Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Curas Alternativas

Foi-nos envidado por um dos nossos atentos leitores um link que vos deixo aqui....

 

http://www.healthranger.org/

 

Fala da experiencia de um homem e da sua cura de diabetes através do uso de produtos naturais...

 

Leiam e deixem aqui a vossa impressão....

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publicado por simply_misses às 22:54
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Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

...

No dia 14 de Maio o nosso grupo concretizou uma actividade já há muito adiada.

concluimos o cartaz que dava parte do nosso projecto aos colegas que passasem pela sala (B7)....

 

aQUI ESTÁ.....

 


publicado por simply_misses às 13:01
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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

Entrevista com a nutricionista Parte II

 

1.       O que se entende por diabetes?
 
Corresponde a uma alteração, diabetes não é uma doença só, há vários tipos de diabetes, agora o que têm em comum é uma alteração dos valores da glicemia, há uma hiperglicemia, há um aumento dos valores do açúcar no sangue, é isso que se define como glicemia. Em termos da diabetes nós podemos ter uma diabetes tipo I, uma diabetes do tipo II, uma diabetes estacional, e depois uma série de diabetes, que acho que é só para fazer confusão e não vale a pena falar agora. A diabetes tipo I é uma diabetes que normalmente aparece durante a infância, não quer dizer que não possa aparecer na idade adulta, mas é normal durante a infância e a adolescência. Não é uma doença “ambiental”, ou seja, não é uma doença que tenha a ver com a alimentação nem com a falta de exercício, quando é uma diabetes tipo I, ela aparece normalmente por uma virose, um vírus, é muito semelhante aquilo que podia acontecer com a gripe, portanto a probabilidade de alguém ter uma diabetes tipo I é exactamente a probabilidade de ter uma gripe, ou outra coisa qualquer. Não, não podem olhar e dizer: “ Aí, aquele era muito guloso, por isso, é que lhe aconteceu”, até porque não tem rigorosamente nada a ver. A diabetes tipo II sim, já tem a ver com estilos de vida, os obesos são muito mais propensos a ter diabetes tipo II do que qualquer outra pessoa. O excesso alimentar, por isso, é que a obesidade predispõe para a diabetes, o excesso alimentar, a falta de exercício e a ingestão aumentada dos açúcares. A diabetes estacional e fisiológica, acontece durante a gravidez, tem a ver com o factor idade, tem a ver com uma história familiar, tem a ver com a ingestão alimentar, tem a ver com a falta de exercício físico.
Em termos de sintomas, numa tipo I, muito rapidamente, e normalmente ninguém aguenta os sintomas numa tipo I mais que uma semana e meia. Dá uma perda de peso marcadíssima, dá uma sede muito aumentada, uma fome muito aumentada por isso, as pessoas vão muito rapidamente à urgência, ela não passa despercebida. Uma tipo II pode andar ali latente durante anos e anos, sem uma pessoa se dar conta, até que os sintomas realmente aumentados, ficam exacerbados à medida que as glicemias sobem, e então os sintomas são o aumento de fome, aumento da sede, uma perda de peso muito acentuada e uma perda de forças. E isto acontece porquê? Acontece por que há uma hormona que se chama insulina e esta hormona insulina o que faz? Faz com que o açúcar na forma da glicose, entre nas nossas células. Na diabetes o que é que acontece? Acontece que ou há pouca quantidade desta hormona, pouca quantidade de insulina, ou a hormona que existe não funciona nas melhores conduções, e então faz com que o açúcar que está em circulação não consiga entrar todo dentro das células, este açúcar que continua em circulação no sangue, ele vai ter que ser eliminado via renal, através da urina, por isso é necessário uma grande quantidade de água para mandar este açúcar cá para fora, daí a pessoa ter muita sede. Se o açúcar não entra dentro das células, as células entram numa situação de “fome”, tem necessidade de comer mais, só que quando mais a pessoa come mais açúcar tem no sangue para eliminar cá para fora, por isso mais sede tem, passa a vida a urinar à casa-de-banho, tem necessidade de urinar muitas vezes, por isso é outra sintoma da diabetes: é urinar várias vezes. E depois tem uma perda de peso por que é assim, a pessoa come, até come muito, mas essa comida não é aproveitada, por isso, tem que haver uma combustão, tem que haver um gasto das nossas reservas gordas, e a pessoa vai perder peso. Em termos técnicas isto chama-se uma polifagia – que é o aumento da fome, uma polidipsia – que é o aumento da sede, e uma poli ureia - que é o aumento do volume urinário. O tratamento da diabetes. Pode necessitar de uma medicação, e quando é uma diabetes tipo I em que deixou de haver produção da insulina tem que ser administrada insulina, não há outra forma do diabético sobreviver, claro que depois também precisa de medidas em termos de exercício físico e em termos alimentares, e elas são exactamente iguais àquilo que iremos falar para uma diabetes tipo II. Na diabetes tipo II vai depender se há uma diminuição de produção de insulina ou se essa insulina está a funcionar mal, e a medicação não será por uma administração de insulina numa primeira fase, numa fase posterior poderá ser ou não, mas numa fase inicial não será, será com uma medicação ou para estimular o pâncreas a produzir insulina, se a diabetes foi provocada por uma diminuição da produção da insulina, ou por uma medicação no sentido de melhorar a acção daquela insulina que está a ser produzida. Além disso, o exercício físico, porque ajuda, porque melhora a acção da insulina e diminui a resistência que as próprias células possam fazer à acção da insulina, e também por uma correcção em termos de factores alimentares, e está correcção passará exactamente por que? Passará por uma divisão equilibrada da quantidade de hidratos de carbono, a quantidade de açúcar, açúcar de forma vulgar não é açúcar de açucareiro, o açúcar que vem do arroz, do pão, da massa, das batatas, da fruta, do leite ou dos equivalentes e dos vegetais, ao longo do dia. Terá que evitar os alimentos que são muito ricos em açúcar; começar a refeição por um bom prato de sopa, como factor de saciedade, e porque as fibras têm a vantagem de no intestino formarem uma espécie “cobertor” ao longo da bossa mucosa intestinal e de fazerem com que a glicose que está disponível para a absorção passe mais lentamente para o sangue; será por controlar rigorosamente a quantidade de hidratos de carbono que é ingerido ao longo do dia, fazer com que ela seja mais ou menos constante em todas as refeições para que não haja grandes picos em termos da glicemia; por diminuir a quantidade de gorduras porque normalmente a diabetes, quando é diabetes tipo II, é típica de quem tem excesso de peso, está associado normalmente ao perfil empírico alterado da hipertensão, por isso será também corrigido os valores do sal, por isso usar pouco sal em termos de confecção e evitar os alimentos que são muito ricos em sal, por exemplo, os enchidos, os fumados, as conservas, as bolachinhas de água e sal, as águas gaseificadas e por aí adiante. E será, por exemplo, diminuir na quantidade de gorduras que a pessoa ingere, ingerir alimentos que pode retirar as gorduras e a pele da carne e do peixe; diminuir a quantidade de carne ou peixe que ingere à refeição; evitar os fritos e cozinhados com muita gordura; preferir, por exemplo, as caldeiradas, os grelhados, os estufados, aprender a dosear a quantidade de arroz, de massa ou batatas ou leguminosas no prato e, tentar não sobrepor com o pão ou então equilibrar as quantidades de forma a poder comer o pão e o restante do arroz ou massa, dependendo das quantidades que terão que fazer por refeição; será o dosear as quantidades de fruta e não comer 4 ou 5 peças de fruta duma vez, porque isso vai levar a um aumento muito significativo de açúcar no sangue; será olhar para os doces como alimento para dia de festa e não uma coisas para comer todos os dias; substituir os sumos por água; passar a dosear, sobretudo nos adultos, que bebem bebidas alcoólicas à refeição, passar a beber em quantidades moderadas, e a quantidades moderada será um copo de vinho de 150ml nas mulheres uma vez por dia e nos homens um ao almoço e um ao jantar, isto não é descriminação, é que o fígado do homem e tem uma maior capacidade para metabolizar o álcool em ralação ao fígado da mulher, é basicamente é só isso.
 
  1. E a diabetes tem cura?
 
A diabetes é uma doença crónica, e como todas as doenças crónicas é para toda a vida. Agora pode, o diabético pode ter uma vida perfeitamente normal se cumprir com a medicação, a dieta e o exercício físico. Se não cumprir está “tramado” porque a diabetes ao longo do tempo é uma doença que vai ter muitas consequências. Vai ter consequências à níveis globais, pode levar à cegueira, por uma coisa que se chama retinopatia diabética e uma doença que pode conduzir a uma falência renal, é uma doença que se chama metropatia diabética, vocês de certeza que já ouviram falar numa coisa que se chama os insuficientes renais, que fazem, por exemplo, o tratamento da hemodiálise, uma grande parte, não são todos, há lá muito doente que não chegou à insuficiência renal pelos diabetes, mas seguramente 50% da população dos nossos insuficientes renais, foram por uma diabetes mal controlada. Vai atingir também o sistema circulatório, vai haver uma diminuição da sensibilidade nervosa, com uma coisa muito grave que se chama o “pé diabético”, e a maior parte dos diabéticos termina a sua vida com os pés, com os dedos e com as pernas amputadas, porque perdem a sensibilidade, deixam de sentir. Enquanto que, por exemplo, se um de nós for a caminhar na rua e entrar uma areia no sapato nós paramos e tiramos a areia do sapato que nos vai a magoar, um diabético que já tenha uma perda da sensibilidade, isto não acontece ao fim de um ano de diabetes, acontece ao fim de muitos anos de diabetes e normalmente com diabetes mal controlada, eles são capazes de ter um calhau, não é uma areia é um calhau, dentro do sapato, e caminham quilómetros com o pé em cima do calhau por que não deram conta, e se for preciso chegam ao final em que o calhau escavou um buraco fundo no pé e eles continuam sem dar conta. Eram capazes de pisar em cima de pregos ou em cima de brasas sem se darem conta. Por isso, é que a diabetes é uma doença realmente muito chata, é que realmente não dói, e a pessoa tende a descuidar-se porque não dói, e quando doer já é porque atingiram coisas e coisas às vezes irreversíveis. E coisas muito complicadas de tratar.
  1. Se for bem controlada?
                Se for bem controlada a pessoa tem uma vida normal sem problema nenhum, exactamente como se não tivesse diabetes, desde que realmente cumpra com a alimentação, a medicação e com o exercício físico e mal de nós se assim não fosse porque há diabéticos em que a diabetes é diagnosticada, e quando falamos dos tipo I, por exemplo, um ano de vida ou muitas vezes com alguns meses de vida, com dois, com três, com quatro, com cinco, com dez anos!             Se essa pessoa achasse que ia ter uma vida negra pela frente, coitada, não vai ter uma vida perfeitamente normal se cumprir. Se não cumprir espera realmente uma caminhada muito difícil.
  1. A diabetes também pode levar ao coma?
                É assim, há duas situações, os valores de açúcar no sangue normais estão entre os 70mg/dl e 110mg/dl, claro que nos diabéticos há umas toleranciazinhas para à margem superior que é normal., mas quando andam mais ou menos dentro destes valores não há problema nenhum, quando o açúcar desce muito abaixo dos 70mg/dl a pessoa pode entrar numa coisa que se chama coma, o coma hipoglicémico, que é por baixa de açúcar, mas também se os valores vão muito acima, e há diabéticos a chegarem aos 200mg de açúcar por dl podem entrar num coma que é hiperglicémico, que são as duas situações extremas, as duas são más e as duas podem matar, mas são reversíveis.
                Claro que quem chegue aos 700mg/dl vai ter que fazer insulina, não lhe adianta cortar na comida, por que ele já não está consciente. E só devia mesmo fazer insulina para baixar aquele açúcar e depois por juízo da cabeça daquela pessoa ensiná-la a tratar a doenças. Isto não acontece só pela ingestão alimentar, a diabetes é afectada por situações de stress, por patologias, por exemplo, às vezes basta a pessoa ter uma simples infecção e os valores de açúcar já vão subir por acção dessa infecção. Por isso, há factores que vão ajudar que os factores subam, não é sempre olhar para o diabético e os valores subiram e achar que o “desgraçado” comeu demais ou que não tomou a medicação. Há que ouvir e ver porque é que as coisas aconteceram e analisar todos os factores em simultâneo. Não vou olhar para um isoladamente e as coisas vão correr mal. Quando é a baixa do açúcar também tem que ser dada uma medicação que vai funcionar exactamente ao contrário da insulina, que se chama glucagão, que é uma hormona é uma outra hormona que vai funcionar ao contrário da insulina, que vai fazer com que o açúcar suba no sangue, porque o açúcar baixou muito e vai ser necessário subir esse açúcar. Nas duas situações, no coma hipoglicémico, vai ser administrada uma hormona que actua ao contrário da insulina para fazer subir os valores do açúcar; quanto ao coma por excesso de açúcar tem que ser administrada insulina para fazer baixar aqueles valores do açúcar. Mas isto é as duas situações extremas. Agora o diabético tem sintomas aí no meio, quer duma coisa quer doutra, e aprende a reconhece-las e aprende a tratá-las e aprende sobretudo, o mais normal é ser a baixa do açúcar, e isso acontece normalmente por coisas, ou pessoa faz uma dose de medicação superior à que devia fazer ou fez muito exercício físico, ou comeu muito menos aquilo que devia comer, e então o açúcar vai descer, mas ao descer vai começar a dar dor de cabeça, a dar muita fome, a pessoa vai ficara tremer e isso são sintomas de que tem que ir comer e se a pessoa for comer, e a primeira coisa a fazer é comer um alimento doce tipo um pacote ou dois de açúcar num copio de água de imediato, isso vai corrigir a glicemia, vai fazer com que o açúcar no sangue suba, e se a seguir comer um pão ou umas bolachinhas que vão estabilizar os valores do açúcar, não vai acontecer nada, nunca vai chegar a coma, porque corrigiu antes. Quando os valores estão a subir, a pessoa tem que avaliar porque subiram, e ver o factor que explica aquela subida e tentar compensar isso antes, e poderá fazer uma administração de insulina, se for um diabético insulina dependente, poderá tentar fazer uma caminhada para baixar aqueles valores do açúcar, agora a caminhada não é para fazer só quando tem 500 ou 600, aí o doente não aguenta, é para fazer quando está nos valores dos 200 ou 300.
  1. Qual o valor máximo que o diabético consegue atingir?
 Não sei responder. Isso é variável. Mas há registos na ordem dos 600/700.
  1. E aí já começa a ser grave?
                É muito grave. Aí é gravíssimo. Aliás há valores tão altos que as máquinas de glicemias não lêem, dizem apenas alto. Nós não sabemos quanto é.
  1. E eles têm que tomar insulina toda a vida?
                Os insulino dependentes têm que tomar todos os dias várias vezes ao dia. Aqueles que são insulina dependentes, e quando estamos a falar sobretudo das crianças e dos adolescentes como têm uma vida muito activa, eles chegam a fazer seis administrações por dia.
 
  1. E às vezes tem que ser antes de comer alguma coisa.
                Quando eles têm um esquema intensivo é antes de comer, e essa seria a forma mais correcta de fazer porque permitiria uma liberdade em termos de ingestão alimentar muitos grandes, mas isso pressupõe também que seja um diabético muito bem comportado. Que saiba exactamente quanto vai comer, quanto é que aquele alimento tem em termos de hidratos de carbono, em termos de açúcar, para fazer a dose de insulina suficiente para metabolizar aquela quantidade de açúcar que irá comer. Agora isto será um diabético em 300 ou 400, já estou a ser demasiado optimista. Eu trabalhei 7 anos numa unidade de diabéticos num hospital central e tinha meia dúzia de diabéticos a fazerem este tipo de administração de insulina, a calcularem a quantidade – meia dúzia?! Menos… tínhamos para aí 2 ou 3 – a fazerem exactamente, elas calculavam a quantidade de hidratos de carbono que iam comer e faziam a administração de insulina anterior á ingestão dessa quantidade de hidratos de carbono, mas tem que ser pessoas muito capazes, isto não pode ser feito por qualquer diabético, nem numa fase inicial, porque não têm capacidade para conseguir fazer este tipo de auto-controlo, saber exactamente o que vai comer a seguir. Normalmente eles têm que fazer basicamente, e nenhum deles escapa a isso, a fazer uma administração de manhã e outra á noite, isto será o básico. E depois há vários tipos de insulina, há a insulina de acção lenta, de acção mais lenta, de acção rápida, há misturas entre a rápida e a lenta, depende muito do tipo de insulina que está a fazer. Claro que este tipo de correcções de que estou a falar são sempre feitas com uma de rápida. E qual é a diferença? É que a lenta pode ter um ciclo de actuação até 24h, a rápida em 2 ou 4 horas – é o tempo de duração delas, por isso é para aquilo que a pessoa vai comer, por isso é sempre com essa rápida que se fazem as correcções.
            Agora terá que ser realmente um diabético muito controladinho. Agora quando eles fazem uma administração antes do almoço, antes do lanche, antes do jantar, outra antes da ceia, é sempre com a rápida, o que não quer dizer que não tenha que fazer uma de acção lenta na mesma, por exemplo de manhã para lhe dar cobertura e depois ás vezes á noite. Por isso se fizerem aí e fizerem as outras, refeição a refeição, já estão a contar 7 administrações por dia. Isto é muito variável, há quem faça apenas uma, mas nunca num tipo I, por exemplo num tipo II, pode fazer uma administração de comprimidos e outra de insulina, poderá fazer 2,3,4,5 e depois depende do esquema que o especialista determinar para esse diabético. E normalmente são diabéticos que são seguidos numa consulta de uma especialista, e a especialidade chama-se endocrinologia, e só um endocrinologista poderá definir exactamente o tipo de tratamento para esse diabético, que tipo de insulina deve fazer, o número de administrações e depois caberá é nutrição ajustar as quantidades de hidratos de carbono mediante as doses de insulina que estão determinadas para aquela determinada dose de hidratos de carbono.
 
33. Conheço uma pessoa diabética que toma sempre uma dose antes de cada refeição…
            Mas isso são doses fixas, porque a maior parte dos diabéticos fazem, doses fixas. O especialista que os segue, o médico que os segue determinada por exemplo de manhã faziam 10 unidades, ao almoço faziam, sei lá, 5 unidades, mas normalmente a maior parte dos diabéticos já adultos, e que não têm uma diabetes tipo II, e que ainda tenham alguma produção de insulina própria, fazem uma administração de manhã e uma á noite e que normalmente é antes da refeição, porque eles vão precisar dessa insulina para o açúcar que vão ingerir àquela refeição. São unidades fixas, são por exemplo, imaginemos, 16 de manhã e uma 10 á noite, ou umas 12 de manhã e uma 6 á noite. Por isso não tem problema nenhum, é uma questão de reajustar as coisas quando são doses a fixar. Depois há ainda aqueles diabéticos que fazem um DX, que é uma picadinha no dedo, para verem o valor do açúcar que têm e a dose de insulina que vão tomar. Que está calculado e lhes é dado pelo médico, os valores de referência e eles vêem quanto têm e dentro daqueles valores de referência onde é que está o valor que obtivera e depois vão fazer a administração da insulina consoante o valor de açúcar que têm no sangue naquele momento, mas isso também pressupõe que o diabético tenha uma certa capacidade de entendimento de decidir exactamente como lidar com as coisas. Isso chama-se um esquema de correcção, ás vezes têm na mesma as unidades fixas, eles têm por exemplo 10 unidades fixas, e depois consoante o valor, esteja acima de 120, acima de 180, acima de 240, acima dos 300, estou a dar valores fictícios, ele irá dar mais 1 unidade, ou 2, ou 3, ou 4, ou 5, consoante aquilo que o médico definiu. Por isso ele irá dar as 10 mais 2, ou as 10 mais 3 ou as 10 mais 4, consoante os valores que tinha. 
 
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publicado por simply_misses às 11:50
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Terça-feira, 27 de Maio de 2008

Hipocolesterolémia

 

            Os níveis anormalmente baixos de colesterol são chamados de hipocolesterolémia. As pesquisas sobre os danos que pode causar esta condição, ainda não são suficientemente precisos, embora surgiram relãoção com a depressão, cancro e hemorragia cerebral.
 

 


publicado por simply_misses às 10:58
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Hipercolesterolémia

 

Refere-se a níveis aumentados de colesterol na corrente sanguínea. Condição com elevadas concentrações de LDL-colesterol, que se encontra associado á formação das palcas de ateroma, principal causa das doenças cardiovasculares. Em contraste com o HDL-colesterol que tem sido identificados como um mecanismo pelo qual o colesterol pode ser removido do ateroma.
            A Associação Americana do Coração relaciona os seguintes níveis de colesterol sanguíneos totais em jejum e o risco de doenças cardíacas.
 

Nível em mg/dL
Nível em mmol/L
Risco de doença cardíaca
<200
<5,2
Nível desejável: menor risco de doença cardíaca
200-239
5,2-6,2
Limiar de alto risco
>240
>6,2
Nível não-desejável: alto risco

 
 
 
 
 
 
 
 
 
O nível desejável de LDL é menos do eu 100 ml/dl embora em novo alvo de >70 mg/dl pode ser considerado para indivíduos em alto risco.
O nível ideal de colesterol HDL é de > 60 mg/dl.
 
 

 


publicado por simply_misses às 10:54
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Controle do Colesterol

 

Alteração da dieta alimentar e no estilo de vida poderá ser o suficiente para atingir o nível de colesterol desejado. Noutros casos, poderá ser aconselhado pelo médico o auxílio de medicação.
            No entanto mesmo após conseguir atingir o objectivo de reduzir o colesterol deve continuar a seguir as recomendações do seu médico a fim de manter um nível de colesterol saudável. Pois é provável que o nível de colesterol tenha tendência para subir se não for mantido sob controlo.
 
 
Alimentação
 
            A mudança de hábitos alimentares poderá ser o ponto de partida para o tratamento do excesso de colesterol. Reduza as quantidades de gordura, especialmente gorduras saturadas (a manteiga, o leite gordo, os gelados e algumas carnes). Escolha produtos vegetais, tais como legumes de folhas verdes e frutas, assim como os cereais, são os alimentos ricos em fibras e que não contêm colesterol. Opte por produtos lácteos com baixo teor de gordura ou magros.
Deve sempre, no entanto, consultar um nutricionista que poderá delinear um plano de dieta mais correcto, tendo em conta o seu perfil. O excesso de peso pode afectar os níveis de colesterol, por isso peça ao seu médico que lhe informe do seu peso ideal.
O consumo de álcool pode afectar os níveis de colesterol e triglicerídeos. Converse com o seu médico para saber quais as quantidades que lhe são permitidas.
 
 
 
Exercício Físico
 
            A prática de exercício físico é benéfica em muitos sentidos. Especificamente no caso do colesterol, pratique natação, caminhe, ande de bicicleta, pratique ténis. Tudo contribui para o aumento do nível do HDL- colesterol, diminui o nível de triglicerídeos e poderá baixar o nível de LDL-colesterol. Um esquema de treino regular poderá ajudar também a perde peso e a eliminar gorduras do nosso organismo. Deverá consultar o seu médico antes de iniciar algum programa de treino.
 

Medicação
 
            Se alterou os seus hábitos alimentares, os seus hábitos de vida, deixou de fumar e, mesmo assim, não obteve resultados favoráveis no que respeita aos níveis de colesterol e triglicerídeos, então o seu médico poderá sugerir-lhe uma medicação destinada a regular os valores. Mas antes terá que realizar um diagnóstico tendo em conta os diversos factores de risco, susceptíveis de serem controláveis (alimentação, exercício, hábitos tabagisticos), a sua idade, o seu estado de saúde actual e efeitos secundários do medicamento.
 
 
 

publicado por simply_misses às 10:53
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Controle dos Colesterol

 

Alteração da dieta alimentar e no estilo de vida poderá ser o suficiente para atingir o nível de colesterol desejado. Noutros casos, poderá ser aconselhado pelo médico o auxílio de medicação.
            No entanto mesmo após conseguir atingir o objectivo de reduzir o colesterol deve continuar a seguir as recomendações do seu médico a fim de manter um nível de colesterol saudável. Pois é provável que o nível de colesterol tenha tendência para subir se não for mantido sob controlo.
 
 
Alimentação
 
            A mudança de hábitos alimentares poderá ser o ponto de partida para o tratamento do excesso de colesterol. Reduza as quantidades de gordura, especialmente gorduras saturadas (a manteiga, o leite gordo, os gelados e algumas carnes). Escolha produtos vegetais, tais como legumes de folhas verdes e frutas, assim como os cereais, são os alimentos ricos em fibras e que não contêm colesterol. Opte por produtos lácteos com baixo teor de gordura ou magros.
Deve sempre, no entanto, consultar um nutricionista que poderá delinear um plano de dieta mais correcto, tendo em conta o seu perfil. O excesso de peso pode afectar os níveis de colesterol, por isso peça ao seu médico que lhe informe do seu peso ideal.
O consumo de álcool pode afectar os níveis de colesterol e triglicerídeos. Converse com o seu médico para saber quais as quantidades que lhe são permitidas.
 
 
 
Exercício Físico
 
            A prática de exercício físico é benéfica em muitos sentidos. Especificamente no caso do colesterol, pratique natação, caminhe, ande de bicicleta, pratique ténis. Tudo contribui para o aumento do nível do HDL- colesterol, diminui o nível de triglicerídeos e poderá baixar o nível de LDL-colesterol. Um esquema de treino regular poderá ajudar também a perde peso e a eliminar gorduras do nosso organismo. Deverá consultar o seu médico antes de iniciar algum programa de treino.
 

Medicação
 
            Se alterou os seus hábitos alimentares, os seus hábitos de vida, deixou de fumar e, mesmo assim, não obteve resultados favoráveis no que respeita aos níveis de colesterol e triglicerídeos, então o seu médico poderá sugerir-lhe uma medicação destinada a regular os valores. Mas antes terá que realizar um diagnóstico tendo em conta os diversos factores de risco, susceptíveis de serem controláveis (alimentação, exercício, hábitos tabagisticos), a sua idade, o seu estado de saúde actual e efeitos secundários do medicamento.
 
 
 

publicado por simply_misses às 10:30
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A que se deve o aumento dos níveis do colesterol?

 

           Associa-se normalmente o excesso de peso ao excesso de sangue na corrente sanguínea, erradamente. Por outro existe ainda aqueles que têm uma dieta saudável mas no entanto têm o colesterol elevado, e não percebem porquê.
            O que surge é que o colesterol elevado pode atingir qualquer pessoa, mesmo que seja uma pessoa activa ou magra, jovem ou idosa.
            Existe sempre o factor da má alimentação, mas na verdade o factor hereditário é muito mais comum na maioria das pessoas.
            O programa de educação sobre o colesterol nos EUA em 1987, sugere que os níveis totais de colesterol no sangue sejam:
 
            < 200 mg/dl colesterol sanguíneo total normal
 
200-239 mg/dl limite de colesterol total
 
>240 mg/dl de colesterol total alto
 
            <180 mg/dl de triglicerídeos normais
 
 
 
 
A idade também é um factor de risco, nos EUA os mais velhos são os que registam maior incidência de doenças cardíacas, pelo que vão beneficiar de uma diminuição dos níveis de colesterol. No caso das mulheres na menopausa, estas apresentam níveis de colesterol inferiores ao dos homens na mesma idade. O colesterol aumenta com a idade, até aos 60 anos, mas nas mulheres, geralmente após os 50 anos passam a ter, geralmente, níveis totais de colesterol superiores aos dos homens.

publicado por simply_misses às 10:27
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Função do colesterol

 

              O colesterol faz parte das membranas celulares, sobretudo a nível cerebral. Existe em grande quantidade no fígado, pois grande parte do colesterol é de origem hepática. 
            Faz parte de todas as membranas das nossas células, por isso é extraordinariamente importante e seria mais grave uma situação de carência do que propriamente numa situação de excesso. Faz parte do esqueleto das nossas hormonas, da vitamina D e dos sais biliares.
 
 

 


publicado por simply_misses às 10:20
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Colesterol

 

          Qualquer um pode ter os níveis de colesterol demasiado alto. De facto, uma em cada cinco pessoas tem colesterol elevado, o que significa que existem maiores risco de desenvolver uma doença cardíaca. E uma vez que afecta tanto os mais jovens como os mais velhos, é importante que sejam feitos exames de diagnóstico.
            Segundo a Sociedade Portuguesa de Aterosclerose, todas as pessoas com mais de 20 anos devem fazer análises ao colesterol, pelo menos, cada 3 a 5 anos. Dependendo do risco de doença cardíaca, o médico poderá recomendar-lhe um controlo mais regular.
O colesterol é uma gordura sanguínea, do ponto de vista químico um álcool integrante na fórmula de alguns lípidos, encontrado nas membranas celulares de todos os tecidos do copo humano, é necessária em termos de circulação, é necessária para o esqueleto das hormonas, para os sais biliares, etc.
A palavra “colesterol” deriva do grego chole – (bile) e stereos (sólido), e o sufixo químico –ol para um álcool, pois os investigadores identificaram o colesterol pela primeira vez na sua forma sólida em pedras de vesícula biliar.
A maior parte do colesterol presente no nosso corpo é sintetizada pelo organismo, sendo apenas uma parte adquirida pela dieta. Alguns alimentos fornecem quantidades suplementares de colesterol que poderão ser superiores às quantidades que o organismo necessita. Alimentos como carnes, queijo gordo, leite, manteiga, ovos, etc.
O colesterol é mais abundante no fígado, medula espinal, cérebro e placas de ateroma (nas artérias).
O colesterol tem um papel fundamental em muitos processos bioquímicos, no entanto é mais associado ás doenças cardiovasculares, como sendo a gordura que provoca a aterosclerose, ou então pela hipercolesterolémia, os níveis altos de colesterol no sangue.
Embora a presença de determinadas quantidades de colesterol no sangue seja essencial á saúde, quando em excesso, poderá tornar-se bastante prejudicial. Se os seus níveis de colesterol forem elevados, tem mais propensão para sofrer de uma doença cardíaca. Há muitas razões que explicam o seu aumento, entre as quais a má alimentação e o factor genético. A obesidade e a diabetes também poderão ser factores a considerar.
A quantidade média de colesterol no sangue varia com a idade, tipicamente aumentando gradualmente até a pessoa chegar aos 60 anos de idade. Parece haver períodos em que os valores variam, aumentando, em média, no Inverno.
O colesterol é insolúvel em água, como tal também o é em sangue, deste modo para se movimentar na corrente sanguínea necessita de se ligar a lipoproteínas, classificadas segundo a sua densidade. As duas principais lipoproteínas utilizadas para o diagnóstico do colesterol são:
ü Lipoproteínas de baixa densidade (Low Density Lipoproteins ou LDL): supõe-se que são responsáveis por transportar o colesterol do fígado até as células de vários outros tecidos. Ultimamente tem sido apelidado, incorrectamente, de “mau colesterol” para se referir ao LDL que, de acordo com alguns estudos é o principal constituinte das placas de ateroma nos vasos sanguíneos (aterosclerose); por isso é importante apostar numa redução deste colesterol, para diminuir o risco de doença cardíaca;
ü Lipoproteínas de alta densidade (High Density Lipoproteins ou HDL): acredita-se que são capazes de absorver os cristais de colesterol, que se vão depositando nas paredes das artérias (retardando o processo de aterosclerose). São também responsáveis pela eliminação do colesterol presente no sangue. Os níveis altos deste componente reduzem o risco de doença cardíaca. O termo geral utilizado é o “bom colesterol” pois acredita-se que tem acções benéficas no organismo.
 
Por fim temos outro tipo de colesterol que são os triglicerídeos. Os triglicerídeos são outro tipo de gordura que se encontra na corrente sanguínea, são umas gorduras de ingestão alimentar. Normalmente, as pessoas com alto nível de triglicerídeos também têm um nível elevado de LDL-colesterol. Estudos recentes indicam que os triglicerídeos elevados podem aumentar o risco de doença cardíaca.
Pode também provocar pancreatite, que é uma lesão no pâncreas, provocada pelo excesso de gordura em circulação.
 


publicado por simply_misses às 10:16
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Palestra com o Ortopedista

 

No dia 14 de Maio, pelas 15h15, estava marcada mais uma apresentação do produto final do nosso projecto “Doenças do Séc. XXI”, uma palestra com a presença de um convidado especial o Dr. Carlos Mendes, médico ortopedista no hospital de Fafe.
A palestra tinha como tema principal “Doenças Reumáticas e Doenças Profissionais”, que tinha como objectivo abordar as doenças reumáticas e profissionais que incidem mais na nossa faixa etária.
O tema era de extrema relevância para a nossa comunidade escolar na medida em que muitas destas comorbilidades podem ser evitadas, e em caso de se manifestarem podem ser extremamente incapacitantes a longo prazo.
No entanto não podemos contar com a presença da turma __, que não puderam comparecer ao local, avisando previamente, devido á necessidade de cumprir com o programa da disciplina leccionada nessa hora. Convidamos então por esse motivo, uma outra turma que estaria numa aula de e.fisica, pois seria mais fácil dispensar a aula, visto ser uma convocação de última hora. A turma nesse dia não ia ter aula, pois o professor não poderia comparecer, mas assegurou-nos que iria comunicar á professora substituta a actividade para que estavam convocados. No entanto nenhum dos alunos apareceu no local marcado, o anfiteatro do bloco A.
No entanto a falta não foi grave visto que o médico convidado para a palestra não compareceu no recinto escolar.
Como tal esta actividade ficou sem efeito, e mais uma vez tivemos a nossa apresentação arruinada.

publicado por simply_misses às 10:07
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Apresentação do Filme "Away From Her"

 

No dia 2 de Maio estava previsto, como parte da apresentação do produto final do nosso projecto “Doenças do Séc. XXI”, a visualização do filme “Longe Dela” de Sarah Polley.
Uma longa-metragem que retrata as mudanças na vida de um casal, cujo um dos cônjuges sobre de Alzheimer. O filme mostra-nos como a doença progride e afecta, não só o paciente, mas também as pessoas que o rodeiam e amam e que sofrem as consequências de uma doença que não tem cura. É um drama intenso, tocante, realista e acima de tudo funciona como um “despertador de consciências”; na medida em que alerta para esta realidade a que todos estamos sujeitos.
Por tudo isto, mas não só, achamos de relevância apresentar este filme como parte do nosso produto final.
Como tal convidamos a turma 57 para se juntar á nossa turma no anfiteatro do bloco A pelas 11h e 45m, para desfrutar de um serão não só instrutivo do ponto de vista prático, mas também agradável, para descomprimir das preocupações diárias.
A turma convidada apresentou-se no local um pouco depois da hora marcada, no entanto não foi por aí que pecamos. A apresentação não correu como pretendido, enfrentamos problemas técnicos, mais especificamente não conseguimos aplicar a legendagem no filme. Como a maior parte dos presentes não entende, em pleno, a língua estrangeira, original do filme, a apresentação deste produto final foi no mínimo desastrosa. O barulho foi intenso, assim como o uso de telemóveis, a atenção era portanto quase nula. Pensamos que nesse ponto os nossos colegas podiam ter sido um pouco mais respeitosos relativamente ao nosso trabalho, pois é um projecto de todos, para todos, e todos entendemos que por vezes nem tudo corre como esperado, o que não é razão para desistir.
Penso que a mensagem não passou de maneira nenhuma, o que lamentamos imenso pois a intenção era, a nosso ver, necessária e acima de tudo nobre.
Fica a aqui o nosso pedido de desculpas a todos aqueles que pretendiam de facto absorver algo com esta experiencia e que não puderam assistir a esta apresentação.

 


publicado por simply_misses às 10:04
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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Stress

 

         O stress é o resultado de uma reacção que o nosso organismo tem quando estimulado por factores externos desfavoráveis. A primeira coisa que acontece com o nosso organismo nestas circunstâncias é uma descarga de adrenalina, e os órgãos que mais sentem são o aparelho circulatório e o respiratório.
         No aparelho circulatório a adrenalina promove a aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia) e uma diminuição do tamanho dos vasos sanguíneos periféricos. Assim, o sangue circula, mais rapidamente para uma melhor oxigenação, principalmente, dos músculos e do cérebro já que ficou pouco sangue na periferia, o que também diminui sangramentos em caso de ferimentos superficiais.
         No aparelho respiratório, a adrenalina promove a dilatação dos brônquios (broncodilatação) e induz o aumento dos movimentos respiratórios para que haja maior capitação de oxigénio, que vai ser mais rapidamente transportada pelo sistema circulatório, também devidamente preparado pela adrenalina. Quando o perigo passa, o nosso organismo para com a super produção de adrenalina e tudo volta ao normal.
         Existe dois tipos de stress: o stress positivo e o stress negativo. O stress positivo, que é gerado quando estamos ansiosos, trabalhando por algo que nos trará alguma saciedade ou felicidade futuras. Mas o stress bom, que é gerado com um abatimento ou sensação de pânico., um quadro de exaustão ou fadiga.
 
 
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publicado por simply_misses às 20:45
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Causas

 

         As causas são:
·         Ameaças súbitas: incêndios, explosões, acidentes;
·         Violência;
·         Perda de estabilidade económica;
·         Dificuldades sexuais;
·         Doenças prolongadas;
·         Morte de pessoas próximas;
·         Mudanças imprevistas;
·         Aquisição de dívidas e de compromissos difíceis de honrar;
·         Conflitos permanentes no trabalho ou em casa.
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publicado por simply_misses às 20:42
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Os sintomas físicos

 

         Os sintomas físicos são:
·         Perda de apetite;
·         Cefaleias e enxaquecas;
·         Taquicardia;
·         Tensão muscular;
·         Hipertensão arterial;
·         Dores urinárias;
·         Perda do apetite sexual.
 
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publicado por simply_misses às 20:41
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Principais sintomas psicológicos

 

         Os principais sintomas psicológicos são:
·         Aparição de medos e fobias;
·         Ruminação de medos e ideias (remoer pensamentos);
·         Apatia;
·         Aumento do consume de bebidas alcoólicas;
·         Aparecimento de rituais compulsivos.
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publicado por simply_misses às 20:40
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Medidas para combater o stress

 

         O combate ao stress não é fácil, mas existem algumas medidas que aliviam e podem ajudar muito, quaisquer que sejam as medidas indicadas, o reconhecimento do problema é o primeiro passo para a cura.
·         Fazer exercício físico ou praticar desporto regularmente. Baixa a tensão arterial e alivia as tensões causadas peço stress;
·         Arranjar um hobby ou passatempo, isto ajuda a desviar a atenção e alivia o stress;
·         Controlar a dieta, melhorando os hábitos alimentares, diminuindo o consume de álcool e deixar de fumar,
·         Conversar mais com outras pessoas, melhorar o relacionamento, isto não cura mas alivia tensões;
·         Fazer férias, se for possível, e deixar de se preocupar em demasia.
 
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publicado por simply_misses às 20:24
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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Diabetes Insipidus

            Este tipo de diabetes tem como principal sintoma a polidipsia e pela excreção de grandes quantidades de urina muito diluída, pálida, quase sem cor. Quantidades que não diminuem com a redução da ingestão de líquidos. Tal deve-se ao facto de a capacidade renal, de concentrar a urina, ser deficiente.
            A causa desta diabetes é a deficiência na produção da hormona antidiurética (vasodepressina) ou pela insensibilidade dos rins a esta mesma hormona.
            Esta hormona é fabricada no hipotálamo (no cérebro), e controla o modo como os rins removem, filtram e reabsorvem fluidos dentro da corrente sanguínea. Caso esta hormona não seja produzida os fluidos passam pelos rins e perdem-se por meio da micção*.
            Um diabético deste tipo necessita de ingerir uma grande quantidade de água em resposta á sede extrema para compensar a perda de água.

Sinais e sintomas
 
            Os sintomas são semelhantes aos da diabetes Mellitus, excepto que neste não ocorre glicosúria (urina doce) e não há hiperglicemia. Os problemas de visão também são raros.
            Os sintomas mais comuns são a poliúria (urinar em grande quantidade e muitas vezes) e a polidipsia (sede intensa). Pode também acontecer incontinência, em que a pessoa urina involuntariamente, não consegue conter, e pode não conseguir dormir bem por estar constantemente a sentir necessidade de urinar a toda a hora. Nas crianças pode interferir no apetite, no ganho de peso e no crescimento. Ela pode levar à febre, vómitos ou diarreia.
            Nos adultos com uma DI sem tratamento permanecem saudáveis por décadas desde que a ingestão de água seja suficiente para compensar as perdas urinárias. Entretanto, há um risco contínuo de desidratação.
 
Causas
            Este tipo de diabetes pode ser aparecer devido a um excesso de ingestão de líquidos, um defeito na produção da hormona antidiurética ou um defeito na resposta renal a essa mesma hormona.
 
Tipos e tratamentos para a Diabetes Insipidus
 
            Há várias formas da doença, entre as quais:
           
. Diabetes Insipidus Central, resultado de uma lesão no hipotálamo causada por uma cirurgia, infecção, tumor ou acidente vasculares encefálicos. Podendo também ser um factor genético. Esta é a forma mais comum da doença.
            Pode ser detectada através de alguns testes e análises ou recorrendo ao historial de parentes com a mesma patologia, a maior parte das vezes. No entanto a Diabetes Insipidus central é “idiopática”, ou seja, a causa para o seu aparecimento, em muitos casos, não é identificável, mesmo após ressonâncias magnéticas e exames minuciosos ao cérebro terem sido efectuados. Por isso a(s) causa(s) efectiva(s) desta doença ainda não foi(foram) descoberta(s).
            Esta variante da doença não tem cura, mas os seus sinais e sintomas podem ser atenuados ou mesmo eliminados completamente com o uso de medicamentos, como por exemplo uma substituição para a hormona vasodepressina (a hormona antidiurética). Pois este tipo é normalmente associado a um défice na produção desta hormona, devido á lesão do hipotálamo. Outros tratamentos são por vezes aplicados e muitas vezes bastante eficazes.  
 
. Diabetes Insipidus Gestacional, que ocorre durante a gravidez. Isto pode acontecer se o hipotálamo for ligeiramente danificado e/ou a placenta interferir no processo de produção da hormona antidiurética, ao criar um défice entre a quantidade produzida e a utilizada. É aconselhável recorrer-se ao tratamento com a hormona de substituição da vasodepressina, mas a doença desaparece algumas semanas após o parto. Por isso o tratamento pode vir a ser interrompido assim que a doença desapareça. No entanto pode voltar a manifestar-se numa gestação posterior.
 
            . Diabetes Insipidus Nefrogénico, quando ocorre alguma lesão no rim. É uma condição rara. A resposta dos rins é insuficiente para a quantidade, normal, de vasodepressina que é produzida no hipotálamo. Pode ser resultado do uso de alguns medicamentos ou ainda de alguma doença nos rins, incluindo as hereditárias. Neste tipo não surtirá efeito o uso do substituto para a hormona antidiurética. Mas poderá ter cura ou não, se for eliminada a medicação que está na causa do problema ou a doença já referida. No caso de ser um factor genético, a cura não é existe, dura para toda a vida. No entanto existem tratamentos que podem atenuar em parte os sintomas da doença.
 
            . Diabetes Insipidus Dipsogenico, acontece quando a hormona vasodepressina deixa de ser produzida pelo hipotálamo, devida a uma elevada ingestão de fluidos que resultará inadvertidamente numa poliúria anormal. Este problema surge devido a algum tipo de desordem ou lesão que surge na região do cérebro que controla aquilo que bebemos, a sede. Este tipo é muito semelhante á Diabetes Insipidus Central, pois ambas resultam de lesões no cérebro, por esse motive é difícil diferenciá-las e identificá-las.       
            A única maneira de detectar qual é o tipo é medindo a quantidade de vasodepressina que é produzida aquando uma privação de fluidos (água por exemplo) ou verificando os efeitos de um tratamento através da indução da hormona antidiurética artificial.
            Neste tipo também é comum a poliúria, no entanto ao contrário da DI Central, a necessidade de ingerir líquidos não é eliminada completamente. O que resulta numa “intoxicação de água”, provocando sintomas como dores de cabeça, perca de apetite, letargia e náuseas, ainda sinais como uma baixa anormal na concentração de sódio no plasma.

            Por causa disto e pela falta de tratamentos para a polidipsia persistente, a Diabetes Insipidus Dipsogenica não tem cura, embora os sintomas mais alarmantes possam ser atenuados, como por exemplo a necessidade de acordar várias vezes para urinar, tomando algum substituto da hormona antidiurética, antes de dormir.

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publicado por simply_misses às 11:30
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Controle da diabetes parte III

             Para que o diabético possa ter uma vida normal e reduza ao máximo o risco de contrair qualquer complicação da doença, deve saber controlar os níveis de glicemia, mas não só. Tem que seguir uma dieta específica, devendo recorrer ao nutricionista, praticar exercício físico regular e saber administrar a insulina, necessária á sua sobrevivência.            
            É também importante fazer alguns exames regulares, não só á glicemia, mas também a dislipidemia, função renal e controle da pressão arterial.                                      
A prática da actividade física é fundamental no controle da diabetes. Isso porque ajuda a manter a glicemia dentro dos níveis desejados, na manutenção do peso corporal e no controle da dislipidemia, entre outros benefícios.
            Por fim, é importante existir uma equipa de especialistas, pois a orientação terapêutica é fundamental para o manuseio da diabetes.
            A diabetes não tem cura, mas pode viver-se com a doença, desde que se siga as recomendações do médico especialista.
            Os remédios variam de acordo com o tipo de doença, e só o médico poderá prescrever o mais indicado segundo o caso. Os diabéticos, que não produzem insulina ou a produzem em quantidades insignificantes, devem receber a hormona por via injectável.
            Já os diabéticos tipo II, muitas vezes consegue compensar a sua diabetes apenas com dieta. Muitos pacientes obesos mantêm-se totalmente compensados apenas atingindo o seu peso ideal. Outros, porém, necessitam de medicamentos para estabilizar os níveis de açúcar no sangue.

           
Existem dois tipos de medicamentos para tratar a doença, já acima referidos, que são:
 
            Os hipoglicimiantes orais são indicados para o tratamento da diabetes dois. Existem vários tipos.
            A insulina, a medicação principal para os diabéticos tipo I e II, que não responderam aos hipoglicimiantes orais. Actualmente estão disponíveis várias apresentações de insulina, conforme a origem, tempo de acção e concentração.
            As primeiras insulinas eram de origem bovina, então verificou-se que a molécula de insulina do porco era semelhante á molécula de insulina humana e esta passou a ser utilizada. Há também insulinas similares às produzidas naturalmente pelo organismo humano, obtidas através de certas técnicas de engenharia genética.
            Relativamente ao tempo de acção, as insulinas podem ser: de acção intermediária, rápida ou muito rápida. Estão disponíveis ainda combinações de insulinas de acção curta e intermédia. As de acção intermédia duram entre 20 a 24 horas e destinam-se ao controle diário. Já as de acção rápida actuam aproximadamente 30 minutos após a sua aplicação, com a duração de 6 a 7 horas e são usadas no tratamento de descompensações diabéticas, emergências ou como complemento do controle diário. Por fim, ultra-rápida deve ser utilizada imediatamente após as refeições, pois começa a agir em 15 minutos.
            O diabético deve aplicar de manhã uma de acção intermédia, completando-a em ouros horários, se necessário, conforme prescrição médica. O ideal é que o paciente aprenda a administrar as doses tornando-se independentes.
 

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publicado por simply_misses às 11:17
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Controle da diabetes parte II

A glicemia
 
            O nível de açúcar no sangue varia ao longo do dia. Essa variação pode ser causada por diferentes situações e apresenta sintomas típicos que podem ajudar o diabético a identificar os cuidados a ter. A tabela seguinte pode ser uma ajuda útil para estes casos.

 
Hiperglicemia
Hipoglicemia
O que é?
Nível elevado de glicose no sangue
Nível baixo de glicose no sangue
Causas
Doses insuficientes de insulina ou comprimidos
Demasiada insulina ou comprimidos
 
Excessos alimentares
Erros ao medir a quantidade de insulina
 
Exercício físico reduzido
Confusão com o tipo de insulina injectada
 
Infecções - gripes, anginas, vias urinárias e respiratórias
Fazer mais exercício que o habitual e não ter tomado as devidas precauções
 
Stress Emocional
 
 
Alguns medicamentos
 
 
 
 
Sintomas
Urinar em grande quantidade e com maior frequência
Sintomas iniciais de alarme (devido á rápida descida de glicemia e libertação de hormonas do stress):
 
Sede constante e intensa
Fome súbita
 
Cansaço
Suores
 
Comichão a nível dos órgãos genitais
Cansaço com perda de forças
 
Perda de peso
Tremor
 
 
Nervosismo
 
 
Palidez
 
 
Sentir o coração a bater com força e mais rapidamente
 
 
Sudação abundante
 
 
Agravamento (devido á falta de açúcar no sangue
 
 
Confusão ligeira
 
 
Dor de cabeça
 
 
Raciocínio lento
 
 
Alterações da fala
 
 
Enjoos
 
 
Vómitos
 
 
Mudança de humor
 
 
Perturbações do estado de consciência
 
 
Convulsões e coma
 
 
 
Cuidados a ter
Reforçar a vigilância: fazer testes á glicose pelo menos 3 a 4 vezes ao dia
Parar o que se está a fazer
 
Aumentar as doses de insulina de acção intermédia ou corrigir a medicação oral, com o consentimento médico
Se possível, determinar a glicemia capilar
 
Manter e reforçar o fraccionamento alimentar
Comer imediatamente 2 pacotes de açúcar que deve trazer sempre consigo ou um copo de sumo de fruta ou refrigerante
 
Reduzir o consumo de gorduras
Se após 3 a 5 minutos persistirem, repetir o procedimento anterior
 
Aumentar a ingestão de água
Uma vez iniciada a melhoria, deve tomar-se uma refeição: 1 fatia de pão com um copo de leite - ou antecipar a seguinte se está perto da hora

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Controle da diabetes parte I

            A quantidade de açúcar no sangue chama-se glicemia. O controlo da diabetes é, em grande parte dos casos, efectuado através de teste de glicemia capilar (picada no dedo), geralmente diários e várias vezes ao dia. Habitualmente estes testes são realizados:
 
. em jejum;
. antes das refeições e/ou
. 1 a 2 horas após as refeições
 
Para saber o nível de açúcar está controlado é necessário conhecer os limites
Tabela 2. Limites para glicemia e HbA1C
 
 
 
Óptimo
Bom
Deficiente
Glicemia (mg/dl)
 
 
 
Em jejum
80 – 110
111 - 140
> 140
Após a refeição
100 - 145
146 - 180
> 180
HbA1c
6,5_%
6,5 % - 7,0 %
> 7,0 %
 
 
 
 
 O que é a hemoglobina A1c (HbA1c)?
 
            É a hemoglobina dos glóbulos vermelhos, á qual se liga uma parte do açúcar que circula no sangue. Quanto mais açúcar existir no sangue, maior será o valor dessa hemoglobina. Depois de efectuada essa ligação, o açúcar não se volta a separar. Assim, o valor da hemoglobinaA1c, dá-nos o valor médio do açúcar dos últimos 2 ou 3 meses, pois é o tempo de vida dos glóbulos vermelhos.
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publicado por simply_misses às 11:11
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Complicações da diabetes parte III

Ceto-acidose diabética
            Esta complicação da diabetes surge quando não existe insulina suficiente para metabolizar a glicose. E pode ser desencadeada pelo o excesso alimentar ou por variações no sistema nervoso (stress físico ou emocional). Por stress físico define-se a exposição a uma outra patologia, como por exemplo uma amigdalite ou uma apendicite. Em situações de stress o corpo liberta uma grande quantidade de hormonas hiperglicemiantes, isto é, que fazem o açúcar do sangue (glicemia) aumentar a sua concentração. Como não existe insulina suficiente o corpo utilizara as gorduras e as proteínas armazenadas, processo denominado por cetose*.                                                       
             Enquanto isto se processa o doente sente-se muito mal. Provoca confusão, respiração deficiente, hálito com aroma de acetona, pode ainda demonstrar sinais de fraqueza intensa, náuseas, vómitos e dores abdominais.                                                        
             Esta é uma complicação muito grave do diabetes, mais comum no insulinodependente (tipo I), e que pode conduzir á morte se não for tratada devidamente. E ideal que o doente se aperceba dos sinais da hiperglicemia (aumento nos níveis de glicemia) antes que chegue á cetose.
Coma diabético
            O coma diabético é uma complicação da doença que surge como consequência do desequilíbrio da mesma. Tanto por excesso (coma hiperglicémico) como por défice (coma hipoglicémico) da glicose no sangue.                                                           
            O coma hiperglicémico surge quando o doente fica sem tratamento até que a glicemia suba o suficiente para causar alterações na consciência. O coma hiperglicémico com cetose ocorre nas formas da doença mais intensas, como na tipo I. É um processo lento, em que primeiramente ocorre a hiperglicemia e só depois a cetose, que em conjunto afectam o SNC, responsável pelas alterações da consciência.             
Nas formas mais brandas da doença, a citose não acontece pois o doente produz ainda alguma insulina, o processo é mais demorado mas os valores da glicose que se atingem são muito mais elevados que no tipo I.                                                                
O coma hipoglicémico é praticamente intrínseco aos doentes que administram insulina, não ocorrendo quase inteiramente nos doentes que fazem administração oral. Surge quando os níveis de glicemia estão muito baixos e manifesta-se, quase imediatamente, através de tremores, suores, sensação de fraqueza e fome, palpitações e tonturas. Pode ser fatal ou causar lesões cerebrais com sequelas tardias, isto porque o cérebro consome glicemia para a produção energética e basta apenas alguns minutos para haver morte cerebral se os níveis de glicemia estiverem muito baixos.

 
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publicado por simply_misses às 10:45
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Complicações da diabetes parte II

Neuropatia diabética
            É a perturbação da função do sistema nervoso, responsável pelo controle de praticamente tudo o que fazemos. O sistema nervoso emite e recebe sinais, localizado no cérebro, para comunicar ás outras células as tarefas que devem ser realizadas. Com a neuropatia os nervos podem ficar incapazes de emitir as mensagens, emiti-las na hora errada ou muito lentamente. Os sintomas irão depender e variar conforme o tipo de complicação e quais os nervos afectados.
            Os sintomas podem ser: sensitivos (formigueiro, dormência ou sensação de queimadura das pernas, mãos e pés. Dores locais e desequilíbrio); motores (estado de fraqueza e atrofia muscular) e autonómicos (ocorrência de pele seca, pressão baixa, distúrbios digestivos, excesso de transpiração e impotência).
            A diabetes e a principal causa de neuropatia, que possui diferentes formas clínicas, tais como: poli neuropatia distal (É a forma mais comum da neuropatia, manifestando os sintomas sensitivos); neuropatia autonómica (Manifestando os sintomas autonómicos) e a neuropatia focal (Esta é uma condição rara decorrente de danos a um único nervo ou a um grupo de nervos. Surge devido ao entupimento de um vaso, ou a compressão de um nervo. Que podem levar a um enfarte do miocárdio, um AVC ou uma angina do peito).
            Não é raro o aparecimento de mais de um tipo de neuropatia num individuo, dependendo do tempo de duração do diabetes e o grau de controle glicémico, por isso e extremamente importante o controle rigoroso da glicemia para prevenir ou para não piorar o estado da doença. A doença pode também ser tratada através de medicamentos que aliviam os sintomas.
 
 

 
Micoanglopatia
            O risco de ataque cardíaco, angina do peito ou acidente vascular cerebral é de 2 a 4 vezes maior em diabéticos.
            A doença cardiovascular, nomeadamente a angina do peito, é a principal causa de morte relacionada com as diabetes, não importando o tipo.
            A hiperglicemia é um factor de risco para as doenças do coração. Entre outros como a obesidade, a hipertensão arterial, tabagismo, colesterol elevado (LDL), falta de exercício físico e presença de micro albuminúria (proteína na urina).

Infecções
            A presença elevada de glicose pode causar danos a muitas funções do sangue, incluindo o sistema imunológico. O que aumento o risco do diabético ao surgimento de infecções, pois os glóbulos brancos ficam menos eficazes com a hiperglicemia. E torna igualmente o sangue vulnerável a proliferação de alguns invasores (bactérias, fungos, etc). assim locais como boca, gengivas, pulmões, pele, pés, genital e zonas de incisão pós cirurgia estão totalmente sujeitas a este risco. Ferimentos em geral podem tornar-se verdadeiras portas de entrada.                                                                                     
             E por isso muito importante, mais uma vez, manter um bom controlo da glicemia, seguindo correctamente as orientações médicas. Existem porém outros cuidados essenciais que merecem destaque. Devem então: manter uma boa higiene bocal, utilizando sempre fio dental e fazendo uma limpeza no dentista de 6 em 6 meses. Pois a boca, nomeadamente entre a gengiva e os dentes, é onde se acumulam um grande número de bactérias. E caso estas se “instalem”, e se propaguem, a situação pode tornar-se grave. Elas actuaram destruindo o osso onde o dente está implantado, levando á inflamação da gengiva. Resultando na separação dos dentes e do osso mandibular, sendo necessário, por vezes, recorrer á cirurgia de modo a remover o tecido envolvente dos dentes, raspando a placa dentária.                                                                              
              As mulheres devem tomar especial cuidado, também, em relação às infecções vaginais como a candida albicans (candidíase), que prospera em ambiente húmido, nutrindo-se de muita glicose. A candidíase é desagradável. Caracteriza-se por sensação de ardência e comichão na área vaginal, geralmente acompanhada por corrimento branco e grosso, mas é facilmente confundido com outros problemas. O tratamento não é difícil, requerendo a utilização de um creme fungicida.
Pé Diabético
            Para os doentes diabéticos, o pé merece atenção redobrada, especialmente os que sofrem de neuropatia. Pois facilmente surgem ferimentos, como calos nos pés, quando usamos sapatos, mesmo sem sentirmos dor. Devem por isso inspeccionar o pé na procura de qualquer ferimento que possa aparecer, e contactar imediatamente o médico de modo a evitar situações extremas causadas pela dificuldade de coagulação do sangue.   
         As lesões de membros inferiores são as complicações mais temidas pelos pacientes diabéticos. O Pé Diabético apresenta sintomas como a perda de sensibilidade e/ou deficiência de irrigação sanguínea, podendo apresentar deformidades, ulcerações e infecções que, frequentemente, evoluem para a necessidade de amputação.                      É por isso essencial manter um bom fluxo sanguíneo, mantendo a pressão arterial e o colesterol nos níveis recomendados. É importante também praticar exercício físico com regularidade e acima de tudo não fumar. Isto porque 95% de todas as amputações do pé acontecem a fumantes.                                                                                
              No entanto nessas situações o doente não deixa de poder ter uma vida “normal”, existem próteses muito práticas e confortáveis que proporcionam uma mobilidade relativamente boa ao doente.                                                                                                   
              Os doentes devem prestar especial atenção as úlceras. Que surgem a partir dos ferimentos ou zonas infectadas na base do pé. E que são consequência da circulação deficiente e os níveis de glicemia mal controlados. Se descobrir uma úlcera deverá contactar o médico imediatamente. As camadas de pele vão sendo destruídas devido á infecção, podendo criar um buraco, quando esta não é devidamente tratada. 
Hipertensão arterial
         Aumento da pressão,desejável até 130/80mmHg, por aumento de H2O no sangue, além da glicolisão irregular do colágeno e proteínas das paredes endoteliais o que pode causar tromboses e coágulos por todo o sistema circulatório.
Coma hiperosmolarnão-cetótico
            Esta complicação é normalmente associada á diabetes tipo 2, consequência de excessos alimentares ou por uma doença intercorrente. Como estes pacientes ainda produzem uma quantidade mínima de insulina eles não desenvolvem a cetose*. Como o coma hiperosmolar manifesta-se insidiosamente, os níveis glicémicos são muito altos e as principais consequências são a desidratação e alterações a nível do sistema nervoso, que variam podendo ir de um simples entorpecimento até um coma profundo. É uma situação muito grave e de risco de vida se não for devidamente tratado.
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publicado por simply_misses às 10:38
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Complicações da diabetes parte I

 
 
            A diabetes é uma doença “silenciosa”, isto é, provoca lentamente estragos no organismo sem que haja uma percepção clara do que está a acontecer.
 
As complicações que advêm desta doença são várias, nomeadamente:
 
Retinopatia diabética
           
A retinopatia diabética é caracterizada por alterações vasculares. São lesões que surgem na retina, podendo causar pequenos sangramentos e, como consequência, a perda de actividade visual. Exames de rotina podem detectar precocemente o problema, promovendo o seu tratamento na fase inicial. Hoje em dia, esta é a complicação crónica mais comum no doente diabético, em conjunto com a catarata.                                         
No caso do tipo 1, não há necessidade de fazer exames assim que a pessoa descobre que padece da doença, pois não possui um histórico de glicemia alta.                     
Já no tipo II, os exames serão realizados desde o momento do diagnóstico. Isso acontece porque não é possível determinar por quanto tempo a pessoa permaneceu com taxas altas de glicemia.            
O tratamento pode ser através da fotocoagulação. Indicado e realizado pelo médico oftalmologista.
 

Nefropatia Diabética
            É a perturbação da função renal, resultando na perda de proteína na urina. A doença é progressiva, sendo que o órgão vai perdendo a sua função lentamente, até á paralisação total. Contudo, é controlável e facilmente detectável. No entanto é importante seguir as recomendações do especialista pois o tratamento é diferente consoante os casos.
Na diabetes tipo 1, a insuficiência renal progressiva ocorre em cerca de 50% dos pacientes. No tipo 2, observa-se um crescente número dessa complicação, traduzindo o controle muito aquém do desejado.  
Nota: Os rins são órgãos muito sensíveis ao mau trato do nosso organismo. Funcionam como filtros no corpo humano com a importante função de eliminar, pela urina, as substâncias provenientes do metabolismo, que já não têm utilidade para as atividades orgânicas. Ao mesmo tempo, precisam manter outras substâncias que não devem ser descartadas, como as proteínas.
 
 
 
 
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publicado por simply_misses às 10:35
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Sintomas

Tabela 1. Sintomas típicos da diabetes e sintomas na criança e no jovem.
 
 
Sintomas Típicos
Sintomas na criança e no jovem
Urinar em grande quantidade e muitas vezes (poliúria)
Sede constante e intensa (polidipsia)
Fome constante e difícil de controlar (polifagia)
Sensação de boca seca (xerostomia)
Emagrecer rapidamente
Fadiga
Grande fadiga com dores musculares
Comichão no corpo (especialmente nos órgãos genitais)
Dores de cabeça
Visão turva
Náuseas e vómitos
 
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publicado por simply_misses às 10:34
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Diagnóstico da diabetes

 
 
Um individuo é diabético se:
. Tiver uma glicemia ocasional de 200mg/dl ou superior, com sintomas;
. Tiver uma glicemia em jejum (8 horas) de 126mg/dl ou superior em 2 ocasiões separadas por um curto período de tempo.
 

 

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publicado por simply_misses às 10:33
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Tipos de Diabetes

            Existem 2 tipos de diabetes. A mais conhecida, e mais comum, é a diabetes Mellitus, sendo a outra a diabetes Insipidus. A diferença é que na diabetes Mellitus há glicosúria, ou seja, glicose na urina e na diabetes Insipidus não. As causas do seu aparecimento também diferem, como iremos verificar já em seguida.
Diabetes Mellitus
 
            A diabetes é uma doença crónica, que pertence ao grupo das doenças metabólicas*, e se caracteriza pelo aumento dos níveis de açúcar (glicose) – hiperglicemia – no sangue.
            Esta doença surge quando o organismo é incapaz de utilizar a nossa principal fonte de energia – a glicose, a qual provém da digestão do amido e dos açúcares ingeridos através da alimentação. Esta, depois de absorvida, entra na corrente sanguínea. Contudo, para que a glicose seja utilizada pelas nossas células como fonte de energia é necessária insulina.
 
Diabetes Mellitus tipo I(ou Diabetes Mellitus Insulinodependente)
 
            O termo insulinodependente já não é totalmente correcto actualmente. Isto porque pressupõe a total dependência á insulina, ou seja, esta não é produzida pelo corpo do doente, o que é errado. Pode não ser produzida, mas pode também produzir pequenas quantidades insignificantes.                                                                       
             É um tipo de diabetes típico na infância e na adolescência, mas pode também surgir em crianças e jovens. E caracteriza-se por um défice na produção de insulina, isto acontece porque o sistema imunitário do doente ataca as células betas do pâncreas, pois não as reconhece. A maioria das pessoas com diabetes tipo I desenvolve grandes quantidades de auto-anticorpos, que circulam na corrente sanguínea algum tempo antes da doença ser diagnosticada. Os anticorpos são proteínas geradas no organismo para destruir germes ou vírus. Auto-anticorpos são anticorpos com “mau comportamento”, ou seja, eles atacam os próprios tecidos do corpo de uma pessoa. Nos casos de diabetes tipo I, os auto-anticorpos podem atacar as células que a produzem. Este tipo de reacção também ocorre noutras doenças, como esclerose múltipla, Lúpus e doenças da tiróide.        A causa desta “confusão” do sistema imunitário ainda não foi definida, apesar de parecer estar associada a casos de constipações e outras doenças. Não é por isso consequência do tipo de alimentação, estilo de vida, etc. Como acontece na diabetes tipo II.                                                                                                                   
Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença. Mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Pode ser algo próprio do organismo, ou uma causa externa, como por exemplo, uma perda emocional. Ou também alguma agressão por determinados tipos de vírus como o cocsaquie.                                                                                                                      
Quando o organismo deixa de produzir insulina (ou produz apenas uma quantidade muito pequena) o doente necessita de injecções diárias de insulinas para regularizar o metabolismo do açúcar. A quantidade é variável em função do tratamento escolhido pelo endocrinologista e também em função da quantidade de insulina produzida pelo pâncreas. A insulina sintética pode ser de acção lenta ou rápida: a de acção lenta á administrada ao acordar e ao dormir, a de acção rápida é indicada logo após grandes refeições.                                                                                                           
Para controlar este tipo de diabetes é necessário o equilíbrio de três factores: a insulina, a alimentação e o exercício.

 

 

Diabetes Mellitus tipo II(ou Diabetes Mellitus Insulinoindependente)
 
            O termo insulinoindependente também não é o mais correcto actualmente, pois o que acontece é uma diminuição da resposta dos receptores de glicose presentes no tecido periférico da insulina, levando ao fenómeno da resistência á insulina (insulinoresistência). As células beta do pâncreas aumentam a produção de insulina e, ao longo dos anos, a resistência á insulina acaba por levar as células beta á exaustão, a insulina acaba por ser insuficiente.
            A diabetes tipo II surge devido a hábitos de vida e de alimentação errados e por vezes ao stress. Frequentemente têm excesso de peso, sobretudo na zona abdominal, hipertensão arterial, colesterol e triglicerídeos elevados. Neste caso, o pâncreas produz insulina.                                                                                                                       
          Vários fármacos e outras causas podem, contudo, causar este tipo de diabetes. É muito frequente a diabetes tipo 2 associada ao uso prolongado de corticóides, frequentemente associada à hemocromatose não tratada.                                                           Sabe-se que o diabetes do tipo 2 possui um factor hereditário maior que no tipo 1. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos.     
            O diabetes tipo 2 é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o tipo 1 e pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico. Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a combinação destes com a insulina.

 

 

Diabetes Mellitus gestacional
 
            Este tipo de diabetes desenvolve-se durante a gravidez e pode melhorar ou desaparecer após o nascimento da criança. Embora temporária pode trazer danos á saúde da mãe e/ou bebé, e cerca de 20 – 50 %  das mulheres que tiveram diabetes gestacional desenvolveram diabetes tipo 2 mais tardiamente na vida.
            Este tipo de diabetes também envolve uma combinação de secreção e resposta de insulina inadequados, assemelhando-se ás diabetes tipo 2 em vários pontos.
            Esta ocorre em cerca de 2% - 5% de todas as gravidezes. É temporária e tratável, mas se não tratada pode causar problemas com a gravidez, como por exemplo malformações fetais e doença cardíaca congénita. Podendo levar até á morte do feto.
Outros tipos
Outros tipos de diabetes <5% de todos os casos diagnosticados:
A: Defeito geético nas células beta
B: Reistência á insulina determinada geneticamente
C: Doença do pâncreas
D: Causada por defeitos hormonais
E: Causada por compostas químicos ou fármacos
F. Infecciosas (rubéola congénita, citamegalovírus e outros)
G:Formas incomuns de diabetes imuno-mediatas (sindrome do "homem rigido". anticorpos anti-insulina e outros)
H: Outras síndromes genéticas algumas vezes associadas com diabetes (sindrome de Down, síndrome de Klinefelter, sindrome de Turner, síndrome de Wolfram, ataxia de Friedreich, coréia de Huntington, sindrome de Laurence)
 
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publicado por simply_misses às 10:24
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Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Diabetes

            De acordo com a Organização Mundial de Saúde, em 2006 há cerca de 171 milhões de pessoas que sofrem de Diabetes, valores que tendem a aumentar exponencialmente. Estima-se que em 2030 esse número duplique. A diabetes é uma epidemia a nível mundial no entanto mais comum nos países mais desenvolvidos. O aumento da incidência da Diabetes em países desenvolvidos segue a tendência de urbanização e mudança de estilos de vida.
            A diabetes está na lista das 5 doenças com maior índice de morte no mundo, e está cada vez mais perto do topo da lista. Em 2005 eram pelo menos 20.8 milhões de pessoas com diabetes somente nos Estados Unidos. E de acordo com a American Diabetes Association existem cerca de 6.2 milhões de pessoas não diagnosticadas e cerca de 41 milhões que poderiam ser consideradas pré-diabéticas.

 

 

 

 

O pâncreas é o órgão responsável pela segregação da hormona denominada insulina, responsável pela regulação da glicemia (nível de glicose (açúcar) no sangue). Para que as nossas células possam realizar a respiração aeróbica, que transforma a glicose em fonte de energia, é necessário a existência da insulina para que esta hormona entre nas células.

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publicado por simply_misses às 10:54
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Sexta-feira, 28 de Março de 2008

Dê sangue, Salve uma Vida

Ontem, dia 27 de Março de 2008, é o Dia Nacional dos Dadores de Sangue.
            Nada mais apropriado que relembrar que as doações de sangue são mais que bem-vindas, são necessárias.
            Se reúne todas as condições para ser dador de sangue e ainda não o fez por favor preste atenção. Existem vidas que dependem da boa vontade daqueles que se encontram de boa saúde.
Se tem alguma dúvida ou pretende saber onde e como se tornar dador de sangue visite o site http://www.ipsangue.org onde encontrará a resposta para estas e outras dúvidas.

 


publicado por simply_misses às 13:47
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 Artrites idiopáticas juvenis


publicado por simply_misses às 13:45
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O que são artrites idiopáticas juvenis (AIJ)?

         As artrites idiopáticas juvenis são de origem desconhecida e constituem um grupo heterogéneo de doenças que se iniciam antes dos 16 anos de idade e que se caracterizam pela presença de artrite de uma ou mais articulações persistente durante, pelo menos, seis semanas.
         O conhecimento destas doenças ainda é limitado.
         São consideradas doenças autoimunes, cuja origem envolve factores genéticos, imunológicos e ambientais.

publicado por simply_misses às 13:43
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Classificação das artrites idiopáticas juvenis

         Há diferentes classificações, em função das características clínicas e laboratoriais detectadas nos seis primeiros meses de evolução da doença.
 
ØArtrite sistémica: artrite acompanhada ou precedida de febre diária com picos quotidianos de 39ºC, no mínimo durante três dias, acompanhada por um ou mais dos seguintes sinais:
-Exantema eritematoso, fugaz, não fixo;
-Adenomegalias generalizadas;
-Hepato ou esplenomegalia (aumento de volume do baço);
-Serosite (inflamação da membrana serosa).
 
ØOligoartrite: artrite que afecta uma a quatro articulações nos primeiros seis meses da doença. A oligoartrite persistente afecta não mais de quatro articulações em todo o curso da doença. A oligoartrite alargada afecta um total cumulativo de cinco ou mais articulações após os primeiros seis meses da doença.
 
ØPoliartrite com factores reumatóides negativos: artrite que afecta cinco ou mais articulações durante os primeiros seis meses de doença, com factores reumatóides IgM (é um anticorpo que indica uma infecção a decorrer) persistentes negativos.
ØPoliartrite com factores reumatóides positivos: artrite que afecta cinco ou mais articulações durante os primeiros seis meses de doença, com factores reumatóides IgM persistentemente positivos.
 
ØArtrite psoriática: artrite associada à psoríase (doença cutânea caracterizada por descamação epidérmica provocada pela inflamação crónica da derme) ou artrite associada a pelo menos dois dos seguintes sinais:
-Dactilite, com tumefacção de um ou mais dedos, geralmente de distribuição assimétrica, que se estende para além da margem articular;
-Ponteado ungueal ou onicólise (desprendimento das unhas);
- História familiar de psoríase em familiar de primeiro grau.
 
·        Artrite relacionada com entesite: artrite e entesite com dor à palpação na inserção de tendão, ligamento, cápsula articular ou fáscia no osso; ou artrite e entesite com, pelo menos, dois dos seguintes factores:
-Dor à palpação da(s) sacroilíaca(s) e/ou espondilalgia inflamatória;
-Presença de HLA-B27;
-História de doença associada ao HLA-B27, como espondilartrite anquilosante, sacroileíte associada com doença inflamatória do intestino ou uveíte anterior aguda, em familiar de primeiro ou segundo grau;
-Uveíte anterior aguda;
-Sexo masculino;
-Idade superior a 8 anos quando do início as sintomatologia do
alarme.
 
·             Outras artrites: artrites com causa desconhecida, com duração igual ou superior a seis semanas e que não são classificáveis em nenhuma das anteriores ou que podem ser classificáveis em mais de uma das categorias anteriores.
 

publicado por simply_misses às 13:40
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Quais são os factores de risco?

         Não são conhecidos factores de risco determinantes. É muito raro acontecer antes dos seis meses de idade. Sendo as AIJ de etiologia desconhecida, não é possível a prevenção primária.

publicado por simply_misses às 13:39
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Como se tratam?

         Normalmente é necessária a intervenção de uma equipa multidisciplinar e coordenada, onde a colaboração da família é fundamental.
                O tratamento das AIJ engloba múltiplos factores, desde a educação da criança e da família, a terapêutica farmacológica, a medicina física e reabilitação, vigilância oftalmológica e estomatológica e, até, por vezes, cirúrgica.
       O apoio psicológico e social ao doente e à família também é muito importante.
       Entre as medidas terapêuticas gerais incluem-se:
·        Medidas para combater a dor e a rigidez matinal;
·        Promoção de posturas e posicionamentos articulares correctos;
·        Uso de talas para prevenir as deformidades;
·        Realização de programa diário de exercícios;
·         Dieta equilibrada;
·        Adequação das actividades físicas;
·        Práticas desportivas;
·        Cuidados com a boca e dentes.
         É também importante a prevenção e tratamento de eventuais complicações extra-articulares, nomeadamente da uveíte, aguda ou crónica, das alterações do crescimento, da osteoporose e da amiloidose secundária.
         O acompanhamento da evolução das AIJ deve ser periódico, por pediatra e reumatologista, oftalmologista e estomatologista. São também necessários exames laboratoriais periódicos e, sempre que adequado, radiografias das articulações afectadas.
         Periodicamente deve também ser feita a avaliação da capacidade funcional e da qualidade de vida do doente.

publicado por simply_misses às 13:34
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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

 Artropatias Microcristalinas


publicado por simply_misses às 13:44
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O que são artropatias microcristalinas?

         São um grupo de doenças cujas manifestações clínicas e alterações patológicas se devem à deposição de cristais minerais nos tecidos músculo-esqueléticos.
         São causa frequente de disfunção renal.
         Há vários tipos de artropatias, entre as quais se destaca a gota úrica.

publicado por simply_misses às 13:39
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O que é a gota úrica?

         É uma doença que resulta da deposição de cristais de monourato de sódio nos tecidos, devida à supersaturação dos fluidos extracelulares em ácido úrico.
         A situação pode ser assintomática ou causar artrite aguda ou crónica, tofos gotosos, nefropatia com insuficiência renal e urolitíase.

publicado por simply_misses às 13:26
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Quais são os factores de risco?

         A gota úrica é uma consequência da hiperuricémia. Esta pode dever-se a uma produção excessiva de ácido úrico ou uma deficiência na sua excreção. Estão identificadas diversas causas:
·         Insuficiência renal;
·         Hipertensão arterial;
·         Hiperparatiroidismo;
·         Uso de fármacos, como diuréticos, ciclosporina A, pirazinamida, etambutol e salicilatos em doses baixas.
 
         As pessoas com maior risco de desenvolver gota úrica são as que:
·         Consomem grandes quantidades de purinas de dieta, associada ao consumo de proteínas animais;
·         Ingerem álcool em excesso;
·         Usam fármacos como as tiazidas e alguns tuberculostáticos;
·         Têm compromisso da função renal;
·         Apresentam desidratação ou acidose;
·         Têm risco de exposição a nefrotóxicos como o chumbo;
·         Sofrem de doenças hematológicas com produção celular excessiva.

publicado por simply_misses às 13:12
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Quem são os indivíduos mais afectados pela gota úrica?

         A gota úrica primária é muito frequente nos homens. Nas mulheres, praticamente só surge após a menopausa.

publicado por simply_misses às 13:11
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Como se diagnostica?

         O diagnóstico definitivo das artropatias microcristalinas baseia-se na identificação dos cristais típicos.
         Na gota úrica o diagnóstico precoce é importante, pois o tratamento adequado, incluindo o controlo de hiperuricémia, é eficaz na prevenção de complicações da doença.

publicado por simply_misses às 13:09
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Qual é o tratamento da gota úrica?

         O tratamento tem por base medidas gerais e terapêutica hipouricemiante. Entre as medidas gerais estão:
·         Tratamento da obesidade – emagrecimento;
·         Tratamento das alterações metabólicas associadas – exemplo diabetes, dislipidémias;
·         Redução da ingestão de alimentos ricos em purinas e de bebidas alcoólicas.
 
         O tratamento hipouricemiante é necessário quando:
·         A hiperuricémia é superior a 11 miligramas por decilitro;
·         Há acessos de gota;
·         Há tofos gotosos;
·         Há nefropatia;
·         Há urolitíase.
 

publicado por simply_misses às 12:55
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Domingo, 16 de Março de 2008

Qual é o tratamento?

         Os tratamentos para a osteoporose são:
·      Reposição hormonal – Importante tanto durante a prevenção quanto durante o tratamento. O estrogénio reduz o risco de fracturas em mulheres com osteoporose;
·      Administração de cálcio – Para quem já tem a doença, o cálcio pode ser dado em dosagens de 1 mal a 1,5 mil miligramas por dia, com recomendação médica;
·      Calcitonina – è uma hormona que tem em função de evitar que o cálcio saia dos ossos. Evita-se assim o processo de corrosão;
·      Actividade física, correctamente orientada (por um educador física), também é usada como em parte importante no tratamento e controle de osteoporose, podendo reduzir ou até, estabilizar a perda de massa óssea do indivíduo.

publicado por simply_misses às 21:25
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Como se previne?

         As formas de prevenir esta doença são:
·      Fazer exercício físico regularmente. Actividades desportivas aeróbicas são as mais recomendadas;
·      Dieta com alimentos ricos em cálcio (como leite e derivados), verduras (como repolho e brócolos), camarão, salmão e ostras;
·      A reposição hormonal do estrogénio em mulheres na menopausa consegue evitar a osteoporose.

publicado por simply_misses às 21:23
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Quais são os factores de risco?

         Quem se encontra em maior risco de desenvolver a doença são:
·      Mulheres;
·      Fumadores;
·      Consumidores de álcool ou café em excesso;
·      Diabéticos;
·      Os que se exercitam em excesso e os que não se exercitam.

publicado por simply_misses às 21:19
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Epidemiologia

         Estima-se que mundialmente 1 em cada 3 mulheres e 1 em cada 5 homens acima da idade dos 50 tem osteoporose. Ela é responsável por milhões de fracturas anualmente, a maioria envolvendo vértebras lombares, quadril e pulso.

publicado por simply_misses às 21:12
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Quais são os sintomas?

         A doença progride lentamente e raramente apresenta sintomas. Se não forem feitos exames sanguíneos e de massa óssea, é percebida apenas quando surgem as primeiras fracturas, acompanhadas de dores agudas. A osteoporose pode, também, provocar deformidades e reduzir a estatura do doente.

publicado por simply_misses às 21:09
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Fisiopatologia

         O aparecimento da osteoporose está ligado aos níveis hormonais do organismo. O estrogénio – hormona feminina, também presente nos homens, mas em menor quantidade – ajuda a manter o equilíbrio entre a perda e o ganho de massa óssea.
         As mulheres são as mais atingidas pela doença, uma vez que, na menopausa, os níveis de estrogénio caem bruscamente. Com isso, os ossos passam a incorporar menos cálcio (fundamental na formação do osso), tornando-se mais frágeis. Para cada quatro mulheres, somente um homem desenvolve esta patologia.
         Embora pareçam estruturas inactivas, os ossos modificam-se ao longo da vida. O organismo está constantemente fazendo e desfazendo ossos. Esse processo depende de vários factores como genética, boa nutrição, manutenção de bons níveis de hormonas e prática regular de exercícios. As células ósseas (osteócitos) são as responsáveis pela formação do colagénio, que dá sustentação ao osso. Os canais que interligam os osteócitos permitem que o cálcio, essencial para a formação óssea, saia do sangue e ajude a formar o osso.
          A densidade mineral de cálcio é reduzida de 65% para 35% quando a osteoporose se instala. O canal medular central do osso torna-se mais largo. Com a progressão da osteoporose, os ossos podem ficar esburacados e quebradiços. O colagénio e os depósitos minerais são desfeitos muito rapidamente e a formação do osso torna-se mais lenta. Com menos colagénio, surgem espaços vazios que enfraquecem o osso.

publicado por simply_misses às 21:07
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O que é a osteoporose?

         A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Ocorre quando a quantidade de massa óssea diminui substancialmente e desenvolve ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fracturas. Faz parte do processo normal de envelhecimento e é mais comum em mulheres que em homens.
         A osteoporose somente passa a preocupar quando começam os riscos de fracturas. As mais comuns são:
  1. Coluna vertebral – Pessoas idosas podem fracturar as vértebras da coluna com frequência. A chamada “corcunda de viúva” é uma de formação comum e pode até levar à diminuição de tamanho do doente;
  2. Pulso – Por ser um ponto de apoio, é uma área no qual as fracturas acontecem normalmente. Os ossos sensíveis têm pouca estrutura para sustentar o peso do corpo quando cai;
  3. Quadril – As fracturas de bacia são difíceis de cicatrizar e podem levar à invalidez. Estudos mostram que em torno de 50% dos que fracturam o quadril não conseguem mais andar sozinhos;
  4. Fémur – Também muito comum entre os que desenvolvem a doença. É frequente tanto em homens quanto em mulheres, principalmente depois dos 65 anos. A recuperação costuma ser lenta

publicado por simply_misses às 20:57
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 Osteoporose


publicado por simply_misses às 20:43
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Que tipos de tratamento existem?

         O tratamento da osteoartrose é muito variada e visa, sobretudo, educar o doente, aliviar os sintomas, minimizar a incapacidade e evitar a progressão da doença.
·         Reabilitação – hidroterapia, tratamento termal, cinesioterapia, etc;
·         Terapêuticas farmacológicas – dirigidas aos sintomas e que podem ser de aplicação local, sistémica, intra-articular e periarticular;
·         Artroclise – lavagem articular;
·         Cirurgia ortopédica – numa fase mais ou menos precoce pod4e corrigir desvios anatómicos ou anomalias articulares que impliquem sobrecarga e, numa fase tardia, a substituição, no todo ou em parte, por uma prótese.
         A osteoartrite pode ser diagnosticada, tratada e monitorizada nos centros de saúde. São estes que referenciam os doentes para as consultas de reumatologia, ortopedia e fisiatria, em função dos sintomas.

publicado por simply_misses às 20:42
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Pode ser detectado precocemente?

 
         A detecção precoce é limitada, isto é, nem sempre há associação entre a intensidade das manifestações clínicas e a gravidade detectada nos exames radiológicos.
         A doença pode ser detectada precocemente através de artroscopia (método de diagnóstico invasivo) e de ressonância magnética.

publicado por simply_misses às 20:39
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Como é que se diagnostica?

         Através da história clínica e da radiografia. Isto é, o diagnóstico tem por base alterações radiográficas típicas em doentes com queixas de dor articular, geralmente mecânica, rigidez e, quase sempre, um grau maior ou menor de limitação da mobilidade e da função da articulação.

publicado por simply_misses às 20:37
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Quais são as articulações mais atingidas pela osteoartrite?

         As articulações mais atingidas são:
·         Os segmentos cervical e lombar da coluna vertebral;
·         A articulação carpometacarpiana do primeiro dedo da mão;
·         As articulações interfalângicas proximais e distais dos dedos da mão;
·         As articulações coxofemorais;
·         As articulações dos joelhos;
·         A articulação metatarsofalângica do primeiro dedo do pé.
 

publicado por simply_misses às 20:35
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Há formas de prevenir?

         Pode corrigir-se os factores de risco identificáveis. Por exemplo:
·         Tratar a obesidade;
·         Corrigir anomalias articulares, congénitas ou do desenvolvimento, os desvios axiais e as dismetrias dos membros;
·         Evitar sobrecarga articular e os traumatismos repetitivos, mesmo que de pequena amplitude, com particular cuidado para as ocupações que impliquem a flexão do tronco e a elevação de pesos;
·         Fortalecer os quadricípetes (grande músculo da coxa);
·         Tentar a correcção de defeitos proprioceptivos (relativos ao funcionamento dos receptores sensoriais) que causam anomalias biomecânicas repetidas ao longo da vida.

publicado por simply_misses às 20:31
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Quais são os factores de risco?

         Os principais factores são:
 
·         Idade - Clara associação ao envelhecimento;
 
·        Hereditariedade - A herança genética é um factor importante componente na causa da osteoartrose, particularmente na sua forma poliarticular, e, que são afectadas várias articulações. Ou seja, as pessoas que têm parentes com osteoartrite generalizada apresentam maior risco de desenvolver a doença;
 
·        Obesidade - O excesso de peso corporal pode estar associado com o desenvolvimento de osteoartrite nos joelhos em ambos os sexos. De qualquer maneira, a sobrecarga de peso acentua a dor nas articulações dos membros inferiores e da coluna lombar;
 
·        Disfunções hormonais – A predominância de osteoartrite poliarticular no sexo feminino sugere que este tipo de problema articular na mulher pode ser favorecido por alterações hormonais. Aliás, essa doença parece ocorrer com maior frequência após a menopausa;
 
·         Hipermobilidade – Indivíduos com excesso de amplitude de movimentos, devido a muita flexibilidade nas articulações, apresentam maior risco de desenvolver osteoartrite;
 
·        Doenças das juntas (artropatias) e outras doenças – as enfermidades que causam inflamação das articulações (artropatias) podem ocasionar osteoartrite secundária. Têm sido documentadas algumas associações entre osteoartrite e diabetes mellitus. Além disso, as doenças que alteram a estrutura da articulação estão fortemente relacionadas ao aparecimento e à progressão de osteoartrite.
 
·        Trauma – O trauma de forte intensidade é uma causa comum de osteoartrite de joelho, principalmente quando afecta os ligamentos ou os meniscos. Quando um menisco é retirado (meniscectomia), há risco de desenvolvimento de osteoartrite. Os riscos aumentam com o avanço da idade, com predisposição e com a época da meniscectomia. Em alguns casos, a doença pode se instalar em indivíduos mais jovens.
 
·        Uso repetitivo – Determinadas tarefas no trabalho podem agravar a dor nas articulações comprometidas. As actividades que precisam ser executadas em posição ajoelhada, por exemplo, costumam acentuar a osteoartrite de joelhos.

publicado por simply_misses às 20:28
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Qual é a sua causa?

         A osteoartrose acontece quando o organismo deixa de conseguir reparar as múltiplas agressões e lesões sofridas pelas articulações.

publicado por simply_misses às 20:27
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O que é a osteoartrose?

         A osteoartrose (também conhecida por artrose) afecta as articulações importantes para a funcionalidade, como as das mãos, joelho, anca, coluna vertebral e pé.
         É a principal causa de incapacidade da pessoa idosa e está associada, neste grupo etário, outras doenças também incapacitantes.

publicado por simply_misses às 20:26
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 Osteoartrose


publicado por simply_misses às 20:20
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Como se trata?

         A maioria das doenças reumáticas periarticulares é autolimitada, melhorando em semanas, e curável. Apenas alguns doentes mantêm queixas por mais de seis meses.
         Não há um tratamento universal e não há evidência científica sobre qual é a abordagem mais eficaz.
         Os objectivos da terapêutica são, essencialmente, aliviar a dor e reduzir a incapacidade.

publicado por simply_misses às 20:20
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Quais são os sintomas?

         Dor localizada em áreasjusta-articulares, exacerbada por determinados movimentos, o que a distingue das patologias articulares.

publicado por simply_misses às 20:19
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Como prevenir?

          A prevenção das doenças reumáticas periarticulares relacionadas com actividades de desporto e lazer passa pelo respeito de medidas como:
·         Escolha do desporto adequado;
·         Selecção do equipamento apropriado;
·         Planeamento do programa de exercício em função das características antropomórficas do indivíduo.
         O diagnóstico precoce da doenças reumáticas periarticulares depende da caracterização da dor e da incapacidade que lhe está associada, as doenças reumáticas periarticulares podem surgir isoladamente ou associadas a doenças sistémicas, como a especificidade terapêutica.

publicado por simply_misses às 20:18
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Quais são os factores de risco?

         As doenças reumáticas periarticulares relacionam-se com o desempenho de actividades laborais ou de desporto e lazer. Contudo, e independentemente das circunstâncias em que surgem, as pessoas mais afectadas são as que sofrem cronicamente traumatismos de baixo impacto e repetitivos.

publicado por simply_misses às 20:17
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O que são doenças reumáticas periarticulares?

         As doenças reumáticas periarticulares (DRP), também chamadas dos tecidos moles ou abarticulares, são um grupo alargado de síndromes clínicas músculo-esqueléticas dolorosas que resultam de patologia que pode envolver bolsas serosas, tendões e bainhas tendinosas, músculos e fáscias.
         São frequentemente provocadas por lesões repetitivas, habitualmente provocadas por traumatismos relacionados com o trabalho.

publicado por simply_misses às 20:16
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 Doenças Reumáticas Periarticulares


publicado por simply_misses às 20:07
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Entrevista com a nutricionista Parte I

           No âmbito das temáticas relacionadas com a alimentação para uma vida saudável, concretizamos uma entrevista com a Dr. Dulce Lemos, que exerce as suas funções como nutricionista no Centro de Saúde de Fafe, e que gentilmente nos respondeu a um diversificado e extenso inquérito.
Que se tornou extremamente útil e esclarecedor, não só a nível do que pretendíamos mas também a nível de cultura geral. Apresentamos a primeira parte.
 
 
1.      O que se entende por obesidade?
Por obesidade entende-se por um excesso de massa gorda.
 
2.      Quais são as principais causas?
Pode ser um factor genético, que não é o mais normal, que é aquele factor que toda a gente procura para realmente achar uma justificação para o excesso de massa gorda que tem, mas aquilo que é mais normal é haver um desiquilíbrio entre aquilo que é a ingestão alimentar e, aquilo que o seu gasto calórico em termos de resposta às suas necessidades individuas. A quantidade de energia que a pessoa ingere é muito superior à quantidade de energia que a pessoa tem capacidade de gastar. Como o nosso organismo não sabe lidar doutra forma com o excesso, acumula em massa gorda.
 
3.      E as consequências?
As consequências... A primeira consequência é psicológica. Porque eu não acredito que ninguém gosta de se olhar ao espelho e ver três ou quatro vezes o volume que deveria ter. E isso começa a ter consequências psicológicas porque a pessoa começa a ter muitas dificuldades em lidar com a sua imagem corporal. Depois tem consequências directas em termos de saúde. Há um aumento da propensão para a diabetes, para a dislipidemia, para a hipertensão. Há uma sobrecarga ossea, porque é assim... os nossos ossinhos (coitadinhos!!!) não estão... imaginando numa pessoa que o peso devia ser 60kg e de repente tem 100kg, o esqueleto não está preparado para aguentar com 100kg em cima... em termos das articulações e da massa ossea começa a ter dificuldades em termos de movimento e depois isto começa a ter consequências sociais, também, porque é assim que nós somos uma sociedade “mazinha”, e não aceitamos os gordos tão bem como isso. Apregoamos uma sociedade de igualdade mas descriminamos os gordinhos e, eu tenho obesos cá na consulta que tiveram que deixar de trabalhar porque eram gordos.
 
4.      O que é o metabolismo?
O que é o metabolismo?... É assim, o metabolisno é a capacidade que o nosso organismo tem de gastar energia. Normalmente não se define assim exactamente como só metabolismo, define-se como metabolismo basal ou dispendio energético em repouso. E corresponde à quantidade de energia que o nosso organismo gasta em repouso. Isto é, quando nós não estamos a fazer nada. Imaginando, por exemplo, quando estamos deitadinhos a dormir e é a quantidade de energia que o nosso organismo gasta nessa situação e corresponde a manter todas as funções vitais: manter o sangue a circular, o coração a bater, os pulmões a fazer a nossa respiração, as nossas celulazinhas a crescerem, as trocas gasosas todas a nível das nossas células, isso é exactamente aquilo que definimos por metabolismo basal.
 
5.      De que forma está relacionado com a obesidade?
É assim... O metabolismo basal define uma quantidade de energia gasta, gasta para manter as nossas funções vitais. Quando esse metabolismo é baixo significa que o gasto energético total, a esse metabolismo basal nós vamos sempre acrescentar uma série de factores que vão aumentar esse gasto energético, tem a ver com a falta de actividade e com uma série de outros factores, mas se o metabolismo basal já é baixinho a pessoa nunca vai poder ter um consumo energético muito elevado porque senão, vai acumular aquilo que está em excesso, por isso, quem tem um metabolismo basal mais baixo está mais predisposto a ser obeso se ingerir energia a mais. Mas não quer dizer que vá ser, depende sempre da ingestão alimentar. Por isso, o metabolismo basal não define coisa alguma em relação à obesidade, a única coisa que pode definir é uma predisposição para. Mas a pessoa terá sempre um direito de intervenção, podendo controlar com a ingestão alimentar, mas não é fácil. E já vamos ver porquê.
 
6.      Sabemos que um metabolismo baixo é responsável pelo aumento de peso. Existem alguns indicadores que alertem para esse facto?
Para um metabolismo baixo? É assim, este metabolismo baixo pode ser de duas origens: pode ser patológico, pode estar ligado a alguma doença e quando assim é, pode ser corrigido e tem sintomas como, por exemplo, no caso do hipertiroidismo, que ele dá sintomas. Se é genético, ou seja, se já é normal da pessoa, se tem a ver com a sua informação genética, não tem sintoma nenhum.
 
7.      Quais as causas dessa “baixa” no metabolismo?
Pode ser por uma causa genética e aí não há uma baixa, o metabolismo mesmo sendo baixo é o metabolismo normal daquela pessoa. Quando é patológico, que é mais normal estar ligado a uma diminuição do metabolismo, é mesmo o hipertiroidismo, que é uma doença da tiróide em que há uma diminuiçao do funcionamento desta glândula, com uma baixa produção de hormonas, hormonas que estão ligadas ao funcionamento do nosso organismo e ao seu metabolismo o que o vão modificar, vai fazer com que haja um menor gasto, e para que não haja obesidade teria que estar ligado a uma menor ingestão alimentar, o que não acontecendo pode levar à obesidade.
 
8.      Quais as medidas a tomar para reverter esta situação?
Corrigir a patologia que está na origem dessa baixa no metabolismo e a partir daí fica tudo normal. E quando é por aí é muito fácil.
 
9.      Existem diferenças a nível do metabolismo entre homens e mulheres. Quais são e qual a razão?
Os homens têm um metabolismo basal superior às mulheres porque têm mais massa muscular, e a massa muscular é aquela massa que é metabolicamente activa, ou seja, é a massa que tem gasto energético, por isso, é que eles têm direito a ingerir mais calorias mesmo considerando o factor do metabolismo basal sobre as mulheres, pela sua constituição em termos de massa muscular que têm aumentada. Mas que é normal na constituição fisiológica do homem.
 
10. O funcionamento da tiróide também influência a massa corporal. Como?
Pode influênciar de duas formas. Quando a tiróide funciona mal, quer por excesso e se funciona mal por excesso, há um aumento do metabolismo basal e se a pessoa não tem uma ingestão alimentar de forma a compensar este aumento de metabolismo basal, vai haver um gasto das reservas, por isso vai haver uma diminuição de massa gorda. Se nós temos um mau funcionamento da tiróide mas por hipotiroidismo em que neste a tiróide está a funcionar por defeito, há uma diminuição no metabolismo, se a pessoa continua a ingerir a mesma quantidade de alimentos que ingeria, quando tinha o metabolismo normal, vai haver uma acumulação de gordura, por isso vai haver um aumento de massa gorda.
 
11. A obesidade é mais preocupante nas crianças ou na idade adulta?
            Nas duas. Nas duas, só que é assim quando olhamos para as crianças, olhamos para alguém que ainda tem um percurso muito grande pela frente. E normalmente aquilo que se sabe, pelos estudos feitos até agora, é que normalmente miúdos obesos vão dar adultos obesos. Por isso irão levar a um aumento da prevalência da obesidade na idade adulta. Por isso provavelmente olhando assim de vista grossa seria mais grave na infância, mas se nós olharmos à prevalência da obesidade, neste momento temos uma população adulta extraordinariamente obesa. Por isso dizer que é mais grave numa idade ou noutra não sei se me atrevo, mas a gravidade é igual. Agora tem que ser olhada de forma diferente, porque terá consequências diferentes consoante é na idade adulta ou na infância.
 
12. Em que idades esta doença é mais frequente?
            Em todas as idades. Nós temos idosos obesos, temos adultos obesos, temos adolscentes obesos e crianças obesas. Agora se nós formos procurar prevalências e estudos de prevalência, vamos encontrar mais na idade adulta e na infância, porque são aquelas onde é mais fácil de fazer os estudos. Durante a adolescência não temos tantos estudos como isso, porque há muitos factores que podem deturpar as prevalências. Mas é só por aí.
 
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publicado por simply_misses às 17:32
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Qual é o tratamento adequado?

         Não existe uma estratégia terapêutica eficaz para todas as formas de lombalgia. O tratamento depende de ser aguda ou crónica, da presença ou da ausência de radiculalgia (dor com origem nas raízes dos nervos), da origem da dor (discal, interapofisária posterior ou músculo-tendinosa) e do contexto socioprofissional e psicológico do doente.
         Nas lombalgias agudas, e excluídas os casos de cirurgia, o tratamento tem por objectivo aliviar a dor e pode incluir:
·         Repouso de curta duração;
·         Analgésicos,
·         Anti-inflamatórios não esteróides (AINE);
·         Miorrelaxantes em caso de contractura (contracção permanente e involuntária de um músculo).
 

publicado por simply_misses às 17:30
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Quais são os principais factores de risco?

         A lombalgia é um sintoma frequente na população em geral, estimando-se que entre 60 a 80 por cento da população seja afectada por uma crise no decorrer da vida.
         Os principais factores de risco são:
·         Idade superior a 45 anos;
·         Sexo feminino;
·         Tabagismo;
·         Alcoolismo;
·         Profissões que exigem esforços físicos importantes ou posturas prolongadas com a coluna em flexão e/ou rotação;
·         Factores psicológicos.

publicado por simply_misses às 17:26
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Quais as causas da lombalgia?

         As causas da lombalgia são múltiplas e apenas parcialmente conhecidas. Isto é, o mesmo sintoma – a dor – pode resultar de diferentes situações fisiopatológicas.
         A lombalgia pode ser aguda ou crónica, consoante persista por menos ou mais de três meses.

publicado por simply_misses às 17:12
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O que são raquialgias?

         As raquialgias consistem em dores na coluna vertebral. São as queixas reumáticas mais frequentes e um dos principais motivos de incapacidade antes dos 45 anos de idade. Podem ser de causa degenerativa, infecciosa, inflamatória, metabólica ou neoplásica.
         Os segmentos cervical e lombar são normalmente os mais afectados.
·         A cervicalgia deve-se, na maioria dos casos, à deterioração degenerativa ou à alteração funcional das estruturas musculoligamentares.
·         A lombalgia, que é um grave problema de saúde pública por afectar uma parte da população activa, é um sintoma e não uma doença.

publicado por simply_misses às 17:11
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 Raquialgias


publicado por simply_misses às 17:03
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Qual é o tratamento?

         O tratamento da maior parte das espondilartropatias seronegativas visa o alívio da dor, da rigidez e da fadiga, a manutenção de posturas adequadas e bons estados funcionais a nível físico e psicossocial.
         Além da informação e da educação do doente, faz também parte do programa de intervenção terapêutica a prática de exercícios (como a natação e exercícios indutores de extensão) ou de actividade desportiva regular.
         O exercício também é um factor determinante do prognóstico, com eficácia demonstrada na mobilidade da coluna dorsal e lombar e do bem-estar dos doentes, bem como a utilização de agentes físicos e o ensino de práticas de correcção postural.
         A terapêutica completa-se com o recurso a medicamentos e, nalguns casos, também à cirurgia, normalmente para substituição de algumas articulações.
         Os doentes com espondilartropatias seronegativas devem ser tratados por reumatologistas.

 

publicado por simply_misses às 17:01
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Como se diagnosticam?

         O diagnóstico é essencialmente clínico, embora a sua confirmação requeira, normalmente, o recurso a meios complementares de diagnóstico, como as radiografias.
         O diagnóstico precoce não é fácil, pois o tempo que decorre entre os primeiros sinais e sintomas da doença e o reconhecimento das alterações radiológicas típicas pode chegar a cinco anos.
         Alguns doentes podem apresentar apenas dor torácica e rigidez, sem evidência radiográfica de sacroileíte ou mesmo sem lombalgias inflamatória, o que dificulta ainda mais o diagnóstico.

publicado por simply_misses às 17:00
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Quais são os sintomas?

Os sintomas são:
·      Dor na coluna;
·      Dor nas articulações;
·      Dor lombar;
·      Rigidez.
 
 

publicado por simply_misses às 16:59
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Quais são os factores de risco?

         As espondilartropatias seronegativas aparecem normalmente em idades jovens, e, tendencialmente, e indivíduos do sexo masculino, embora seja cada vez mais comum em ambos os sexos.
         É também reconhecida alguma susceptibilidade genética em algumas destas doenças, havendo alguma tendência para a agregação familiar.

publicado por simply_misses às 16:58
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O que são as espondilartropatias seronegativas (EASN)?

São um grupo de doenças reumáticas crónicas que atingem preferencialmente a coluna vertebral e as articulações sacroilíacas, causando incapacidade em idades jovens.
         Neste grupo de doenças multi-sistémicas incluem-se:
·      Espondilite anquilosante;
·      Síndroma de Reiter;
·      Artrites reactivas
·      Artrite psoriática;
·      Espondilite associada às doenças inflamatórias do intestino.
 

publicado por simply_misses às 16:57
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 Espondilartropatias Seronegativas (EASN)


publicado por simply_misses às 16:53
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Como é que trata a fibromialgia?

         Deve ser tratada na rede de cuidados primários de saúde (centros de saúde).
         O prognóstico da doença é habitualmente bom.
         Os medicamentos usados com mais eficácia são os analgésicos, os antidepressivos tricíclicos e inibidores selectivos de recaptação da serotonina, os relaxantes musculares e os indutores do sono.
         A prática regular de exercício físico também é indicado.
         Por vezes são necessários outras formas terapêuticas, bem como a intervenção da reumatologia, psiquiatria e outras especialidades médicas ou diferentes profissionais de saúde.
         É uma doença que requer acompanhamento médico e avaliações periódicas relativamente à evolução das queixas e aos eventuais efeitos adversos da terapêutica. O acompanhamento depende da gravidade da fibromialgia e de outras doenças associadas.

publicado por simply_misses às 16:52
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Como se diagnostica?

         O diagnóstico é essencialmente clínico, servindo os meios complementares de diagnóstico para excluir outras doenças. Assenta, sobretudo, na presença de:
·      Dor músculo-esquelético generalizada, ou seja, abaixo e acima da cintura e nas metades esquerda e direita do corpo;
·      Dor com mais de três meses de duração;
·      Existência de pontos dolorosos à pressão digital em áreas simétricas do corpo e com localização bem estabelecida.
         Deve ser feito o diagnóstico diferencial com doenças reumáticas inflamatórias, disfunção tiroideia e patologia muscular.

publicado por simply_misses às 16:51
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Quais são os sintomas?

Os sintomas são:
Dores generalizadas;
Fadiga;
Alterações do sono;
Perturbações cognitivas

publicado por simply_misses às 16:50
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Quais são os factores de risco?

         As mulheres são cinco a nove vezes mais afectadas do que os homens. E a idade é outro factor, pois a fibromialgia inicia-se entre os 20 e os 50 anos, sobretudo, embora também possa afectar crianças e jovens em idade escolar.

publicado por simply_misses às 16:49
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.Este blog foi idealizado no âmbito do projecto "Doenças do séc. XXI", que estamos a desenvolver na área curricular Área de Projecto do 12º ano, da Escola Secundária de Fafe. Agradecemos desde já a colaboração de todos que tornaram este trabalho realidade.

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