sapo.pt/artigos/?id=755145
 
 

publicado por simply_misses às 19:43
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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

Apresentação.....

            Somos um grupo de alunas da Escola Secundária de Fafe, 12º ano, e decidimos elaborar este blog como uma forma de completar ainda mais o trabalho que estamos a desenvolver para a área curricular Área de Projecto.

            No âmbito do trabalho de grupo decidimos explorar as doenças que mais incidem na população mundial este século, como uma maneira de informar, esclarecer e alertar os jovens para estas realidades tão presentes nos dias de hoje…

            Iremos publicar documentos de origem fidedigna, bem como especificações claras e simples sobre cada temática que vamos abordar. Acrescentaremos curiosidades e informações que consideremos pertinentes no âmbito da área que estamos a explorar, e tentaremos responder a todas as dúvidas e questões que surjam em seguimento da mesma.

 

            Agradecemos a vossa participação para tornar este blog uma realidade…

 

 

Este projecto esta a cargo das estudantes:

 

Alexandra Casanova

Flávia Costa

Joana Afonseca

 

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publicado por simply_misses às 22:12
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.Este blog foi idealizado no âmbito do projecto "Doenças do séc. XXI", que estamos a desenvolver na área curricular Área de Projecto do 12º ano, da Escola Secundária de Fafe. Agradecemos desde já a colaboração de todos que tornaram este trabalho realidade.

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