Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

Entrevista com a nutricionista Parte II

 

1.       O que se entende por diabetes?
 
Corresponde a uma alteração, diabetes não é uma doença só, há vários tipos de diabetes, agora o que têm em comum é uma alteração dos valores da glicemia, há uma hiperglicemia, há um aumento dos valores do açúcar no sangue, é isso que se define como glicemia. Em termos da diabetes nós podemos ter uma diabetes tipo I, uma diabetes do tipo II, uma diabetes estacional, e depois uma série de diabetes, que acho que é só para fazer confusão e não vale a pena falar agora. A diabetes tipo I é uma diabetes que normalmente aparece durante a infância, não quer dizer que não possa aparecer na idade adulta, mas é normal durante a infância e a adolescência. Não é uma doença “ambiental”, ou seja, não é uma doença que tenha a ver com a alimentação nem com a falta de exercício, quando é uma diabetes tipo I, ela aparece normalmente por uma virose, um vírus, é muito semelhante aquilo que podia acontecer com a gripe, portanto a probabilidade de alguém ter uma diabetes tipo I é exactamente a probabilidade de ter uma gripe, ou outra coisa qualquer. Não, não podem olhar e dizer: “ Aí, aquele era muito guloso, por isso, é que lhe aconteceu”, até porque não tem rigorosamente nada a ver. A diabetes tipo II sim, já tem a ver com estilos de vida, os obesos são muito mais propensos a ter diabetes tipo II do que qualquer outra pessoa. O excesso alimentar, por isso, é que a obesidade predispõe para a diabetes, o excesso alimentar, a falta de exercício e a ingestão aumentada dos açúcares. A diabetes estacional e fisiológica, acontece durante a gravidez, tem a ver com o factor idade, tem a ver com uma história familiar, tem a ver com a ingestão alimentar, tem a ver com a falta de exercício físico.
Em termos de sintomas, numa tipo I, muito rapidamente, e normalmente ninguém aguenta os sintomas numa tipo I mais que uma semana e meia. Dá uma perda de peso marcadíssima, dá uma sede muito aumentada, uma fome muito aumentada por isso, as pessoas vão muito rapidamente à urgência, ela não passa despercebida. Uma tipo II pode andar ali latente durante anos e anos, sem uma pessoa se dar conta, até que os sintomas realmente aumentados, ficam exacerbados à medida que as glicemias sobem, e então os sintomas são o aumento de fome, aumento da sede, uma perda de peso muito acentuada e uma perda de forças. E isto acontece porquê? Acontece por que há uma hormona que se chama insulina e esta hormona insulina o que faz? Faz com que o açúcar na forma da glicose, entre nas nossas células. Na diabetes o que é que acontece? Acontece que ou há pouca quantidade desta hormona, pouca quantidade de insulina, ou a hormona que existe não funciona nas melhores conduções, e então faz com que o açúcar que está em circulação não consiga entrar todo dentro das células, este açúcar que continua em circulação no sangue, ele vai ter que ser eliminado via renal, através da urina, por isso é necessário uma grande quantidade de água para mandar este açúcar cá para fora, daí a pessoa ter muita sede. Se o açúcar não entra dentro das células, as células entram numa situação de “fome”, tem necessidade de comer mais, só que quando mais a pessoa come mais açúcar tem no sangue para eliminar cá para fora, por isso mais sede tem, passa a vida a urinar à casa-de-banho, tem necessidade de urinar muitas vezes, por isso é outra sintoma da diabetes: é urinar várias vezes. E depois tem uma perda de peso por que é assim, a pessoa come, até come muito, mas essa comida não é aproveitada, por isso, tem que haver uma combustão, tem que haver um gasto das nossas reservas gordas, e a pessoa vai perder peso. Em termos técnicas isto chama-se uma polifagia – que é o aumento da fome, uma polidipsia – que é o aumento da sede, e uma poli ureia - que é o aumento do volume urinário. O tratamento da diabetes. Pode necessitar de uma medicação, e quando é uma diabetes tipo I em que deixou de haver produção da insulina tem que ser administrada insulina, não há outra forma do diabético sobreviver, claro que depois também precisa de medidas em termos de exercício físico e em termos alimentares, e elas são exactamente iguais àquilo que iremos falar para uma diabetes tipo II. Na diabetes tipo II vai depender se há uma diminuição de produção de insulina ou se essa insulina está a funcionar mal, e a medicação não será por uma administração de insulina numa primeira fase, numa fase posterior poderá ser ou não, mas numa fase inicial não será, será com uma medicação ou para estimular o pâncreas a produzir insulina, se a diabetes foi provocada por uma diminuição da produção da insulina, ou por uma medicação no sentido de melhorar a acção daquela insulina que está a ser produzida. Além disso, o exercício físico, porque ajuda, porque melhora a acção da insulina e diminui a resistência que as próprias células possam fazer à acção da insulina, e também por uma correcção em termos de factores alimentares, e está correcção passará exactamente por que? Passará por uma divisão equilibrada da quantidade de hidratos de carbono, a quantidade de açúcar, açúcar de forma vulgar não é açúcar de açucareiro, o açúcar que vem do arroz, do pão, da massa, das batatas, da fruta, do leite ou dos equivalentes e dos vegetais, ao longo do dia. Terá que evitar os alimentos que são muito ricos em açúcar; começar a refeição por um bom prato de sopa, como factor de saciedade, e porque as fibras têm a vantagem de no intestino formarem uma espécie “cobertor” ao longo da bossa mucosa intestinal e de fazerem com que a glicose que está disponível para a absorção passe mais lentamente para o sangue; será por controlar rigorosamente a quantidade de hidratos de carbono que é ingerido ao longo do dia, fazer com que ela seja mais ou menos constante em todas as refeições para que não haja grandes picos em termos da glicemia; por diminuir a quantidade de gorduras porque normalmente a diabetes, quando é diabetes tipo II, é típica de quem tem excesso de peso, está associado normalmente ao perfil empírico alterado da hipertensão, por isso será também corrigido os valores do sal, por isso usar pouco sal em termos de confecção e evitar os alimentos que são muito ricos em sal, por exemplo, os enchidos, os fumados, as conservas, as bolachinhas de água e sal, as águas gaseificadas e por aí adiante. E será, por exemplo, diminuir na quantidade de gorduras que a pessoa ingere, ingerir alimentos que pode retirar as gorduras e a pele da carne e do peixe; diminuir a quantidade de carne ou peixe que ingere à refeição; evitar os fritos e cozinhados com muita gordura; preferir, por exemplo, as caldeiradas, os grelhados, os estufados, aprender a dosear a quantidade de arroz, de massa ou batatas ou leguminosas no prato e, tentar não sobrepor com o pão ou então equilibrar as quantidades de forma a poder comer o pão e o restante do arroz ou massa, dependendo das quantidades que terão que fazer por refeição; será o dosear as quantidades de fruta e não comer 4 ou 5 peças de fruta duma vez, porque isso vai levar a um aumento muito significativo de açúcar no sangue; será olhar para os doces como alimento para dia de festa e não uma coisas para comer todos os dias; substituir os sumos por água; passar a dosear, sobretudo nos adultos, que bebem bebidas alcoólicas à refeição, passar a beber em quantidades moderadas, e a quantidades moderada será um copo de vinho de 150ml nas mulheres uma vez por dia e nos homens um ao almoço e um ao jantar, isto não é descriminação, é que o fígado do homem e tem uma maior capacidade para metabolizar o álcool em ralação ao fígado da mulher, é basicamente é só isso.
 
  1. E a diabetes tem cura?
 
A diabetes é uma doença crónica, e como todas as doenças crónicas é para toda a vida. Agora pode, o diabético pode ter uma vida perfeitamente normal se cumprir com a medicação, a dieta e o exercício físico. Se não cumprir está “tramado” porque a diabetes ao longo do tempo é uma doença que vai ter muitas consequências. Vai ter consequências à níveis globais, pode levar à cegueira, por uma coisa que se chama retinopatia diabética e uma doença que pode conduzir a uma falência renal, é uma doença que se chama metropatia diabética, vocês de certeza que já ouviram falar numa coisa que se chama os insuficientes renais, que fazem, por exemplo, o tratamento da hemodiálise, uma grande parte, não são todos, há lá muito doente que não chegou à insuficiência renal pelos diabetes, mas seguramente 50% da população dos nossos insuficientes renais, foram por uma diabetes mal controlada. Vai atingir também o sistema circulatório, vai haver uma diminuição da sensibilidade nervosa, com uma coisa muito grave que se chama o “pé diabético”, e a maior parte dos diabéticos termina a sua vida com os pés, com os dedos e com as pernas amputadas, porque perdem a sensibilidade, deixam de sentir. Enquanto que, por exemplo, se um de nós for a caminhar na rua e entrar uma areia no sapato nós paramos e tiramos a areia do sapato que nos vai a magoar, um diabético que já tenha uma perda da sensibilidade, isto não acontece ao fim de um ano de diabetes, acontece ao fim de muitos anos de diabetes e normalmente com diabetes mal controlada, eles são capazes de ter um calhau, não é uma areia é um calhau, dentro do sapato, e caminham quilómetros com o pé em cima do calhau por que não deram conta, e se for preciso chegam ao final em que o calhau escavou um buraco fundo no pé e eles continuam sem dar conta. Eram capazes de pisar em cima de pregos ou em cima de brasas sem se darem conta. Por isso, é que a diabetes é uma doença realmente muito chata, é que realmente não dói, e a pessoa tende a descuidar-se porque não dói, e quando doer já é porque atingiram coisas e coisas às vezes irreversíveis. E coisas muito complicadas de tratar.
  1. Se for bem controlada?
                Se for bem controlada a pessoa tem uma vida normal sem problema nenhum, exactamente como se não tivesse diabetes, desde que realmente cumpra com a alimentação, a medicação e com o exercício físico e mal de nós se assim não fosse porque há diabéticos em que a diabetes é diagnosticada, e quando falamos dos tipo I, por exemplo, um ano de vida ou muitas vezes com alguns meses de vida, com dois, com três, com quatro, com cinco, com dez anos!             Se essa pessoa achasse que ia ter uma vida negra pela frente, coitada, não vai ter uma vida perfeitamente normal se cumprir. Se não cumprir espera realmente uma caminhada muito difícil.
  1. A diabetes também pode levar ao coma?
                É assim, há duas situações, os valores de açúcar no sangue normais estão entre os 70mg/dl e 110mg/dl, claro que nos diabéticos há umas toleranciazinhas para à margem superior que é normal., mas quando andam mais ou menos dentro destes valores não há problema nenhum, quando o açúcar desce muito abaixo dos 70mg/dl a pessoa pode entrar numa coisa que se chama coma, o coma hipoglicémico, que é por baixa de açúcar, mas também se os valores vão muito acima, e há diabéticos a chegarem aos 200mg de açúcar por dl podem entrar num coma que é hiperglicémico, que são as duas situações extremas, as duas são más e as duas podem matar, mas são reversíveis.
                Claro que quem chegue aos 700mg/dl vai ter que fazer insulina, não lhe adianta cortar na comida, por que ele já não está consciente. E só devia mesmo fazer insulina para baixar aquele açúcar e depois por juízo da cabeça daquela pessoa ensiná-la a tratar a doenças. Isto não acontece só pela ingestão alimentar, a diabetes é afectada por situações de stress, por patologias, por exemplo, às vezes basta a pessoa ter uma simples infecção e os valores de açúcar já vão subir por acção dessa infecção. Por isso, há factores que vão ajudar que os factores subam, não é sempre olhar para o diabético e os valores subiram e achar que o “desgraçado” comeu demais ou que não tomou a medicação. Há que ouvir e ver porque é que as coisas aconteceram e analisar todos os factores em simultâneo. Não vou olhar para um isoladamente e as coisas vão correr mal. Quando é a baixa do açúcar também tem que ser dada uma medicação que vai funcionar exactamente ao contrário da insulina, que se chama glucagão, que é uma hormona é uma outra hormona que vai funcionar ao contrário da insulina, que vai fazer com que o açúcar suba no sangue, porque o açúcar baixou muito e vai ser necessário subir esse açúcar. Nas duas situações, no coma hipoglicémico, vai ser administrada uma hormona que actua ao contrário da insulina para fazer subir os valores do açúcar; quanto ao coma por excesso de açúcar tem que ser administrada insulina para fazer baixar aqueles valores do açúcar. Mas isto é as duas situações extremas. Agora o diabético tem sintomas aí no meio, quer duma coisa quer doutra, e aprende a reconhece-las e aprende a tratá-las e aprende sobretudo, o mais normal é ser a baixa do açúcar, e isso acontece normalmente por coisas, ou pessoa faz uma dose de medicação superior à que devia fazer ou fez muito exercício físico, ou comeu muito menos aquilo que devia comer, e então o açúcar vai descer, mas ao descer vai começar a dar dor de cabeça, a dar muita fome, a pessoa vai ficara tremer e isso são sintomas de que tem que ir comer e se a pessoa for comer, e a primeira coisa a fazer é comer um alimento doce tipo um pacote ou dois de açúcar num copio de água de imediato, isso vai corrigir a glicemia, vai fazer com que o açúcar no sangue suba, e se a seguir comer um pão ou umas bolachinhas que vão estabilizar os valores do açúcar, não vai acontecer nada, nunca vai chegar a coma, porque corrigiu antes. Quando os valores estão a subir, a pessoa tem que avaliar porque subiram, e ver o factor que explica aquela subida e tentar compensar isso antes, e poderá fazer uma administração de insulina, se for um diabético insulina dependente, poderá tentar fazer uma caminhada para baixar aqueles valores do açúcar, agora a caminhada não é para fazer só quando tem 500 ou 600, aí o doente não aguenta, é para fazer quando está nos valores dos 200 ou 300.
  1. Qual o valor máximo que o diabético consegue atingir?
 Não sei responder. Isso é variável. Mas há registos na ordem dos 600/700.
  1. E aí já começa a ser grave?
                É muito grave. Aí é gravíssimo. Aliás há valores tão altos que as máquinas de glicemias não lêem, dizem apenas alto. Nós não sabemos quanto é.
  1. E eles têm que tomar insulina toda a vida?
                Os insulino dependentes têm que tomar todos os dias várias vezes ao dia. Aqueles que são insulina dependentes, e quando estamos a falar sobretudo das crianças e dos adolescentes como têm uma vida muito activa, eles chegam a fazer seis administrações por dia.
 
  1. E às vezes tem que ser antes de comer alguma coisa.
                Quando eles têm um esquema intensivo é antes de comer, e essa seria a forma mais correcta de fazer porque permitiria uma liberdade em termos de ingestão alimentar muitos grandes, mas isso pressupõe também que seja um diabético muito bem comportado. Que saiba exactamente quanto vai comer, quanto é que aquele alimento tem em termos de hidratos de carbono, em termos de açúcar, para fazer a dose de insulina suficiente para metabolizar aquela quantidade de açúcar que irá comer. Agora isto será um diabético em 300 ou 400, já estou a ser demasiado optimista. Eu trabalhei 7 anos numa unidade de diabéticos num hospital central e tinha meia dúzia de diabéticos a fazerem este tipo de administração de insulina, a calcularem a quantidade – meia dúzia?! Menos… tínhamos para aí 2 ou 3 – a fazerem exactamente, elas calculavam a quantidade de hidratos de carbono que iam comer e faziam a administração de insulina anterior á ingestão dessa quantidade de hidratos de carbono, mas tem que ser pessoas muito capazes, isto não pode ser feito por qualquer diabético, nem numa fase inicial, porque não têm capacidade para conseguir fazer este tipo de auto-controlo, saber exactamente o que vai comer a seguir. Normalmente eles têm que fazer basicamente, e nenhum deles escapa a isso, a fazer uma administração de manhã e outra á noite, isto será o básico. E depois há vários tipos de insulina, há a insulina de acção lenta, de acção mais lenta, de acção rápida, há misturas entre a rápida e a lenta, depende muito do tipo de insulina que está a fazer. Claro que este tipo de correcções de que estou a falar são sempre feitas com uma de rápida. E qual é a diferença? É que a lenta pode ter um ciclo de actuação até 24h, a rápida em 2 ou 4 horas – é o tempo de duração delas, por isso é para aquilo que a pessoa vai comer, por isso é sempre com essa rápida que se fazem as correcções.
            Agora terá que ser realmente um diabético muito controladinho. Agora quando eles fazem uma administração antes do almoço, antes do lanche, antes do jantar, outra antes da ceia, é sempre com a rápida, o que não quer dizer que não tenha que fazer uma de acção lenta na mesma, por exemplo de manhã para lhe dar cobertura e depois ás vezes á noite. Por isso se fizerem aí e fizerem as outras, refeição a refeição, já estão a contar 7 administrações por dia. Isto é muito variável, há quem faça apenas uma, mas nunca num tipo I, por exemplo num tipo II, pode fazer uma administração de comprimidos e outra de insulina, poderá fazer 2,3,4,5 e depois depende do esquema que o especialista determinar para esse diabético. E normalmente são diabéticos que são seguidos numa consulta de uma especialista, e a especialidade chama-se endocrinologia, e só um endocrinologista poderá definir exactamente o tipo de tratamento para esse diabético, que tipo de insulina deve fazer, o número de administrações e depois caberá é nutrição ajustar as quantidades de hidratos de carbono mediante as doses de insulina que estão determinadas para aquela determinada dose de hidratos de carbono.
 
33. Conheço uma pessoa diabética que toma sempre uma dose antes de cada refeição…
            Mas isso são doses fixas, porque a maior parte dos diabéticos fazem, doses fixas. O especialista que os segue, o médico que os segue determinada por exemplo de manhã faziam 10 unidades, ao almoço faziam, sei lá, 5 unidades, mas normalmente a maior parte dos diabéticos já adultos, e que não têm uma diabetes tipo II, e que ainda tenham alguma produção de insulina própria, fazem uma administração de manhã e uma á noite e que normalmente é antes da refeição, porque eles vão precisar dessa insulina para o açúcar que vão ingerir àquela refeição. São unidades fixas, são por exemplo, imaginemos, 16 de manhã e uma 10 á noite, ou umas 12 de manhã e uma 6 á noite. Por isso não tem problema nenhum, é uma questão de reajustar as coisas quando são doses a fixar. Depois há ainda aqueles diabéticos que fazem um DX, que é uma picadinha no dedo, para verem o valor do açúcar que têm e a dose de insulina que vão tomar. Que está calculado e lhes é dado pelo médico, os valores de referência e eles vêem quanto têm e dentro daqueles valores de referência onde é que está o valor que obtivera e depois vão fazer a administração da insulina consoante o valor de açúcar que têm no sangue naquele momento, mas isso também pressupõe que o diabético tenha uma certa capacidade de entendimento de decidir exactamente como lidar com as coisas. Isso chama-se um esquema de correcção, ás vezes têm na mesma as unidades fixas, eles têm por exemplo 10 unidades fixas, e depois consoante o valor, esteja acima de 120, acima de 180, acima de 240, acima dos 300, estou a dar valores fictícios, ele irá dar mais 1 unidade, ou 2, ou 3, ou 4, ou 5, consoante aquilo que o médico definiu. Por isso ele irá dar as 10 mais 2, ou as 10 mais 3 ou as 10 mais 4, consoante os valores que tinha. 
 
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publicado por simply_misses às 11:50
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